Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

quinta-feira, 27 de abril de 2023

3191 - A maravilhosa City and Colour

Que maravilha! Consegui descobrir mais um tesouro musical nas minhas andanças virtuais no profundo e imensurável mundo da Internet. "City and Colour" é o nome da minha mais nova banda preferida. O nome pode parecer estranho, e é. Mas tem explicação simples. A denominação da banda vem do nome do talentoso Dallas John Green, cantor, compositor e multi-instrumentista canadense nascido aos 29 de setembro de 1980 em St. Catharines, Ontario. Ele fez uma brincadeira bastante inocente com seu nome, já que Dallas é uma cidade e Green é uma cor, resultando no nome da banda: "City and Colour". Dallas começou a se interessar por música desde muito cedo, ainda na infância, aprendendo rapidamente a tocar, e também a compor durante a adolescência. Integrou uma banda chamada "Helicon Blue" e após um tempo participou da banda de post-hardcore "Alexisonfire". Depois de um tempo e alguns discos lançados com a "Alexisonfire", Dallas então resolveu focar inteiramente na sua nova criação de outra temática musical, esta mais Folk, a "City and Colour". Inquieto, ele se juntou à cantora Pink em setembro de 2014, sob o nome artístico "You + Me", e lançou o álbum intitulado "Rose Ave". Atualmente ele dedica-se inteiramente ao seu projeto "City and Colour", com sete álbuns lançados.  

Álbuns do "City and Colour":
"Sometimes" (2005)
"Bring Me Your Love" (2008)
"Little Hell" (2011)
"The Hurry and the Harm" (2013)
"If I Should Go Before You" (2015) 
"A Pill For Loneliness" (2019)
"The Love Still Held Me Near" (2023)

O "City and Colour" se apresentou no Brasil em 2015 e 2016, com shows em São Paulo e Rio de Janeiro. Agora está em turnê pelos Estados Unidos, Canadá e Europa com shows marcados até 3 de novembro, nas cidades norte-americanas de Grand Rapids (Michigan), Madison (Wisconsin), Minneapolis (Minnesota), Chesterfield (Missouri), Chicago (Illinois), Indianapolis (Indiana), Columbus (Ohio), Richmond (Virgínia), Philadelphia (Pensilvânia), Washington (Distrito de Colúmbia), Boston (Massachusetts), New York (New York), Portland (Maine), Ithaca (New York) e Louisville (Kentucky); nas cidades canadenses de Sarnia (Ontário) e Toronto (Ontario); e nas cidades europeias de Frankfurt (Alemanha), Arras (França), Werchter (Bélgica), Padova (Itália), Madrid (Espanha), Lisboa (Portugal), Paris (França), Antuérpia (Bélgica), Colônia (Alemanha), Munique (Alemanha), Viena (Áustria), Praga (República Tcheca), Varsóvia (Polônia), Berlim (Alemanha), Hamburgo (Alemanha), Amsterdã (Holanda), Glasgow (Escócia), Bristol (Inglaterra), Birmingham (Inglaterra), Manchester (Inglaterra)  e Londres (Inglaterra). 
O mais recente álbum, lançado em 31 de março de 2023, denominado "The Love Still Held Me Near", tem 12 canções:
01)  "Meant to Be"
02)  "Underground"
03)  "Fucked it Up"
04)  "The Love Still Held Me Near"
05)  "A Little Mercy"
06)  "Things We Choose to Care About"
07)  "After Disaster"
08)  "Without Warning"
09)  "Hard, Hard Time"
10)  "The Water is Coming"
11)  "Bow Down to Love"
12)  "Begin Again"


Apesar de eu ter pai sanfoneiro e irmão violonista, não fui abençoado por Deus com a intimidade e talento com os instrumentos musicais. Sou um apaixonado por música, mas sem a mínima familiaridade ou vocação para criar ou interpretar canções. Não posso reclamar, pois Deus já me concedeu muito mais do que mereço. Tenho mais é que agradecer, de joelhos, por tantas dádivas recebidas. Mas confesso que seria muito mais feliz se soubesse, com maestria, compor canções lindas e memoráveis, dedilhar as cordas de um violão, extrair um solo incrível de uma guitarra ou criar sons pulsantes e irresistíveis de uma bateria com as baquetas em mãos. Assim, fica para a próxima encarnação esta aspiração, se tal metempsicose realmente existir. 
O reconfortante é poder ter a dádiva de me encantar com o som criado por artistas maravilhosos como este Dallas Green, um mestre na arte de conceber melodias harmoniosas e cativantes, que batem fundo no coração e na alma da gente. Minha relação com a música não se dá pelo conhecimento técnico, já que não o possuo minimamente, mas apenas e tão somente pela conexão automática da afinidade musical. É aquela sensação instantânea de atração afetiva pela criação artística de alguém, algo um tanto quanto inexplicável. É uma paixão imediata, mas nunca equivocada, falsa ou efêmera. Começa com a paixão súbita e transforma-se em amor eterno. Assim é a música na minha vida, um bálsamo que traz alívio, paz e um prazer indômito. E como me faz bem a música do Dallas Green! 
Um grande abraço espinosense.