Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

quinta-feira, 16 de julho de 2026

4113 - Morreram Régis do Banco do Brasil, Adnaldo, Domingos e Juarez

Foi com os sentimentos de saudade e tristeza que tomei conhecimento há pouco do falecimento do ex-colega de trabalho Régis Carmello. Com seus inconfundíveis bigodão e calvície, Régis trabalhou na agência do Banco do Brasil de Espinosa por um bom tempo, criando fortes laços de amizade na nossa comunidade, sempre atuante e participativo nos eventos sociais da época. Ele tinha 88 anos de idade e morava em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
À esposa Aracy, às filhas Lourdes, Cármem e Sônia Regina e aos demais familiares, registro aqui os meus sinceros sentimentos de pesar, a minha solidariedade cristã e a prece ao Senhor Deus para que lhes conforte neste momento de tamanha tristeza e sofrimento com a perda de pessoa tão querida.
Que o Régis, findada sua caminhada terrena, descanse na mais completa paz no Reino dos Céus.
Também registro os falecimentos de Adnaldo Alves, de Domingos Tertulino de Oliveira, o Zinho, e de Juarez Carvalho de Lima.
A todos os familiares dos falecidos os meus sentimentos de pesar. Que o bom Deus os console e que os irmãos mortos descansem em paz!
Um grande abraço espinosense.








4112 - Espanha e Argentina estão na grande final da Copa do Mundo FIFA 2026

Que pena, está quase acabando! A Copa do Mundo FIFA 2026 está chegando ao seu momento mais esperado, a grande final para que conheçamos a melhor seleção do planeta na atualidade. Após 104 partidas, na maioria de muita qualidade técnica e imensa emoção, eis que a Copa do Canadá, dos Estados Unidos e do México chega ao seu final com enorme sucesso, algumas polêmicas extra e intracampo, umas jogadas desonestas de bastidores do poder e um brilho gigantesco dos maiores craques dos tempos atuais, grande parte deles se despedindo do futebol. O gênio argentino Lionel Messi, o fenômeno português Cristiano Ronaldo e os craques croata Luka Modric, senegalês Sadio Mane, belga Kevin De Bruyne, alemão Manuel Neuer, colombiano James Rodríguez e suíço Granit Xhaka estão se despedindo da disputa da Copa e da carreira profissional, nos seus últimos momentos em campo.



Outros jogadores também se destacaram, especialmente os goleiros, com ótimas performances de Vozinha (Cabo Verde), Eloy Room (Curaçao), Lionel Mpasi (República Democrática do Congo), Orlando Gill (Paraguai), Ronwen Williams (África do Sul), Gregor Kobel (Suíça), Emiliano "Dibu" Martínez (Argentina), Unai Simón (Espanha), Mike Maignan (França), Thibaut Courtois (Bélgica), Diogo Costa (Portugal), Yassine Bounou (Marrocos) e Bart Verbruggen (Holanda). Mas também se sobressaíram jovens craques como Lamine Yamal (Espanha), Desiré Doué e Michael Olise (França), Vinícius Júnior, Rayan, Gabriel Magalhães e Bruno Guimarães (Brasil), Ayyoub Bouaddi (Marrocos), Yan Diomandé (Costa do Marfim), Antonio Nusa (Noruega), Erling Haaland (Noruega), Ibrahim Mbaye (Senegal), João Neves (Portugal), Pau Cubarsí (Espanha), Nico Paz (Argentina) e Warren Zaïre-Emery (França). E teve mais gente merecedora de elogios. Alguns poucos decepcionaram.
Antes de a bola rolar nas semifinais, eu apostava nas vitórias de França e Argentina, com a França sendo a minha favorita a levantar a taça de Campeã Mundial. Deu errado, parcialmente.




Na tarde da terça-feira, 14 de julho, entraram em campo, na primeira partida semifinal, as favoritas equipes de França e Espanha, na expectativa geral de um jogo espetacular e memorável. Mas para surpresa minha, a partida não teve a efervescência e a equivalência aguardadas. A França, com seus tantos craques renomados, não conseguiu se desvencilhar da força e do domínio da ajustada Espanha. Os primeiros minutos de jogo foram de muita cautela das equipes, concentradas nas estratégias desenhadas pelos treinadores. Um verdadeiro jogo de xadrez. A Espanha teve uma boa chance em cobrança de falta aos 10 minutos, mas Álex Baena desperdiçou chutando na barreira. A França ameaçou a Espanha em um longo lançamento para Mbappé, que foi desarmado pela defesa espanhola, aos 15. Logo adiante, aos 19 minutos, um lance infeliz de Digne foi decisivo para o desenrolar da partida. O lateral-esquerdo francês se atrapalhou e atingiu o rápido e envolvente Lamine Yamal, cometendo pênalti indiscutível. Um vacilo fatal, que Oyarzabal aproveitou para colocar a Espanha em vantagem no placar, com uma cobrança forte e indefensável para Maignan. O dia não era mesmo positivo para a França, que perdeu seu zagueiro Saliba aos 29 minutos, lesionado e substituído por Lacroix. A Espanha tinha mais posse de bola, trocava passes em profusão e dominava a partida, criando mais uma ótima chance aos 37 minutos, com a intervenção providencial de Upamecano em finalização de Fabián Ruiz. Aos 41 minutos, uma isolada chance de gol para a França, com o goleiro Simón tirando a bola de Mbappé, atuando como um líbero. 
Na segunda etapa o cenário não mudou, com a Espanha trocando passes e comandando a partida. Aos 12 minutos, seu segundo gol, através de excelente e eficiente tabela entre Dani Olmo e o lateral Pedro Porro, que finalizou com categoria e colocou 2 x 0 no placar. A França, em desvantagem, não tinha outra opção que não atacar em busca de um já improvável empate. Colocou Rayan Cherki e Theo Hernández no jogo e partiu para o ataque. Mas quem criou boa chance foi a Espanha, com Yamal, aos 15 minutos, flagrado em posição de impedimento. Aos 18, Mbappé entrou pela esquerda e finalizou da linha de fundo para boa defesa de Simón. A França insistia. Aos 21, Mbappé chutou forte para fora, com desvio em Cucurella. Aos 32, o espanhol Ferran tocou com perigo, de cabeça. Aos 35, uma boa chance para a França, em jogada de contra-ataque. O goleiro Unai Simón interceptou parcialmente lançamento para Mbappé e a bola sobrou para Doué, que num lance infeliz, tocou baixo sem conseguir acertar o gol da Espanha sem goleiro. Não era um bom dia para a seleção "Les Bleus". Aos 36, mais uma tentativa francesa impedida pelo ótimo goleiro Simón, que brilhou até como líbero. Mbappé tentou mais uma vez, cobrando falta próxima à área, mas chutando por cima do travessão. Aos 44, mais uma tentativa francesa infrutífera com Mbappé, desarmado por Cucurella dentro da área na hora da finalização. Nos acréscimos, Dembélé tentou duas vezes em sequência, chutando a gol para defesas de Unai, acabando com as chances de a França realizar o mesmo milagre da virada da Argentina contra o Egito. A Espanha vai estar na final, com todos os méritos de uma campanha louvável, apresentando uma solidez defensiva invejável, com apenas um gol tomado em sete partidas. A França irá disputar o terceiro lugar, também com todos os elogios pela bela campanha,   





RESUMO DA PARTIDA
ESPANHA 2 X 0 FRANÇA
Motivo: Semifinal da Copa do Mundo FIFA 2026
Local: Arlington, Texas, Estados Unidos
Data: Terça-feira, 16h, 14 de julho de 2026
Arbitragem:
Árbitro: Iván Barton (ELS)
Assistentes: David Morán (ELS) e Antonio Pupiro (NIC)
Quarto Árbitro: Glenn Nyberg (SUE)
RAR: Mahbod Beigi (SUE)
VAR: Tomasz Kwiatkowski (POL), Dennis Higler (HOL) e Guillermo Pacheco (MEX) 
Gols: Oyarzabal, de pênalti, aos 22 minutos do 1º tempo, e Pedro Porro, aos 13 minutos do 2º tempo (Espanha)
Cartões amarelos: Cucurella (Espanha); Rabiot e Mbappé (França)
ESPANHA: 23-Unai Simón; 12-Pedro Porro (5-Marcos Llorente), 22-Pau Cubarsí, 14-Aymeric Laporte e 24-Marc Cucurella; 16-Rodri, 8-Fabián Ruiz (20-Pedri) e 10-Dani Olmo (6-Mikel Merino); 19-Lamine Yamal, 21-Mikel Oyarzabal (7-Ferran Torres) e 15-Álex Baena (17-Nico Williams)
Treinador: Luis de la Fuente Castillo
Estiveram no banco de reservas: 1-David Raya, 13-Joan García, 2-Marc Pubill, 3-Álex Grimaldo, 4-Eric García, 9-Gavi, 11-Véremy Pino, 18-Martín Zubimendi, 25-Víctor Muñoz e 26-Borja Iglesias
FRANÇA: 16-Mike Maignan; 5-Jules Koundé, 4-Dayot Upamecano, 17-William Saliba (26-Maxence Lacroix) e 3-Lucas Digne (19-Theo Hernandez); 14-Adrien Rabiot (6-Manu Koné), 8-Aurélien Tchouaméni e 11-Michael Olise (24-Rayan Cherki); 12-Bradley Barcola (20-Désiré Doué), 7-Ousmane Dembélé e 10-Kylian Mbappé
Treinador: Didier Deschamps
Estiveram no banco de reservas: 1-Brice Samba, 23-Robin Risser, 2-Malo Gusto, 15-Ibrahima Konaté, 21-Lucas Hernández, 13-N´Golo Kanté, 18-Warren Zaire-Emery, 25-Maghnes Akliouche, 9-Marcos Thuram e 22-Jean-Philippe Mateta


Na quarta-feira, 15 de julho, confrontaram-se Argentina e Inglaterra, em jogo de muita rivalidade histórica, primeira partida de Lionel Messi contra o rival. Com Mick Jagger, David Beckham, Rio Ferdinand, Javier Mascherano e Giannis Antetokounmpo presentes no estádio de Atlanta, a partida começou com o toque inicial de Lionel Messi. As equipes se mostravam completamente concentradas e com foco na marcação do adversário. Jogo tenso. Pressão. Marcação firme. Pouco espaço. Ânimos exaltados. Provocações. Faltas em sequência. O clima já esquentou cedo no confronto de gigantes, após falta de Enzo Fernández em Elliot Anderson. Mas nada de eletrizante aconteceu até a pausa para a hidratação, só um cruzamento de Reece James interceptado por Emiliano "Dibu" Martínez, mais nada. A primeira finalização com algum perigo só veio aos 32 minutos, em cobrança de falta de Declan Rice para cabeçada para fora de John Stones. Aos 34, Reece James bateu falta com força para defesa de Dibu. Aos 35, Elliot Anderson recebeu cartão amarelo por falta dura em Lionel Messi, que se desvencilhou com habilidade de três rivais. Aos 37, A Argentina assustou a Inglaterra, com um chutaço de Enzo Fernández de fora da área que passou muito perto do ângulo direito do gol de Jordan Pickford. Lisandro Martínez, aos 41 minutos, recebeu cartão amarelo por falta dura em Morgan Rogers. E assim, com forte marcação mútua, terminou a primeira etapa.
No segundo tempo, a coisa ficou mais animada. Logo no primeiro minuto, após longo lançamento, a Argentina quase marcou, com boa finalização de Julián Álvarez defendida com arrojo pelo goleiro Pickford. Na sequência, o próprio Julián chutou forte rente à trave esquerda, na rede pelo lado de fora. Aos 9, o gol inglês. Harry Kane, craque de bola, fez belo lançamento para Morgan Rogers, que após corte parcial de Nicolás Tagliafico e passe de Declan Rice, cruzou na área para a finalização certeira de Anthony Gordon, colocando a Inglaterra na frente do placar. Em desvantagem, a Argentina partiu para o ataque, com Messi, sempre ele, colocando Giuliano Simeone na cara do gol com ótimo passe, mas a intervenção providencial de Djed Spence impediu o empate. O jogo pegou fogo! Aos 20 minutos, outro bom chute a gol da Inglaterra, com Rice, para firme defesa de Dibu. Aos 23 minutos, Pickford fez milagre em uma defesa monumental. Após cruzamento magistral de Messi, Nico González cabeceou no chão e o goleiro inglês conseguiu defender, rebatendo a bola pro lado. Com paciência, a Argentina trocava passes diante da fechada defesa da Inglaterra procurando um espaço para chegar ao gol. E aos 30 minutos mais uma ótima chance depois de cruzamento perfeito de De Paul na cabeça de Mac Allister, que acertou a trave direita. Com a Inglaterra totalmente recuada e acuada, sem opções de contra-ataque, a Argentina pressionava e buscava insistentemente o gol, arriscando alguns chutes de fora da área, como ocorreu aos 39 minutos, com excelente chute de Enzo para defesa de Pickford por cima do travessão. E o tempo se esgotava para a Argentina realizar outro milagre de reverter placar desfavorável como aconteceu contra o Egito. E o futebol é mágico, imprevisível e apaixonante. Após a cobrança de escanteio, o gênio Lionel Messi recebeu, dominou, levantou a cabeça e rolou a bola para Enzo Fernández sem marcação na entrada da área. O meio-campista recebeu, dominou e chutou colocado no ângulo direito de Pickford, sem chance de defesa. A Argentina renascia novamente em um momento de imensa dificuldade. Estava empatada a partida, com prorrogação à vista. Mas não foi o que aconteceu, para delírio de milhões de apaixonados hermanos. Já nos acréscimos, Mac Allister recebeu passe da esquerda e chutou rasteiro. A bola bateu na trave esquerda e retornou para Messi que lançou com perfeição com a perna direita na cabeça de Lautaro na área para balançar pela segunda vez na partida as redes de Pickford e decretar que a incrível equipe argentina vai enfrentar a Espanha na final da Copa. Os argentinos foram à loucura com mais uma virada histórica. A Inglaterra, que apostou na tática de só se defender no segundo tempo para garantir a vitória, foi punida, seguindo com a frustração de montar boas equipes mas fracassar nos momentos decisivos. Tristeza para Harry Kane, Jude Bellingham e seus companheiros, bem como para milhões de ingleses, entre eles o desafortunado, no futebol, Mick Jagger, um gigante da música. A Argentina, de Messi e Enzo, fez calar e desanimar um tanto de gente que torcia contra, inclusive muitos brasileiros. A Argentina mantém o feito de nunca perder uma semifinal de Copa do Mundo. Agora é tudo ou nada na grande final entre Espanha e Argentina. A Espanha tem melhor elenco e um time muito entrosado, mas no futebol isso às vezes não é garantia de sucesso. Certamente será uma partida tensa, disputada, com nervos à flor da pele, com final feliz para uma nação enquanto a outra chora. Assim é a vida, assim é o futebol. Só sei que é um prazer e um privilégio estar vivo para ver um gênio como Lionel Messi jogar bola. Qualquer seja o resultado da final, Messi tem que ser eleito o Melhor Jogador do Mundo mais uma vez. Questão de Justiça!  
É incrível perceber que, aos 39 anos e 21 dias, Lionel Messi se consolidou como o jogador de linha mais velho a disputar uma semifinal de Copa do Mundo, demonstrando sua total dedicação à carreira, mantendo-se ativo, produtivo, competitivo, ao contrário de colegas mais jovens que se perderam no caminho com outras prioridades.
A emocionante vitória de virada sobre a Inglaterra trouxe de volta à discussão a triste Guerra das Malvinas, que durou 74 dias, entre 2 de abril e 14 de junho de 1982, motivada pela disputa de soberania do arquipélago das Ilhas Malvinas, ou Falkland para os ingleses, controlado pelo Reino Unido desde 1833, mas reivindicada pela Argentina. Foram 907 mortos, sendo 649 argentinos, 255 britânicos e três civis da ilha. Após a partida, os jogadores levantaram uma bandeira trazida por torcedores onde se lia a frase: "as Malvinas são argentinas", motivo de alguma provável punição da FIFA.





RESUMO DA PARTIDA
ARGENTINA 2 X 1 INGLATERRA
Motivo: Semifinal da Copa do Mundo FIFA 2026
Local: Atlanta, Geórgia, Estados Unidos
Data: Quarta-feira, 16h, 15 de julho de 2026
Arbitragem:
Árbitro: Ismail Elfath (EUA)
Assistentes: Corey Parker (EUA) e Kyle Atkins (EUA)
Quarto árbitro: Maurizio Mariani (ITA)
Gols: Enzo Fernández, aos 40 minutos, e Lautaro Martínez, aos 47 minutos do 2º tempo (Argentina); Anthony Gordon, aos 10 minutos do 2º tempo (Inglaterra)
Cartões amarelos: Cuti Romero, Lisandro Martínez e De Paul (Argentina); Elliot Anderson (Inglaterra) 
ARGENTINA: 23-Emiliano "Dibu" Martínez; 26-Nahuel Molina (4-Gonzalo Montiel), 13-Cristian "Cuti" Romero, 6-Lisandro Martínez (19-Nicolás Otamendi) e 3-Nicolás Tagliafico (22-Lautaro Martínez); 5-Leandro Paredes (15-Nico González), 20-Alexis Mac Allister, 24-Enzo Fernández; 17-Giuliano Simeone (7-Rodrigo De Paul), 10-Lionel Messi e 9-Julián Álvarez
Treinador: Lionel Scaloni
Estiveram no banco de reservas: 1-Juan Musso, 12-Gerónimo Rulli, 2-Marcos Senesi, 25-Facundo Medina, 8-Valentín Barco, 14-Exequiel Palacios, 11-Giovani Lo Celso, 18-Nico Paz, 16-Thiago Almada e 21-José Manuel "Flaco" López
INGLATERRA: 1-Jordan Pickford; 24-Reece James (15-Dan Burn), 5-John Stones (22-Ivan Toney), 6-Marc Guéhi e 25-Djed Spence (11-Marcus Rashford); 4-Declan Rice (3-Nico O’Reilly), 8-Elliott Anderson e 10-Jude Bellingham; 17-Morgan Rogers, 9- Harry Kane e 18-Anthony Gordon (2-Ezri Konsa)
Treinador: Thomas Tuchel
Estiveram no banco de reservas: 13-Dean Henderson, 23-James Trafford, 12-Trevoh Chalobah, 14-Jordan Henderson, 21-Eberechi Eze, 16-Kobbie Mainoo, 7-Bukayo Saka, 19-Ollie Watkins e  20-Noni Madueke 




Como não nasci com a capacidade de prever o futuro como o Nostradamus, e por ter errado feio nas tentativas passadas, não vou me arriscar desta vez em prognósticos para a grande final, conformando-me com qualquer resultado, mesmo porque eu ficaria contente com qualquer uma das equipes semifinalistas conquistando o título da Copa do Mundo, pela minha admiração e respeito aos craques Kylian Mbappé, Ousmane Dembélé, Jude Bellingham, Harry Kane, Rodri, Lamine Yamal e o gênio da bola Lionel Messi. Quem levantar a taça terá todo o merecimento pelo ótimo trabalho realizado. Aí é só comemorar a conquista, sem moderação!
Um grande abraço espinosense.