Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

domingo, 4 de fevereiro de 2024

Centenário de Espinosa - Postagem 53

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Comandado pelo gigante desportista Gílson Borges, o Gibão, com auxílio de outros aficionados pelo esporte como Almerindo Santos e Baixinho, entre outros, o Ipiranga deixou sua marca no futebol espinosense, especialmente em um período de enorme rivalidade com o Cruzeirinho. Formado por grandes jogadores como Ito, Sandrinho, Rogerinho, Valdir Mestre, Neguinho, Robinho, Aílton, Nenzão e muitos outros, o Ipiranga mantém-se vivo sob a liderança de Gibão na equipe de veteranos e na sua escolinha de futebol instalada no Bairro Cigano. 











Infelizmente, não tive a oportunidade de vestir a camisa do Ipiranga nos seus bons tempos de sucesso e vitórias, mas com a generosidade gigante de Gibão, pude atuar algumas vezes em partidas amistosas ao lado dos seus comandados na equipe de veteranos, uma delas na Santana. Ao Gibão, a minha admiração, respeito e agradecimento pelo carinho e consideração.
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

sábado, 3 de fevereiro de 2024

3388 - "Quem Hoje Me Vê Ganhando", um Samba bamba

O inquieto, criativo e prolífero José Ribamar Coelho Santos, o Zeca Baleiro, acabou de lançar no YouTube um vídeo mostrando mais uma das suas incontáveis belas canções. A música "Quem Hoje Me Vê Ganhando" é uma das 11 que integram "O Samba Não É de Ninguém", álbum de sambas autorais lançado no ano passado pelo artista maranhense.

1) "Santa Luzia" (Zeca Baleiro) - 4:09
2) "Quem Hoje Me Vê Ganhando" (Zeca Baleiro) - 4:42
3) "Casa no Céu" (Zeca Baleiro e Eliakin Rufino) - 2:35
4) "O Samba Não É de Ninguém" (Zeca Baleiro) - 3:53
5) "Amorosa"(Zeca Baleiro) - 3:35
6) "Pedra Fria" (Zeca Baleiro) - 3:24
7) "Flores da Razão" (Zeca Baleiro) - 4:42
8) "A Voz do Morro Não Morreu" (Zeca Baleiro) - 3:35
9) "Eu Pensei Que Você Fosse a Lua" (Zeca Baleiro e Salgado Maranhão) - 4:06
10) "Triste Lupicínio" (Zeca Baleiro) - 4:02
11) "Duas Ilhas" (Swami Jr. e Zeca Baleiro) - 4:37

Cantor, compositor e produtor musical, Zeca é, seguramente, um dos maiores expoentes da atual Música Popular Brasileira, surfando sempre no topo dos vários ritmos que se propõe a compor e cantar, do Pop ao Samba, do Rock ao Carimbó, do Brega ao Chique, sempre demonstrando a sua incrível capacidade criativa. Neste disco, ele se apresenta como um talentoso compositor de Samba, com oito criações solitárias e mais três em parcerias com Eliakin Rufino, Salgado Maranhão e Swami Jr., acompanhado por um time de bambas nos instrumentos.
Música boa existe e em boa quantidade, sim! Se escutar por aí alguém dizer que não há mais boa música no ar, rebata a informação imediatamente: é fake News! Zeca Baleiro prova o contrário. 
Um grande abraço espinosense.




QUEM HOJE ME VÊ GANHANDO
Zeca Baleiro

Quem hoje me vê ganhando
Não sabe o que eu já perdi
Eu levo a vida tocando
Cantando o que já vivi
Prazeres, pesar, amores
Lágrimas rimar sei bem
As dores que têm no mundo
O mundo que nas dores tem

Ah, coração
Caixa de miudezas
Na imensidão
Remando o barco das incertezas
Decerto que o sol virá 
E a lua vem o breu iluminar
Eu sei porque 
A madrugada é minha irmã
E a solidão do amor
Só vai ter fim
Quando chegar outra manhã

Centenário de Espinosa - Postagem 52

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Com o progresso e o desenvolvimento do município de Espinosa ao longo do tempo, com uma acentuada melhoria de vida do povo, aumentou e muito a quantidade de automóveis e motocicletas em poder da população, o que aumenta naturalmente o risco de acidentes nas ruas e avenidas da cidade. Mas antigamente, mesmo com poucos veículos nas ruas, ocorriam alguns acidentes de trânsito. Um desses foi documentado em fotografias e envolveu um Jeep e um Opala, dois exemplares icônicos dos anos de outrora. As imagens da colisão indicam que parece não ter havido vítimas, mas apenas danos materiais, graças a Deus.
Conforme dados do IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística do ano de 2022, Espinosa contava com 17.823 veículos, sendo 4.806 automóveis, 1.423 caminhonetes, 368 caminhões, 180 ônibus e micro-ônibus, 1.001 motonetas e 9.632 motocicletas.  






