Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

3381 - AABB MOC inicia preparação para o CINFAABB 2024

Iniciando a preparação para a disputa do XXVIII CINFAABB – Campeonato de Integração Nacional dos Funcionários Aposentados do Banco do Brasil a ser realizado em Maceió, Alagoas, no período de 16 a 25 de abril de 2024, a equipe Supersênior de futebol society da AABB - Associação Atlética Banco do Brasil de Montes Claros participou de um jogo-treino na manhã do sábado, dia 13 de janeiro, contra alguns peladeiros do clube abebeano. 









Finalizada a partida, o resultado foi de 5 x 3, com vitória da equipe da AABB sobre os Peladeiros. Eustáquio, com três gols, e Ivo, com dois gols, marcaram para a AABB MOC. Marcone, com dois gols, e Vovô, descontaram para o time dos Peladeiros da AABB.
Terminado o confronto, os amigos e companheiros do esporte se confraternizaram alegre e harmonicamente no restaurante do clube.
Um grande abraço espinosense.


Centenário de Espinosa - Postagem 18

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

O Banco do Brasil foi e é de suma importância para o desenvolvimento da nossa Espinosa. Seja no atendimento às demandas dos setores industrial, comercial, pecuário ou da agricultura, a instituição financeira estatal de 216 anos de existência sempre esteve presente no suporte ao crescimento da cidade. Desde a agência que funcionou por algum tempo no espaço térreo da bela mansão de Moacir Brito na Praça Antonino Neves até a atual localização em prédio próprio na Praça Coronel Joaquim Tolentino, passaram por seus quadros centenas de funcionários sérios, qualificados e comprometidos com a comunidade, com a instituição e com o progresso do país, sempre agindo com lisura, dedicação e ética. Entre esses servidores, podemos destacar nosso grande espinosense de coração e alma, Francisco Gomes da Rocha, o popular e amado Xará, que aqui chegando para trabalhar, apaixonou-se pelo lugar e daqui nunca mais arredou o pé, dando-nos a satisfação de tê-lo como conterrâneo amorosamente adotado. A lista é quilométrica, daí a minha decisão de não citar todos os que passaram e se foram, bem como os que aqui fincaram raízes e se estabeleceram constituindo família, o que só nos alegra.







Da minha geração de funcionários do BB, de quando tomamos posse no início dos anos 80, alguns estão aí espalhados pelo mundo, outros se mantém firmes e fortes na nossa Espinosa querida e uns poucos infelizmente nos deixaram, como por exemplo meu grande chefe, conselheiro e amigo querido Izaías Mariano Mendes, o saudoso Zazá. 
Foram muitas histórias, muitos amigos conquistados e muitos momentos maravilhosos e memoráveis vivenciados ao lado de tantas pessoas admiráveis. Só agradecimento, saudade e gratidão!
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

Centenário de Espinosa - Postagem 17

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Em minha longa caminhada de apaixonado por futebol, tive o prazer de jogar bola nas mais diversas equipes em várias épocas, com as mais talentosas ou interessantes figuras e nos mais diferentes campos na cidade de Espinosa e fora dela. Quando tinha lá meus vinte anos, por aí, fui integrante de um time completamente diferenciado, principalmente pela denominação de Realmatismo. Formamos o time só para jogarmos amistosamente nas comunidades rurais do município, sem nenhuma pretensão de competitividade. Era somente farra e confraternização com o sempre amigável e acolhedor povo nosso da "roça", como se dizia antigamente, sem nenhum menoscabo dos irmãos da zona campestre. Com algumas mudanças, esta mesma turma fazia parte do time do Vitória, que foi obrigado a ter o nome alterado pela falta de triunfos nos campos. Já que a gente não ganhava de ninguém, quase sempre marcávamos uma partida na comunidade do Urubu, onde moravam os pais e avôs do nosso lateral-direito Tião, para reencontrarmos com a vitória, aproveitando a ruindade da equipe local, ainda menos competente que a nossa.     



No dia desta fotografia, a partida foi realizada na sede da cidade, no antigo Campão, hoje o Mercado Municipal, contra o time de Duzinho, o mesmo com camisa idêntica a do Fluminense que aparece lá atrás, na direita da imagem. Em pé estão Júlio, Edmar, Tião, Daílson e Eustáquio. Agachados estão Quinha, Luza, Dalton, Miltinho, Bolivar e Euton de Etvaldo. Não me recordo mais o resultado da partida, mas certamente nós perdemos, como quase sempre.
O ruim de recordar esses momentos tão bons e agradáveis é perceber que da fotografia, três amigos não mais se encontram conosco neste mundo terreno: Daílson, Dalton e Bolivar. Que Deus os tenha consigo!
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense.