Na noite do sábado passado, dia 2 de junho, a AABB Montes Claros promoveu a sua tradicional festa junina com um animado forró para os seus associados e convidados. O clube estava todo enfeitado para o evento, com muita bebida e comidas típicas disponíveis e muita gente boa curtindo a noite fria de junho. A parte musical ficou a cargo das bandas Tremedeira do Forró e Toque Xote, que colocaram a turma pra dançar animadamente. Alguns espinosenses estiveram por lá. Vejam algumas imagens da festa:
Espinosa, meu éden
quarta-feira, 6 de junho de 2012
444 - O grande time de Salinas
Lá pelos anos 80, o futebol era bastante animado na cidade de Espinosa. E não só na cidade como também em todas as pequenas localidades da zona rural. Lembro-me de ter jogado muitas partidas por vários povoados da cidade, sempre com uma receptividade extremamente respeitosa e carinhosa por parte do pessoal anfitrião. É claro que a qualidade dos campos não era a ideal, longe disso, mas o que realmente importava era a alegria de estar compartilhando momentos de lazer e divertimento ao lado de pessoas maravilhosas e com a mesma intenção de se distrair e praticar esporte.
Um desses lugares em que estive por muitas vezes foi Salinas, localidade situada depois da fazenda de Clóvis Cruz, onde havia uma turma boa e animada para jogar bola. Nestas fotografias do time de Salinas, senti a falta de um dos seus mais entusiasmados desportistas, o meu saudoso amigo Nivaldo Faber, sempre presente em campo. Mas estão lá o goleiro Manoelito, o zagueiro Deca e os atacantes Mizael e Tim de Disson (que me cedeu estas fotos). Saudações a essa turma toda.
Um grande abraço espinosense.
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| Deca, Manoelito, ?, Ma, Wellington e Gumercindo; Dema, Tim, Nélson, Ariston e Mizael |
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| Nice, Deca, Tião, Gumercindo, Manoelito, Mauri, Dema e Cida; Demir, Álvaro, Tim, Nélson e Mizael |
domingo, 3 de junho de 2012
443 - Mais Um, a banda dos garotos de Espinosa em Montes Claros
Sempre digo e reclamo que falta em Espinosa uma política cultural bem estruturada que possa dar acesso aos vários segmentos da arte para os jovens e adolescentes da cidade. Fico imaginando quantos talentos estão por lá adormecidos, aguardando uma centelha que os faça desabrochar para o mundo. Prova disso é o trabalho de três talentosos rapazes oriundos de Espinosa que estão fazendo sucesso na música aqui em Montes Claros. Eles criaram a banda "Mais Um" e estão se apresentando em bares da cidade, conquistando mais e mais admiradores a cada dia. Eu e minha esposa Cléa, inclusive. Ficamos fãs na primeira audição e estamos torcendo para que mais e mais pessoas conheçam o trabalho do trio espinosense.
A banda Mais Um é formada por Leonardo Tolentino (violão), Bruno Alves (violão) e Júnior Leão (bateria). Leonardo (Léo) é filho do meu saudoso primo Dim de Genésio e Luciana. Dim foi quem me mostrou pela primeira vez o som do Pink Floyd, através do lendário álbum "The Wall", que me abriu as portas para o conhecimento da banda inglesa e de muitas outras bandas espetaculares do rock. Júnior é filho do saudoso amigo Deca da Gráfica e de Jandira. Deca, infelizmente, nos deixou prematuramente depois de um acidente automobolístico há pouco tempo. Bruno é filho de Deraldo da Cemig e Neusa. Não há como não contar a história do nascimento de Bruno, que é engraçadíssima. Deraldo, gente da melhor qualidade e sempre brincalhão, conhecido como Ferro-velho (ou Ferro-véi), cismou de batizar o menino recém-nascido de Tiãozinho, enquanto Neusa rebatia querendo batizá-lo de Bruno. É claro que o nome de Bruno venceu, mas Deraldo continuou a dizer que para ele aquele menino seria sempre o seu "Tiãozinho".
Com a chegada, nos próximos dias, do primeiro filho de Léo, a banda terá que dar uma parada, mas prometendo retornar assim que as coisas se ajustarem. Fica a nossa torcida para que eles voltem aos palcos o mais rápido possível e continuem nos presenteando com o seu grande talento musical.
Um grande abraço espinosense.
