Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

Centenário de Espinosa - Postagem 73

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Na fachada do prédio do velho Mercado Municipal instalado na Praça Coronel Heitor Antunes, bem ao lado da Prefeitura, podemos ver gravada a data da sua inauguração, ano de 1940. Ali fervilhava o movimento comercial da época, com os dias de sábado sendo tomados por gente de todo o município querendo vender e gente querendo comprar produtos agrícolas, na imensa maioria gêneros alimentícios como arroz, feijão, farinha, verduras, frutas, como também carne e até a boa e velha cachaça. Na lateral e nos fundos do Mercado, o movimento era intenso também nas mercearias, bares, barracas e bancas que ofertavam quase tudo. Era o shopping center da época.
Diante do prédio do velho Mercado e nas proximidades, na área da praça ainda sem infraestrutura, ficavam estacionados os carros de bois carregados de lenha e melancia, assim como as montarias, bois e cavalos, eram amarradas aos troncos dos fícus ali existentes. Neste espaço, vendedores de vários produtos naturais e manufaturados atendiam os clientes nas suas barracas ou bancas ali montadas, transformando-se em uma movimentada aglomeração que se estendia pela manhã. À tardinha, era hora de os vendedores desmontarem e embalarem tudo e retornarem para suas casas, muitas delas na zona rural, menos aqueles que iam comemorar o sucesso das vendas nos bares da Rua da Resina.














Mas o antigo prédio de fachada bonita e bem desenhada serviu para algo mais animado ainda, o Carnaval. Ali em determinada época foi realizada a festa do Carnaval da cidade, abrindo espaço para a diversão da população, com acesso liberado a todos. Mais adiante o local serviu como depósito de veículos da Prefeitura, depois funcionou como uma feirinha, com alguns estabelecimentos comerciais instalados em barracas.
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

Centenário de Espinosa - Postagem 74

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Nos tempos de outrora as coisas eram bem mais difíceis que na atualidade, imagino que em quase todas as áreas. No campo do futebol, especificamente, eram praticamente inexistentes os uniformes disponíveis para compra, e quando encontrados, estavam distantes das condições financeiras dos jogadores e times mais humildes. Nas antigas fotografias de alguns times de Espinosa, notadamente os da zona rural, notamos a variedade dos estilos das camisas e a diferença de cores e modelos de calções e meiões entre os jogadores. Com o avanço da civilização e evolução da sociedade, as condições de vida melhoraram e o acesso a bens de consumo foi imensamente facilitado. Nos novos tempos, ficou bem mais fácil adquirir um jogo de camisas ou ainda ser presenteado por políticos em campanha eleitoral ou por distribuição legal pelas secretarias municipais de esportes. Hoje, na Internet, em sites de confecções, é fácil e rápido escolher, montar o design e adquirir jogos de camisas completos e diferenciados, com preços bastante acessíveis, um grande progresso. 




Nestas duas antigas fotografias tiradas em local e de times desconhecidos, podemos reparar na total falta de uniformidade nas vestimentas dos atletas, fato bastante comum naqueles tempos de dificuldade de acesso a produtos industriais em cidades interioranas. Mas o que mais me chamou a atenção foi o estilo nada convencional dos atletas de posar para a fotografia. Normalmente, a pose clássica de jogadores de futebol era com seis atletas da defesa em pé, de braços cruzados, e mais cinco atacantes agachados, com algumas mínimas variações ao longo do tempo. Nestas duas fotos aparecem cinco atletas de pé, com braços soltos, nas costas ou na cintura, o que não surpreende muito. O que me causou surpresa é a inusitada pose dos atletas em duas fileiras de três, ajoelhados e sentados. Mais interessante ainda é a primeira imagem, onde os três atletas sentados formam um cenário esdrúxulo, com o goleiro no centro segurando a bola nas mãos e dois jogadores nos extremos a firmando com os pés. Adorei a criatividade dos caras e vou tentar repeti-la em algum momento futuro com meu time.
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

3393 - Vem aí álbum novo do Pearl Jam

É Carnaval, eu sei. Mas como todo dia, hoje também é dia de Rock and Roll, men and women! E ninguém personifica tão bem esta fundamental vertente da música quanto o Pearl Jam do magnífico cantor e compositor Eddie Vedder, de quem sou fã inveterado. O cara já é uma lenda do Rock, com sua voz maravilhosa e suas interpretações intensas e impactantes. E para alegria dos fãs, o Pearl Jam estará lançando mais um disco no próximo dia 19 de abril, o "Dia dos Povos Indígenas", esses irmãos tão massacrados e perseguidos covardemente pelos gananciosos por grana e poder. 
O álbum, produzido pelo ganhador do prêmio Grammy, Andrew Watt, se chamará "Dark Matter" e teve sua primeira música lançada há poucos instantes, de mesmo nome. Este será o décimo segundo disco de estúdio lançado pela banda formada por Eddie Vedder (vocal), Mike McCready (guitarra), Matt Cameron (bateria), Jeff Ament (baixo) e Stone Gossard (guitarra). O álbum anterior foi "Gigaton", lançado em 2020. 



Eis as onze canções de "Dark Matter":
1) Scared of Fear
2) React, Respond
3) Wreckage
4) Dark Matter
5) Won’t Tell
6) Upper Hand
7) Waiting for Stevie
8) Running
9) Something Special
10) Got to Give
11) Setting Sun



A banda capitaneada pelo fenomenal Eddie Vedder não se contenta em apenas fazer boa música. Ela mantém uma instituição denominada Vitalogy Foundation que se dedica à luta em defesa dos povos indígenas, dos desabrigados e do Meio Ambiente. Ação digna de aplausos.
Os membros do Pearl Jam foram introduzidos em 2017 no Rock and Roll Hall of Fame.
Agora é curtir a primeira canção liberada do disco e aguardar as restantes com muita expectativa de mais um grande trabalho roqueiro desta banda sensacional que eu adoro.
Um grande abraço espinosense.


 

Centenário de Espinosa - Postagem 71

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Na nossa secular trajetória histórica, tivemos o privilégio de receber como convidados algumas figuras de projeção nacional e até internacional. Pelo nosso território já se apresentaram musicalmente artistas renomados como Nélson Gonçalves e Moacir Franco e estiveram presentes, em campanhas e eventos políticos, figuras de grande importância como Tancredo Neves e Francelino Pereira. No esporte também tivemos a regalia de receber a visita do time dos Milionários para um confronto amistoso com o Cruzeirinho em agosto de 1986. 




No Estádio Paulo Caldeira da Cruz Campos, o Caldeirão, ainda sem gramado, o time máster denominado Milionários, que reunia ex-jogadores profissionais, fez uma bela exibição para o grande público que esteve presente no domingo. Entre os atletas em campo, estavam os Campeões Mundiais da Copa de 1970, o folclórico e goleador atacante Dario e o goleiro Félix. Outra figura de destaque foi o lateral-direito Zé Maria, que se notabilizou defendendo a camisa do Corinthians. Na primeira fotografia publicada, o ídolo atleticano Dadá Maravilha posa com o então garotinho Bruno, filho de Isabel Cristina Cangussu Tolentino e Cláudio Renault Grossi.
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

Centenário de Espinosa - Postagem 72

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Como não poderia deixar de ser, se havia um Cruzeirinho na cidade de Espinosa, não poderia faltar o Atletiquinho. Treinado pelo gênio da marcenaria Filuca, o time de garotos vestia com orgulho e talento a camisa alvinegra do Clube Atlético Mineiro na cidade. Com os atletas Júnior e Valdivino como goleiros, a equipe atleticana ainda contava com grandes jogadores como Nenzão, Claudão, Tonhão, Fá, Boy, Rildo, Cassildo, Carlinhos Meloso, Newton, Aníbal, Bibi, Nena e Bosquinho.




Interessante que, se não me falha a memória, o Atletiquinho não era adversário direto do Cruzeirinho, não acontecendo nenhuma partida entre eles. Pelo menos não me recordo de ter enfrentado essa turminha porreta. Tempos mais tarde tive o prazer de jogar contra e ao lado de alguns desses jogadores, casos de Claudão, Rildo, Tonhão, Carlinhos, Fá e Nenzão. Os dois últimos foram grandes adversários nos bons tempos do futebol de Espinosa. Espero que todos estejam bem de saúde e de felicidade! Saudades do meu amigo Filuca!
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

