Espinosa, meu éden

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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

4141 - Marina Sena exalta sua mineirice taiobeirense

Desde que a vi cantar e encantar há uns 10 anos, num palco montado na Praça da Matriz em Montes Claros diante de pouco mais de umas 50 pessoas, percebi imediatamente que aquela menina magrinha, talentosa, afinada, ousada e extremamente sensual estaria em algum tempo futuro conquistando o Brasil. E acertei na mosca! Só não imaginava que ela iria tão longe assim, conquistando admiradores pelo mundo afora. Ela, a cantora e compositora Marina de Oliveira Sena, jamais deixou de afirmar e exaltar a sua mineirice "taiobeirana", pois que fruto do Sertão Norte-Mineiro, oriunda da cidade de Taiobeiras, nas Minas Gerais, também terra da minha querida comadre Anny Kássia. E agora, já consolidada no sucesso no cenário musical brasileiro, ela faz homenagem bonita à sua terra natal com a canção "Taiobeiras (folha grande)", lançada ontem no YouTube. Marina é a estrela da nova campanha da @bershka Music.



Discografia de Marina Sena:
De Primeira (2021)
Vício Inerente (2023)
Coisas Naturais (2025)



Marina Sena é uma artista completa, das solas do pés até o mais alto fio de cabelo, inteira, livre, espontânea, corajosa, sensual, revolucionária, vanguardista, mulher, diva, talento puro. A menina "doidona" e "esquisita" da infância e adolescência cresceu, abriu asas, alçou voo e conquistou sua independência, chegando ao topo, deixando para trás, mas jamais descartando ou renegando, sua História construída em Montes Claros nas experiências sonoras e fraternais com as bandas "Baru Sonoro", "A Outra Banda da Lua" e "Rosa Neon". 
Suas origens e suas raízes sempre estão presentes na vida e na carreira artística da Marina, o que só nos enche de orgulho e contentamento. Que ela siga assim, cheia de criatividade, mineiridade e apego às nossas tradições. E que seja, mais que bem-sucedida na carreira, plenamente feliz! 
Um grande abraço espinosense.




TAIOBEIRAS (folha grande)
Marina Sena, Enzo Di Carlo, Pedro Lucas Ferraz, Janluska e Filipe Coimbra

E quem vai dizer que eu não sou ligeiro?
Meu sangue é mineiro, eu sei me enfiar
No mundo, eu sei viver o agora
Se for minha hora, eu estarei lá

Meu coração não pesa no abismo
Eu vou sem juízo no rumo do mais
Se quer saber, eu sou brasileira
Lá de Taiobeiras, mas moro no mar

Meu senhor, não me olhe torto
Meu corpo é santo
Se eu te encontro, eu tiro o seu quebranto
Ecoa, ecoa, ecoa, ecoa
Céu azul só tem lá no meu canto
Seu céu é pranto
Voadores, olhos de meu canto
Ecoa, ecoa, ecoa, ecoa
Ninguém vai dizer que eu não sou ligeiro
Meu sangue é mineiro, eu sei me enfiar
No mundo, eu sei viver o agora
Se for minha hora, eu estarei lá

Meu coração não pesa com o abismo
Eu vou sem juízo no rumo do mais
Se quer saber, eu sou brasileira
Lá de Taiobeiras, mas moro no mar

Meu senhor, não me olhe torto
Meu corpo é santo
Se eu te encontro, eu tiro o seu quebranto
Ecoa, ecoa, ecoa, ecoa
Céu azul só tem lá no meu canto
Seu céu é pranto
Voadores, olhos de meu canto
Ecoa, ecoa, ecoa, ecoa