Estes exemplares dos velhos tempos praticamente desapareceram das nossas ruas, com a natural e necessária evolução, com a fabricação de carros modernos, menos poluentes e mais seguros. Estamos vivendo agora no mundo uma nova revolução no campo automobilístico, com a produção dos silenciosos, tecnológicos, econômicos e ecológicos carros elétricos. Em breve, estes novos modelos estarão aposentando os atuais veículos, como ocorreu há algum tempo com os velhos Jeep e Opala e afins. 
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

Centenário de Espinosa - Postagem 51

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Sei não, mas acredito que muita gente da nossa centenária Espinosa desconhece que, em uma das muitas praças que existem na nossa cidade, existe uma homenagem à Bíblia. A conhecida "Praça de Paulo Cruz", ou "Praça do Alto do Grupo", ou ainda seu nome correto, Praça José Osvaldo Tolentino, tem em sua parte central um pequeno monumento ao Livro Sagrado. Sobre uma base de tijolos e concreto, paira aberto um simulacro de um livro com as inscrições bíblicas "O Senhor é meu pastor, nada me faltará" (Salmo 23) e "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6).
O homenageado com o nome da praça é o jovem José Osvaldo Tolentino, professor e vereador que foi assassinado por um aluno seu de nome Juarez em plena sala de aula, fato trágico, covarde e violento que comoveu a cidade no final dos anos 60. Infelizmente, foi mais um dos casos de violência extrema ocorridos em nosso município.
José Osvaldo nasceu em Espinosa aos 14 de dezembro de 1941, filho do casal Durvalino Silveira Tolentino e Noemi Caldeira Tolentino. Em 1966 formou-se Contabilista na Escola Técnica de Comércio Minas Gerais em Belo Horizonte. Retornando a Espinosa, foi eleito vereador e atuou como professor de Português e Inglês no então Colégio Estadual Dom Lúcio Antunes de Souza, hoje Joaquim de Freitas. Foi durante uma aula de Português no dia 23 de setembro de 1969 que o jovem e inteligente professor de 27 anos foi atacado por um aluno, recebendo tiros de revólver que lhe tiraram a vida tragicamente.    







O assassinato do professor José Osvaldo chocou a sociedade espinosense. Como um jovem aluno pôde matar friamente um professor em plena sala de aula? Hoje se discute muito o limite da liberdade dos estudantes nas escolas. Antigamente, os abusos eram cometidos por alguns professores, com punições pesadas aos alunos rebeldes, como o de ajoelhar em grãos de milho, pancadas com réguas de madeira, puxões de orelhas e o uso da temida palmatória. Com a evolução necessária, essas práticas violentas foram abolidas das escolas e os estudantes ganharam mais liberdade e espaço de reivindicação e opinião. Infelizmente essas prerrogativas resultaram em excesso e abusos cometidos por alunos insubmissos, radicais e desequilibrados, que passaram até a agredir professores e auxiliares da educação. Nem 8 nem 80! O que deve sempre prevalecer é o equilíbrio de liberdade e controle entre mestres e alunos, com as discordâncias sendo resolvidas com sensatez, respeito e diálogo, para que a aquisição de conhecimentos, razão maior da existência da escola, se dê de forma pacífica, harmoniosa e bem-sucedida, nunca com intolerância, ódio e violência.
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Centenário de Espinosa - Postagem 50

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Em 9 de março de 1974, a Prefeitura Municipal de Espinosa, à época administrada pelo senhor prefeito Horácio Cerqueira Tolentino e pelo senhor vice-prefeito Geraldo Ramos de Oliveira, realizou de forma memorável e brilhante a festa do Cinquentenário de emancipação política da cidade. Foram realizados vários eventos de efusiva comemoração da data, com desfile cívico de estudantes pelas ruas, solenidades envolvendo autoridades e figuras ilustres da cidade e a inauguração do marco do Cinquentenário ainda hoje firmemente instalado no centro da Praça Coronel Joaquim Tolentino.  








Os eventos de comemoração do nosso Cinquentenário atraíram gente das cidades vizinhas e de conterrâneos nossos residentes em outros lugares do país, juntando uma multidão na Praça Coronel Heitor Antunes para acompanhar as cerimônias e festividades de data tão importante para todos nós, filhos da pequena grande Espinosa. Que este arrebatamento coletivo se repita agora em 9 de março de 2024, na comemoração do nosso Centenário!
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense.

Um registro importante e um agradecimento especial nesta postagem nº 50, metade do caminho até o Centenário. Algumas, ou muitas (não consegui mensurar), das imagens fotográficas utilizadas por mim nesta série sobre o nosso Centenário Espinosense vieram da página criada no Facebook pelo amigo Rogério Souza, denominada "Fatos e Fotos Antigas de Espinosa", projeto maravilhoso e bem-sucedido com participação ativa de integrantes como o Adriano Martins e tantos outros que colaboraram enriquecendo o acervo sobre a nossa história. 
O meu muito obrigado a Rogério, a Adriano e a todos os demais colaboradores! Espinosa agradece!   

Centenário de Espinosa - Postagem 49

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Quase tudo no mundo está em constante mudança, com alterações acontecendo nas mais diversas velocidades e amplitudes, quase sempre para muito melhor. Quem é aficionado pelo futebol em Espinosa e já possui muitos anos de experiência na tarefa livre e espontânea de desfrutar da maravilha que é correr atrás de uma bola em um campo qualquer, deve ter boas recordações de ter jogado em "estádios" que não existem mais. Como um idoso ainda com alguma boa memória, passei a rememorar neste instante os locais em que já atuei e que já foram tragados inexoravelmente pelo progresso.
O campo do Cruzeirinho na "manga" de Sêo Azemar Sepúlveda virou lotes e casas. O campo do "campo de avião", ou Bairro Santos Dumont, deu lugar a praça Iéié Antunes, a residências e comércios e a Escola Estadual Santos Dumont. O campo da AABB Espinosa foi extinto, vendido para construção de casas. O campo do fundo do cinema, na antiga lagoa, transformou-se em residências. O campo do Poeirinha, no fundo da antiga rodoviária, foi desativado. O campo no meio da "manga" de Sêo Azemar foi tomado por várias construções comerciais e desapareceu. O campo dos barrigudos não é da minha época, mas também sumiu para dar lugar a prédios comerciais e um posto de gasolina na Avenida Minas Gerais. O campo dos Pereiras, ao lado da velha e extinta quadra no Bairro São Cristóvão, não existe mais. O campo do Panorama deu lugar a Unidade Básica de Saúde Nélson Alves da Cruz e a uma obra até agora inacabada de um CREAS. O campo da Santana foi substituído pela bela e ampla praça da comunidade. O "Campão" foi acertadamente utilizado para a construção do novo Mercado Municipal na administração de Paulo Cruz. O nosso campinho na "praça de Beto Cruz" desapareceu para ser construído ali o Ginásio Poliesportivo Mateus Salviola Antunes na Praça José Soares da Silva. E tem muitos mais espaços de jogar bola que foram tomados pelo progresso, o que é natural ocorrer com o crescimento da cidade. Nada contra, só que outros espaços para a prática do futebol precisam ser criados e hoje, com a melhoria das condições econômicas, espalham-se pela cidade os campos societys, a maioria gramados, o que é um avanço.       






Nas minhas andanças pela zona rural de Espinosa, tive a chance de jogar nos mais diversos campos, alguns bons, aplanados, como também em outros bastante ruins e completamente irregulares no piso. Na comunidade do Mingu, joguei em dois campos que não existem mais. O primeiro, pertinho da ponte sobre o Rio São Domingos e de frente para a escola e a igreja da comunidade, onde hoje está construída a quadra. Ali perto funcionava o bar de Zezim Rupiado, que tinha fama de ter a cerveja mais gelada do lugar. O segundo campo ficava no centro do povoado, em um largo na direção do açude, onde funcionava o bar de Zé Bigode. Da última vez que lá estive, percebi que o espaço não mais é utilizado para a prática do futebol. Foi neste campo que meu primo Carlos Magno, Magrão, saiu em disparada com a bola dominada contra o seu próprio gol após o intervalo da partida e a óbvia mudança de lado dos times. Até os jogadores do Mingu gritavam para ele parar, pois ele tinha que atacar o outro gol, o do adversário, no lado do açude. Ficou na história este "meme" hilário. 
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Centenário de Espinosa - Postagem 48

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Ele não é espinosense, nasceu na vizinha cidade-irmã baiana Urandi, mas faz parte importante da nossa centenária história. Com seu talento e genialidade com a bola, ouso afirmar que foi o maior craque de futebol de todos os tempos que se apresentou nos "desgramados" de Espinosa. Kita é o nome dele. O urandiense fez estardalhaço no nosso "Campão", desfilando sua técnica apurada e sua elegância sutil pela equipe da M. Teixeira e Espinosense em confrontos com adversários locais, como o arquirrival Santa Cruz, e de outras cidades próximas, do Norte de Minas e do Sudoeste da Bahia. Quem teve oportunidade de vê-lo em campo, certamente irá concordar comigo.  