3392 - Aniversário de Mauro César Ramires Soares

A casa do querido conterrâneo alcunhado na adolescência de "Popô Garapa" foi o palco da comemoração do aniversário do amigo e colega de BB Mauro César Ramires Soares na noite da chuvosa quinta-feira passada, 8 de fevereiro de 2024. Aos que desconhecem quem é "Popô Garapa", explico, sem mais delongas. Trata-se do espinosense José Geraldo Leão Cangussu, professor e batalhador ativista político e ferrenho defensor da Democracia, mais conhecido na cidade de Montes Claros pelo seu outro apelido de "Kojak". No maravilhoso espaço nos fundos de sua residência, está instalada a famosa Cachaçaria do Kojak, que reúne centenas de espécimes de boa cachaça fabricadas em diversos lugares do país, inclusive Espinosa. 
Foi ali, com a presença de alguns amigos mais próximos que Mauro e sua namorada Cibele promoveram um encontro festivo para celebrar o aniversário dele. A chuva abençoada que molhava o esturricado chão do Sertão do Norte de Minas em nada prejudicou a animação e o contentamento do aniversariante e dos seus convidados, todos irmanados na confraternização pacífica e harmoniosa e encantados com as saborosas comidas disponíveis, com as cervejas estupidamente geladas e a enxurrada de estimulantes clássicos do Samba e da MPB interpretados perfeitamente pela ótima dupla Fabiana Lima & Bruno Andrade. 





Foi agradabilíssimo poder estar presente para festejar mais um aniversário do amigo Mauro e confraternizar com pessoas tão maravilhosas que também estiveram presentes. E foi gratificante perceber a alegria estampada no seu rosto com a comemoração de mais um ano de vida, com muita amizade, fartura e música de excelente qualidade. 
Parabéns e vida feliz, longa e saudável a Mauro! 
Um grande abraço espinosense.



Centenário de Espinosa - Postagem 70

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Certamente, o acontecimento mais aguardado e comemorado pela população espinosense é a sangria da Barragem do Estreito. Como bravos habitantes do Sertão Norte-Mineiro, acostumados a enfrentar e vencer os danosos efeitos da insensível seca que incessantemente nos castiga, a chegada das abençoadas chuvas, que peregrinam pelos leitos antes secos dos nossos rios e desaguam em grande quantidade nas nossas barragens, reacendem a nossa esperança e nos fortalecem para seguir adiante na busca pela sobrevivência e por uma vida mais prazerosa e confortável.
A Barragem do Estreito foi construída nos anos 60 e é a fonte de abastecimento de água da cidade de Espinosa, sendo esta operação administrada pela Copasa. 













A sangria da Barragem do Estreito não é um fato corriqueiro. Acontece de vez em quando, em anos de chuvas abundantes, com grandes cheias nos rios que inundam, da abençoada água, as barragens do Estreito e da Cova de Mandioca, ocasionando o transbordamento no paredão de concreto localizado no lado mineiro da imensa instalação hídrica. Quando isto ocorre, muitos de nós, espinosenses, deixamos nossas casas e vamos apreciar de perto esta maravilha da Natureza. Sozinhos ou na companhia de familiares e amigos, vamos para lá comemorar com a devida alegria e esperança a beleza da vida, tomando banho, pescando ou fazendo aquela farra.
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense.

Centenário de Espinosa - Postagem 69

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

A história de uma cidade não se resume aos fatos históricos e às personalidades locais. Lugares, construções, empreendimentos e até alguns veículos tornam-se figuras relevantes na trajetória evolutiva da cidade. Os mais atentos e observadores, e mais antigos, obviamente, certamente se lembrarão da Rural de Quincão, da Rural de Bola, da Rural de Didi Freitas, do Fenemê de Yeyé Antunes, do Dodge Dart de Amável, do Aero Willys de Zezé Sepúlveda, do Fusca de Wanderley do BB, do Ford Maverick de Plínio do BB, do DKW-Vemag de Negão da Oficina e do Jeep de Sêo Vavá, entre tantos outros automóveis, picapes e caminhões históricos. 
Este último foi protagonista de muitas e saborosas histórias e entrou definitivamente para as nossas vidas, nós da Rua da Resina. O Jeep era o xodó de Sêo Florisvaldo Lopes Cruz, o querido Vavá da Caixa. Funcionário da extinta instituição financeira Minas Caixa, Sêo Vavá comprou o Jeep basicamente para levá-lo às caçadas que tanto gostava de fazer no mato, ao lados dos filhos e dos amigos. Mas o Jipão, como o apelidamos carinhosamente, tornou-se o único meio de locomoção de toda a nossa turma para todas as circunstâncias. Com espaço concebido para duas pessoas nos bancos da frente e para quatro pessoas na parte traseira, o Jipão era tão generoso que acomodava o dobro disso ou até mais, mostrando sua força e bravura. Às vezes, em movimento, soltava uma das rodas dianteiras, mas mesmo assim se mantinha firme e ereto, sem consequências para seus ocupantes. Era nele que, sob a direção do saudoso Gera, íamos para a fazenda de Clóves Cruz comprar litros da famosa pinga "Ingazeira" para fabricar as "batidas" distribuídas nas nossas festinhas. Era nele, com Gera ou Quinha na direção, que pongávamos em bando para sair pelos botecos da cidade curtindo a juventude, sem medo de ser feliz. Era também nele que passeavam na cidade as filhas de Sêo Vavá e a nossa turma se deslocava para os passeios nos recantos naturais da região, como por exemplo o Açude de Clóves. 






Nos animados Carnavais de Espinosa, o Jipão era aquele que nos levava em carreata pelas ruas, acomodando uma inacreditável quantidade de foliões até mesmo sobre o capô. A última fotografia acima, apesar de pouco nítida e um tanto cortada, é uma prova inequívoca da importância e da robustez do velho Jipão de Sêo Vavá que tanto nos serviu e nos proporcionou momentos memoráveis. 
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

domingo, 11 de fevereiro de 2024

Centenário de Espinosa - Postagem 68

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Uma imagem que me entristece bastante nos meus retornos temporários à minha amada Espinosa é a do abandono e degradação contínua e agora cada vez mais acelerada do velho prédio que um dia abrigou a Estação Ferroviária da cidade. Sem nenhum interesse da empresa proprietária do bem em proteger e restaurar sua construção inaugurada por volta do ano de 1951, muito menos de doá-la ao município de Espinosa para uso cultural, a edificação sofre estragos constantes com vandalismo e com a ação deletéria do tempo. 













Atualmente, o telhado está quase todo destruído e algumas paredes já estão desmoronando com a força das chuvas. Para quem sonhava em ver um dia sua estrutura sendo cuidada e recuperada e destinada à instalação de um centro cultural ou coisa parecida, é uma visão bastante desalentadora. No ritmo atual de devastação das suas estruturas completamente abandonadas, não demorará muito para que a antiga construção, que têm o apreço da comunidade, desapareça inteiramente do cenário histórico da cidade. Uma pena!
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense. 

Centenário de Espinosa - Postagem 67

Para comemorar o Centenário de Espinosa da sua emancipação política, publicarei aqui no nosso blog 100 (CEM) textos específicos (além das postagens normais), sobre imagens, acontecimentos e "causos" sobre mim, a minha Espinosa e alguns dos seus notáveis personagens.

Um homem de bom coração. Esta é uma singela e limitada definição de um personagem de grande importância no desenvolvimento de Espinosa, assim como muitos outros empreendedores locais, sobretudo na próspera época do nosso "ouro branco", o algodão. Joaquim de Freitas comandou sua algodoeira por um bom tempo, gerando riqueza e empregos, ajudando a fortalecer a economia local, o que lhe rendeu o reconhecimento público e a denominação de uma escola estadual instalada na Avenida Doutor José Cangussu.






Com sua imensa generosidade, Joaquim de Freitas atendia a todos os interlocutores com gentileza e atenção, abrindo invariavelmente as portas da sua residência a qualquer um, mantendo um ambiente de respeito e civilidade inclusive com seus ferrenhos adversários políticos, prezando sempre pela harmonia e paz. Foi um pai extremamente generoso, doando a cada um dos muitos filhos um automóvel e uma casa em ponto valorizado da cidade. Aos netos, noras e demais familiares, nunca deixou de amparar e estender a mão em momentos de dificuldade, sempre presente com sua conduta serena, justa e íntegra. Certamente, um grande homem ao lado da sua esposa Joana.
Um forte, imenso e centenário abraço lençóisdorioverdense.