442 - Zé Ramalho em Montes Claros, ótimo como sempre
Pela terceira vez aqui em Montes Claros tive a grata satisfação de assistir a mais um show do cantor e compositor paraibano Zé Ramalho, um dos artistas fundamentais na formação do meu gosto musical durante a minha juventude. Já havia tido o prazer de vê-lo se apresentando por aqui no Campo do Cassimiro e no Parque de Exposições. Mas sempre é uma sensação diferente ver um grande artista se apresentando ao vivo e em cores. A voz continua especial, potente e arrasadora, como sempre. O show foi emocionante, com uma participação vibrante do público, que cantava junto todos aqueles grandes sucessos do artista paraibano. Os arranjos das músicas foram modificados, mas a essência do cantador Zé Ramalho e a força das suas canções inesquecíveis estavam lá, intactas. A abertura se deu com a execução da música de Dominguinhos e Gilberto Gil, "Lamento sertanejo", em um arranjo bem diferente da música original cantada por Gil. Depois veio uma versão de "Things Have Changed" de Bob Dylan, "Tá tudo mudando". Dali em diante alguns dos seus inúmeros sucessos explodiram no palco: "Admirável gado novo", "Avôhai", "Beira-Mar", "Eternas ondas", "Garoto de aluguel", "Vila do Sossego", "Chão de giz", "Banquete de signos" e a música que nos fez dançar alucinadamente nos carnavais de Espinosa nos bons tempos, "Frevo mulher". Entre essas músicas, homenageou também o "Maluco Beleza" Raul Seixas tocando "O trem das 7" e "Medo da chuva". Para fechar o show, no esperado e tradicional bis, Zé tocou a sua bela música "Sinônimos", seguida pela dançante "Taxi lunar" e se despediu mais uma vez de Montes Claros, deixando no ar a esperança de retornar em breve para agradar ao grande número de fãs que conquistou em décadas de sucesso na carreira.
Tive o prazer de participar deste momento mágico de música e entretenimento ao lado dos amigos espinosenses Antenor e Vânia, que estavam passeando por aqui. Valeu a ótima companhia.
As fotos e os vídeos do show não ficaram muito bons, mas o importante é o registro do evento e da oportunidade especial de presenciar a apresentação de um dos grandes artistas da música brasileira.
Um grande abraço espinosense.
441 - Exemplos magníficos de pessoas de bom coração
Todo ano é a mesma coisa. Um quarteirão da rua São Carlos, no Bairro Todos os Santos, é interditado para a montagem das barraquinhas do Lar Nossa Senhora do Perpétuo Socorro para arrecadar fundos que são empregados na manutenção do orfanato durante todo o ano. Tudo muito organizado e preparado carinhosamente por cerca de quatrocentas pessoas do bairro e das redondezas, que se dedicam durante três finais de semana para, em sistema de rodízio, doar o seu tempo e o seu trabalho em prol das crianças da associação comunitária. Pessoas maravilhosas, de todas as idades e classes sociais e das mais variadas profissões, se entregam de corpo e alma na tarefa de cuidar das barraquinhas que vendem de tudo: pastel, bolo, churrasquinho, vaca atolada, feijão tropeiro, arroz com pequi, beiju, pizza, cachorro-quente, cerveja e refrigerante. Muitos outros também doam alimentos, materiais e recursos financeiros para que a festa aconteça e consiga atingir os objetivos do orfanato. A todas essas pessoas de bom coração, que promovem a caridade e a solidariedade em prol dos menos afortunados, doando recursos e o seu precioso tempo, o meu absoluto respeito e admiração. Que Deus os proteja! Vamos então conhecer um pouco mais sobre a história do orfanato com estas informações extraídas do site larnossasenhora.net.
Em 1950, o Coronel Philomeno Ribeiro, com a esposa, senhora Laudelina Ribeiro Maia e sua cunhada senhora Luiza Magalhães Santos, doaram à Mitra Diocesana de Montes Claros um terreno com área de 27.700 m2, com a condição de que “o edifício descrito nesta doação fosse destinado a um orfanato para meninas indigentes”. Sendo assim, em 7 de março de 1951 foi fundado o Lar Nossa Senhora do Perpétuo Socorro que, segundo documentos da época, surgiu como uma alternativa para a situação de abandono e descaso que viviam as crianças, principalmente as do sexo feminino.
De acordo com o estatuto da instituição o Lar é uma associação sem fins lucrativos, de cunho educacional, social, beneficente, assistencial e promocional, instituída por prazo indeterminado, com sede e foro na cidade de Montes Claros (MG), à Rua São Carlos, n° 40, Bairro Todos os Santos, CEP 39400-118. Desde sua constituição o Lar foi dirigido por religiosas em parceria com uma diretoria composta por membros da sociedade civil, com decisivo apoio da comunidade que possibilitou oferecer às crianças e adolescentes e respectivas famílias a formação necessária para seu desenvolvimento integral para a vida em sociedade.
O orfanato funciona sob a administração da atual diretoria e das Irmãs da Sagrada Família de Montes Claros e de uma equipe técnica composta por assistente social, psicóloga, pedagogas, professores, captador de recursos e diversos funcionários distribuídos, conforme a demanda, na recepção, cozinha, monitoria e serviços gerais, com experiência média de cinco anos. Hoje a instituição se mantém com recursos próprios e parcerias com a comunidade e a sociedade civil.
O Lar Nossa Senhora do Perpétuo Socorro tem como missão desenvolver condições para a inserção das crianças e adolescentes em situação de exclusão social, por meio da educação preventiva e integral, dentro dos princípios espirituais, morais e éticos, acolhendo e promovendo sua inclusão e de sua família na comunidade e mercado de trabalho.
Você também pode ajudar e muito o trabalho desse pessoal. Você pode doar roupas, móveis, livros, material de informática, tudo o que não serve mais para você e ainda está em bom estado pode ajudar a muitas pessoas. Procure o Lar e saiba como doar. Para fazer uma doação ligue (38) 3221-2259 ou envie um e-mail para falecom@larnossasenhora.net ou larnossasenhora@hotmail.com.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
440 - Batalha de gigantes: Espinosense x Santa Cruz
O futebol de Espinosa nunca teve uma fase tão empolgante como a verificada na década de 70, quando tínhamos duas grandes equipes em atividade e a rivalidade entre elas arrebatava os torcedores que, aos domingos, enchia o então "Campão", onde atualmente se localiza o Mercado Municipal. E o mais interessante e surpreendente é que naquela época o campo não era murado, não havia alambrado, nem vestiário e muito menos gramado. Mas o futebol apresentado pelos jogadores era de muito boa qualidade. A rivalidade implacável era entre as equipes do Santa Cruz e do Espinosense (ex-M. Teixeira, uma empresa de engenharia que fazia obras na cidade naquela época). O futebol era tão animado que, em todos os domingos havia grandes jogos, pois sempre que um desses times jogava em Espinosa, o outro time saía para enfrentar times de outras cidades da região. E quantos grandes jogos eu assisti e quantos grandes jogadores eu vi jogar ali em partidas memoráveis.
No time do Santa Cruz, destacavam-se Sidney, Paulão, Tarcisinho, Paulo Fernando, Valdomiro, Lucídio (goleiro), Bertoldo, Zé Maria e Neném Godela. No Espinosense as estrelas eram Kita, Roberto Pé-Duro, Dim, Fonso, Dai, Téo, Valdeci, Acyr (goleiro) e Itamar. Mas havia muitos outros bons jogadores que nos faziam delirar de encantamento e alegria. Sempre torci pelo Espinosense, pois enquanto o Santa Cruz praticava um estilo mais forte e aguerrido, o meu time apresentava um estilo de jogo mais bonito, cadenciado, de mais categoria, com um toque de bola refinado, mostra da qualidade técnica dos seus jogadores. Mas os jogos entre eles eram disputadíssimos e sem nenhum favoritismo, uma verdadeira batalha.
Lembro-me do principal combate entre eles, em que a taça que era disputada, desapareceu misteriosamente. Neste jogo histórico houve uma briga generalizada e Téo, que era muito bom de briga, foi o destaque ao colocar para correr um cara que se dizia lutador de caratê. Nem me lembro mais o porquê da briga, mas lembro-me bem que, após um tumulto entre os jogadores, a torcida invadiu o campo e aí foi um deus-nos-acuda, com muita correria e enorme confusão. Minha memória não me permite lembrar mais detalhes deste acontecimento, mas conforme um e-mail que recebi tempos atrás, de Raimundo Mário, foram disputados três jogos em uma melhor-de-três, em que o time vencedor levaria a taça de campeão. No primeiro jogo, o Espinosense ganhou por 2 x 0. No segundo, o Santa Cruz deu o troco e venceu por 2 x 1. Aí veio a famosa partida final em que o Santa Cruz bateu o Espinosense por 1 x 0 e faturou o título. Só não conseguiu levar a taça, que desapareceu misteriosamente durante a confusão. Histórias do futebol espinosense.
Veja mais aqui neste link em que Raimundo Mário conta detalhes desta partida memorável. Saudades do futebol emocionante e de intensa rivalidade daqueles bons tempos.
Um grande abraço espinosense.
Um grande abraço espinosense.
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| Reparem no árbitro, todo de branco: o saudoso Quincão |
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| Disputa de bola dentro da área (Hoje é o local da entrada do Mercado Municipal) |
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| Mesmo sem infraestrutura, a torcida comparecia ao campo |
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| O maior clássico da cidade agitava o futebol |
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| O ponta-esquerda Juju cruza a bola na área |
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| A charanga, em cima da Rural, animava a torcida o tempo inteiro |
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| O maior craque da história da cidade em ação: Kita |
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| O time do Espinosense: Valdeci, ?, Manelão, Téo, Chico, Carlinhos Pé-de-Chumbo, Acyr, Kita, Tone Lacrau, Pé-Duro, Tota, Fonso, Dim, Juju e Geraldinho. |
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| Em pé: Manelão, Valdeci, Acyr, Téo, Carlinhos Pé-de-Chumbo, Chico, Pé-duro e Tota; Agachados: Geraldinho, ?, Tone Lacrau, Fonso, Dim, Kita e Juju. |
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| Time da M. Teixeira, do grande desportista Drumond: Em pé: Chico, Pé-Duro, Carlinhos Pé-de-Chumbo, Luiz, Eloísio, Fonso e ?; Agachados: Zezinho da Gráfica, Tota, Kita, Tone Lacrau, Haroldinho e Téo. |
439 - Tereza Cristina, uma sambista de primeira
Não, não é a vilã da última novela das 21 horas da Rede Globo de Televisão, interpretada pela atriz Christiane Torloni. Jamais iria falar de novela aqui, pois realmente não é o que eu aprecio. Eu gosto mesmo é de música, e muito! Eu gosto de samba e uma das mais gratas revelações do samba brasileiro de qualidade é a carioca Tereza Cristina Macedo Gomes, nascida no Rio de Janeiro, aos 28 de fevereiro de 1968, no bairro de Bonsucesso, mas criada na Vila da Penha.
Tereza Cristina iniciou a sua carreira se apresentando em bares da Cidade Maravilhosa, até que em 1998 começou a se apresentar na programação noturna do Bar Semente, na famosa Lapa carioca. O sucesso foi grande e ela passou a se apresentar em outras casas noturnas da Lapa, como o Carioca da Gema e o Centro Cultural Carioca, atraindo um público cada vez maior, o que contribuiu para transformar o bairro da Lapa em um local de grande visibilidade cultural do Rio de Janeiro.
O primeiro disco viria com uma homenagem aos 60 anos do cantor e compositor Paulinho da Viola, muito bem recebido pela crítica, que lhe renderam o Prêmio Rival BR e o Prêmio TIM de Música como cantora revelação e a indicação ao Grammy Latino de melhor disco de samba de 2003. O segundo disco, "A vida me fez assim", em que ela estreou como compositora, saiu em 2004, em companhia do Grupo Semente, que a acompanha desde o início. "O mundo é meu lugar", seu primeiro CD e DVD ao vivo, gravado no Teatro Municipal de Niterói, foi lançado em 2005. No ano de 2007 ela lançou "Delicada", o seu primeiro CD pela gravadora EMI Music, com composições próprias como "Cantar" e "Delicada", parceria com Zé Renato que dá nome ao disco, além de regravações de clássicos da MPB como “Gema” de Caetano Veloso.
O primeiro disco viria com uma homenagem aos 60 anos do cantor e compositor Paulinho da Viola, muito bem recebido pela crítica, que lhe renderam o Prêmio Rival BR e o Prêmio TIM de Música como cantora revelação e a indicação ao Grammy Latino de melhor disco de samba de 2003. O segundo disco, "A vida me fez assim", em que ela estreou como compositora, saiu em 2004, em companhia do Grupo Semente, que a acompanha desde o início. "O mundo é meu lugar", seu primeiro CD e DVD ao vivo, gravado no Teatro Municipal de Niterói, foi lançado em 2005. No ano de 2007 ela lançou "Delicada", o seu primeiro CD pela gravadora EMI Music, com composições próprias como "Cantar" e "Delicada", parceria com Zé Renato que dá nome ao disco, além de regravações de clássicos da MPB como “Gema” de Caetano Veloso.
Teresa lançou em 2010 o segundo DVD ao vivo de sua carreira, "Melhor assim", gravado em outubro de 2009 no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro. O DVD apresenta sucessos de ícones como Paulinho da Viola, Caetano Veloso e Chico Buarque. Há também composições inéditas suas como "Convite à tristeza" e "Morada divina", esta uma parceria com o sambista Arlindo Cruz. Participam ainda deste seu mais recente trabalho grandes nomes da música brasileira como Caetano Veloso, Lenine, Seu Jorge, Arlindo Cruz, Marisa Monte, Pedro Baby e a participação especial de sua mãe, Dona Hilda, na música "Orgulho".
Em mais de 10 anos de carreira artística, Tereza Cristina angariou inúmeros admiradores entre músicos, compositores e amantes da boa música, levando o legítimo samba de raiz brasileiro a vários países do mundo como Japão, Alemanha, França, Índia, México, Equador, Espanha, Holanda, Itália, Bulgária, África do Sul e Rússia.
Em mais de 10 anos de carreira artística, Tereza Cristina angariou inúmeros admiradores entre músicos, compositores e amantes da boa música, levando o legítimo samba de raiz brasileiro a vários países do mundo como Japão, Alemanha, França, Índia, México, Equador, Espanha, Holanda, Itália, Bulgária, África do Sul e Rússia.
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