Eu me encantava, ainda adolescente, sentado sobre galhos e folhas de madeira nova na beirada do "Campão", assistindo às atuações diferenciadas do craque da camisa 10, Kita. Fico imaginando Kita jogando na atualidade, podendo mostrar toda sua categoria e habilidade com a bola em campos gramados. Naqueles tempos, campo gramado no interior era um sonho distante. 
Em meados de 1990, a turma do 9 de Março promoveu uma confraternização para receber a visita de Kita em Espinosa. Alguns dos integrantes do nosso time tiveram o privilégio de atuar com ele, casos de Fonso, Beto e Dai, e conseguiram trazê-lo a Espinosa. Infelizmente, ele não quis jogar. Até vestiu o uniforme e posou para fotos, mas recusou entrar em campo para nos dar o prazer da sua companhia. Assim, perdi a chance de jogar ao lado do meu maior ídolo do futebol espinosense. Mas valeu registrar em fotografia a sua presença ilustre.
Kita mora atualmente na cidade baiana de Brumado. Soube que ele passou por um problema grave de saúde, mas informações dão conta de que ele superou a contento a situação, graças a Deus. Que tenha bastante saúde e felicidade!
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

Centenário de Espinosa - Postagem 47

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Uma cidade é um emaranhado de gente um tanto diferente. Afinal de contas, apesar de sermos todos filhos de Deus, somos completamente únicos e diferenciados, nunca perfeitos, mas com nossas virtudes e imperfeições. Mesmo os gêmeos, apesar de idênticos fisicamente, têm as suas peculiaridades. Então, tem gente rica e gente pobre. Tem gente que nasceu para trabalhar, empreender, fazer dinheiro e enriquecer. E tem gente que não. Tem gente que se contenta em ter o suficiente para uma existência simples, tranquila e serena, bem distante da ambição e do estresse. E tem quem consegue, sabiamente, conciliar as duas vertentes, navegando entre esses extremos da forma mais equilibrada possível. Nesse cenário e nesse contexto, ninguém está errado. O que devemos aprender é que todas as pessoas, sem exceção, são importantes e insubstituíveis, cada uma com sua integridade e singularidade, contribuindo com a manutenção de um ambiente de paz, harmonia, amor, justiça e evolução na comunidade. Portanto, todos nós merecemos respeito! 
Temos na nossa Espinosa as mais díspares figuras, desde o bem-sucedido homem de negócios e o político poderoso até o trabalhador comum e a pessoa modesta e despretensiosa, devendo todos serem considerados. Assim é que teremos uma sociedade harmônica, pacífica, justa e progressista.
A seguir, imagens de alguns personagens marcantes e queridos da nossa comunidade espinosense, gente da melhor qualidade por quem tenho o maior carinho, consideração e respeito e que construíram ou constroem a nossa centenária história. Alguns já estão em outra dimensão, infelizmente. 

Nélson Aírton Silva Oliveira, o Doidinho

Francisco Alves Martins, o Chico da Santana

Luiz Cláudio Brandão, o Claudão

Salvador Ferreira dos Santos

Pedro Afonso Nogueira Cangussu, o Fia

Antônio Cardoso de Sá, o Tone Fumim

Higino Fernandes Tolentino, o Gino Sanfoneiro

Heron dos Santos

José Dias Silveira e Alisson Campos Cruz

Vicente Batista de Sá, o Vicentão

Cairo Caldeira da Cruz

Rafaela Soares de Souza, a Rafa

Clotildes de Aguiar Tolentino

Monsenhor Geraldo Marcos Tolentino

Agostinho Silveira Tolentino, o Tim de Dudu

Já estou imaginando as críticas e polêmicas que possivelmente virão de alguns radicais. Por que selecionou apenas estas pessoas? Por que tem poucas mulheres? Por que não colocou as fotos dos meus parentes? Por que os ricos ficaram de fora? Calma, meu povo querido! Compreendo, em parte, a desconfiança e o descontentamento, mas peço que não me façam o raivoso cancelamento, tão comum nesses tempos de redes sociais desgovernadas. Explico a razão de apenas estas pessoas aparecerem aqui. A explicação é simples. Fui selecionando as pessoas no meu arquivo de fotografias, até um número limite de 15 personalidades, por conta do espaço na postagem. Só isso! Nada, portanto, de discriminação. Se a pessoa que você queria ver aqui não apareceu, foi somente porque a imagem dela não foi encontrada no meu arquivo entre as 15 que selecionei primeiro. Como disse no início do comentário, todos nós somos importantes, indiferentemente da nossa posição social ou econômica ou da nossa condição de espinosense nato ou adotado. Somos todos Espinosa! E devemos conviver sempre em clima de paz, harmonia e respeito, sem falsidade, ódio e violência. Amém!   
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense.