"A UBC-União Brasileira de Compositores é uma associação sem fins lucrativos, dirigida por autores, que tem como objetivo principal a defesa e a promoção dos interesses dos titulares de direitos autorais de músicas e a distribuição dos rendimentos gerados pela utilização das mesmas, bem como o desenvolvimento cultural. A UBC foi fundada em 1942 por autores e atua até hoje com dinamismo, excelência em tecnologia da informação e transparência, representando mais de 60 mil associados, entre autores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras." Esta é a explicação dada pela UBC para a sua existência e finalidade. A instituição, em parceria com o Sonastério, apresenta a 2ª temporada do podcast "Palavra de Autor", com apresentação de Celso Fonseca, cantor, guitarrista e compositor carioca. Nesta nova fase, o programa segue valorizando a música autoral, já tendo entrevistado Maurício Tizumba, Trio Amaranto, Ronaldo Bastos, Michael Sullivan, Peninha, Bernardo Vilhena, Antônio Cícero, Vinícius Cantuária, Evandro Mesquita, Ana Vilela e agora Beto Guedes, o senhor montes-clarense de 73 anos batizado como Alberto de Castro Guedes.
Beto, com toda sua timidez e simplicidade, conta interessantes momentos da sua história de vida e de música, desde que nasceu em Montes Claros em 13 de agosto de 1951 e se mudou com a família para Belo Horizonte onde iria conhecer e se encantar com o som dos britânicos Beatles e a criatividade musical diferenciada de uma turma que tinha Lô Borges, Mílton Nascimento, e muitos outros mineirinhos iluminados pelo poder da canção. No bate-papo com o apresentador Celso Fonseca, Beto conta um tanto de boas histórias, desde a influência musical herdada do pai Godofredo, a Turma da Esquina e as inspirações para a composição de canções tão belas como "Amor de Índio", "O Sal da Terra", "Sol de Primavera" e "Gabriel".
Beto Guedes é um artista maravilhoso, um manancial de lindas canções que embalaram de forma gratificante minha vida e a vida de um bocado de gente por aí. Beto é um orgulho para nós, brasileiros, mineiros, e, especialmente, montes-clarenses. Vida longa, Beto Guedes!
Na nossa divina e bendita existência de final certo e irreversível, as mudanças e transformações são naturais e necessárias, obviamente sem que nos percamos no caminho deixando de seguir adiante mantendo os valores supremos da humildade, da honestidade, da solidariedade, da verdade, da paz e do amor, estes inegociáveis e jamais mutáveis ou extintos preceitos. A metamorfose é sadia, mas somente quando direcionada para o positivo na nossa vital e imprescindível evolução humana.
Assim é que as doces e talentosas meninas irmãs do grupo de Chorinho "Choro das Três", a Corina Meyer Ferreira (flauta), a Elisa Meyer Ferreira (bandolim, sanfona) e a Lia Meyer Ferreira (violão de 7 cordas), resolveram realizar uma essencial mudança na carreira profissional e passarão a se denominar "Trio Meyer Ferreira", realçando o nome da família. Esta transformação se deve à natural necessidade de crescimento profissional das meninas que começaram bem cedo, ainda crianças, a fazer o que mais amam: tocar um instrumento, e mais, fazer isto valorizando uma importante vertente da nossa rica Música Popular Brasileira, o Chorinho. Outra questão importante é a saudade e o sentimento de vazio após o falecimento do percussionista que as acompanhava no pandeiro, seu pai Eduardo Ferreira, o coração e a alma do grupo por mais de 20 anos. Assim é a vida, com seus ciclos que começam e devem acabar, e seguir adiante é mais que preciso e impreciso.
Acostumadas a se apresentarem pelo mundo, as garotas da cidade de Porto Feliz, interior de São Paulo, também decidiram adiar a próxima turnê nos EUA, colocando à venda o motorhome que utilizam nas viagens pelo imenso país. O custo das taxas aumentou imensamente, assim como a repressão aos imigrantes, o que inviabilizou totalmente a trajetória de shows nos Estados Unidos.
As meninas do Choro já se apresentaram em mais de 30 estados dos EUA na turnê anterior, levando a novos públicos a nossa rica música tradicional, e, se Deus quiser e a paz, a liberdade e a sensatez retornarem aos Estados Unidos, elas voltarão a se apresentar por lá um dia.
Ficam aqui o meu carinho, respeito e gratidão a essas mulheres talentosas e guerreiras que saem pelo mundo sem medo de serem felizes e fazerem o que mais gostam: produzirem arte musical com todo o prazer.
São muitas as canções escritas como um desabafo sincero e dolorido sobre perdas de pessoas queridas ou admiradas. Amo muitas delas, como a pungente "Tears In Heaven" que Eric Clapton compôs em parceria com Will Jennings para demonstrar sua imensa dor pela perda do seu filho de 4 anos Conor após ele cair do 53° andar de um arranha-céu em Nova Iorque em março de 1991; ou a linda "Candle In The Wind", composta pela dupla Elton John e Bernie Taupin e imortalizada por Elton homenageando em 1973 a atriz Marilyn Monroe que havia falecido em 4 de agosto de 1962 de uma overdose de barbitúricos. Posteriormente, em 1997, a genial dupla de compositores britânicos recriou a letra da canção, como um tributo a Diana, Princesa de Gales, falecida em um trágico acidente automobilístico. Outras clássicas canções também tratam do tema da perda dolorosa de alguém, casos de "Jeremy" (Pearl Jam), "Love In The Afternoon" (Legião Urbana), "All My Love" (Led Zeppelin), "Sometimes You Can't Make It On Your Own" (U2), "Brendan's Death Song" (Red Hot Chili Peppers), "Naquela Mesa" (Nélson Gonçalves), "O Anjo Mais Velho" (O Teatro Mágico), entre tantas outras.
Abordando essa situação dramática e angustiante de perda de pessoas amadas, onde a dor e a saudade batem forte no peito, a banda de Rock norte-americana formada na cidade de Jacksonville, Flórida, em 2001, a Shinedown, compôs a música "Three Six Five", lançada há poucos dias nas plataformas musicais. A letra da música usa o tempo de um ano, 365 dias, para mostrar que fatos tristes podem ocorrer em nossas vidas de maneira abrupta e irreversível, mas que é preciso ter força para suportar a dor e seguir adiante.
A banda é formada atualmente por quatro integrantes: Brent Smith (vocal), Barry Kerch (bateria), Zach Myers (guitarra, baixo, piano, backing vocals) e Eric Bass (baixo, guitarra, piano, backing vocals). Passaram pela banda Brad Stewart (baixo - 2001 a 2007), Jasin Todd (guitarra - 2001 a 2008) e Nick Perri (guitarra - 2008). A Shinedown já lançou sete discos de estúdio: "Leave a Whisper" (2003), "Us and Them" (2005), "The Sound of Madness" (2008), "Amaryllis" (2012), "Threat to Survival" (2015), "Attention Attention" (2018) e "Planet Zero" (2022).
A música é um necessário e importante recurso que podemos utilizar para amenizar a dor da perda de um ente querido, ainda mais se for uma criação de suprema beleza.
Um grande abraço espinosense.
THREE SIX FIVE (TRÊS SEIS CINCO)
Brenton Smith e Eric Bass
There's a hurricane, and it's on the way (Tem um furacão, e tá vindo aí)
I've been sitting in this house for days (Tô sentado nessa casa há dias)
I'm in here waitin' on the flood (Tô aqui esperando a enchente)
I've been hanging out and holding on (Tô só curtindo e segurando firme)
To every word of our favorite song (Cada palavra da nossa música favorita)
These headphones, are thicker than blood (Esses fones, são mais fortes que sangue)
If I could hitch a ride on a time machine (Se eu pudesse pegar uma carona numa máquina do tempo)
I would bring you right back here with me (Eu te traria de volta aqui comigo)
And I wouldn't have to watch you disappear (E não precisaria ver você sumir)
Even though I said all the things that mattered most (Mesmo que eu tenha dito tudo que importava)
While I held on tight to the end of the rope (Enquanto eu segurava firme na ponta da corda)
I could keep you close, but I couldn't keep you here (Eu poderia te manter perto, mas não conseguiria te ter aqui)
A lot can happen in a year (Muita coisa pode acontecer em um ano)
Giving in not giving up (Se entregando, mas não desistindo)
Maybe I didn't care enough (Talvez eu não tenha me importado o suficiente)
I wish I could let you know somehow (Queria poder te fazer saber de algum jeito)
If I could hitch a ride on a time machine (Se eu pudesse pegar uma carona numa máquina do tempo)
I would bring you right back here with me (Eu te traria de volta aqui comigo)
And I wouldn't have to watch you disappear (E não precisaria ver você sumir)
Even though I said all the things that mattered most (Mesmo que eu tenha dito tudo que importava)
While I held on tight to the end of the rope (Enquanto eu segurava firme na ponta da corda)
I could keep you close, but I couldn't keep you here (Eu poderia te manter perto, mas não conseguiria te ter aqui)
A lot can happen in a year (Muita coisa pode acontecer em um ano)
A lot can happen in a year (Muita coisa pode acontecer em um ano)
A lot can happen in a year (Muita coisa pode acontecer em um ano)
Keep looking up not looking down (Continue olhando pra cima, não pra baixo)
You won't find the answers in the ground (Você não vai encontrar as respostas no chão)
So where will we be 12 months from now (Então onde estaremos em 12 meses a partir de agora)
And if I could hitch a ride on a time machine (E se eu pudesse pegar uma carona numa máquina do tempo)
I would bring you right back here with me (Eu te traria de volta aqui comigo)
And I wouldn't have to watch you disappear (E não precisaria ver você sumir)
Even though I said all the things that mattered most (Mesmo que eu tenha dito tudo que importava)
While I held on tight to the end of the rope (Enquanto eu segurava firme na ponta da corda)
I could keep you close, but I couldn't keep you here (Eu poderia te manter perto, mas não conseguiria te ter aqui)
A lot can happen in a year (Muita coisa pode acontecer em um ano)
O Arraial das Formigas, a Princesinha do Norte, a Capital do Norte de Minas, a nossa querida Montes Claros está em festa, comemorando os seus 168 anos de existência. Uma programação gratuita estará disponível hoje à população no Parque de Exposições João Alencar Athayde:
9h – Apresentação da Banda de Música da Polícia Militar
12h – Apresentação de Hip Hop
13h30 - Bateria Furiosa com ritmos carnavalescos
15h – Show com a dupla Gaby & Karol, as "Mineirinhas do Sertanejo"
16h30 - Apresentação do Bloco do Pardini, seguido pelo show de Chico Mineiro e convidados
21h - Show de Alexandre Pires
Parabéns a Montes Claros e a eterna gratidão por receber a mim e à minha família tão bem!
Reitero incansavelmente que sou fã incondicional do músico, cantor, compositor, escritor, dramaturgo e menestrel Oswaldo Viveiros Montenegro (Rio de Janeiro (RJ), 15-03-1956). O artista já começou cedo a se apaixonar pela música, sendo influenciado pelos pais e inspirado pelas serestas mineiras e mais uma vasta gama de estilos musicais, construindo uma carreira bonita e sólida com canções as mais belas e emocionantes, o que lhe valeu uma enorme quantidade de admiradores fiéis, eu um deles.
É impressionante como ele nos entrega mais e mais belas canções, sempre um conjunto valioso e distinto de letra, harmonia, interpretação e mensagem encantadores. Agora há pouco, conheci mais uma canção sua que me tocou o coração e vou mostrar para vocês logo abaixo.
Viva a rica Música Popular Brasileira e viva o talento ímpar de Oswaldo Montenegro!
Um grande abraço espinosense.
AGENDA:
19/07 - GARANHUNS/PE - Festival de Inverno (Show “Oswaldo Montenegro Canta Seus Sucessos”)
02/08 - SALVADOR/BA - Concha Acústica (Show “Celebrando 50 Anos de Estrada”)
05/08 - RESENDE/RJ - Teatro da AMAN - Teatro General Leônidas (Show “Celebrando 50 Anos de Estrada”)
07/08 - PORTO ALEGRE/RS (2ª SESSÃO EXTRA) - Teatro do Bourbon Country (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
08/08 - PORTO ALEGRE/RS (SESSÃO EXTRA) - Teatro do Bourbon Country (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
09/08 - PORTO ALEGRE/RS (ESGOTADO) - Teatro do Bourbon Country (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
14/08 - BELO HORIZONTE/MG - Palácio das Artes (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
15/08 - BELO HORIZONTE/MG - Palácio das Artes (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
23/08 - RIBEIRÃO PRETO/SP - Multiplan Hall (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
06/09 - RIO DE JANEIRO/RJ - Qualistage/Via Parque Shopping (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
13/09 - SÃO JOSÉ/SC - Arena Opus (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
19/09 - JUIZ DE FORA/MG - Cine-Theatro Central (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
26/09 - FORTALEZA/CE (SESSÃO EXTRA) - Teatro RioMar (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
27/09 - FORTALEZA/CE - Teatro RioMar (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
25/10 - SÃO PAULO/SP - Teatro Bradesco (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
06/12 - ARACAJU/SE - Teatro Tobias Barreto (Show “Oswaldo Montenegro e Orquestra)
13/12 - RECIFE/PE - Teatro Guararapes (Nova Turnê “O Melhor da Vida Ainda Vai Acontecer”)
Promulgada pela Presidenta Dilma Vana Rousseff em 23 de abril de 2014, a Lei nº 12.965, chamada de Marco Civil da Internet, estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. No seu artigo 19, ela assegura a tão falada Liberdade de Expressão, impede a maldita Censura e "estabelece responsabilização civil para os provedores por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros". Se havia alguma dúvida sobre o que pode e o que não pode, ou deve, agora não há mais.
O Supremo Tribunal Federal julgou há pouco, dois processos sobre a responsabilização das Big Techs por postagens feitas por seus usuários nas redes sociais. Muita polêmica tem sido criada, principalmente pelos criminosos da extrema-direita, mestres em deturpar fatos, criar fake News e espalhar desinformação nas redes para ganho político e financeiro. A matéria parece complicada, mas não é. É simples. Todos nós, cidadãos brasileiros, temos o direito à Liberdade de Expressão. Está garantida ela lá na nossa Constituição Cidadã promulgada em 5 de outubro de 1988 pelo saudoso Ulysses Silveira Guimarães. Mas assim como o nosso sagrado direito de ir e vir, existem limites para o exercício da nossa Liberdade de Expressão. Podemos falar e escrever tudo que a gente quiser, mas existem consequências para crimes cometidos com as nossas ações e palavras. Se usarmos a nossa Liberdade para fazer circular condutas e atos antidemocráticos, terrorismo, instigação ao suicídio e discriminação por raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexualidade ou identidade de gênero, seremos chamados a responder na Justiça pelos crimes cometidos. Tal responsabilidade também existe para os poderosos provedores de Internet, que agora precisam, por força de Lei, investigar, descobrir, moderar, filtrar e expurgar crimes graves cometidos por seus usuários como discurso de ódio, racismo, pedofilia, pornografia infantil, incitação à violência, crimes contra a mulher, tráfico de pessoas e apologia a golpe de Estado. Estas postagens criminosas e abjetas deverão ser removidas imediatamente, de forma proativa, sem necessidade de notificação ou ordem judicial. O que é, convenhamos, o óbvio, já que não podemos, de maneira alguma, compactuar com o cometimento de crimes, ainda mais crimes sórdidos como esses. No julgamento finalizado há pouco pelo STF, a decisão para os chamados crimes contra a honra, como calúnia, injúria e difamação, é que a exclusão do conteúdo continuará dependendo de ordem judicial específica, em respeito à Liberdade de Expressão e ao direito à defesa.
Ao final do julgamento que durou cerca de sete meses e que considerou parcialmente inconstitucional um trecho do Marco Civil da Internet, o artigo 19, o placar terminou em 8 a 3, com votos favoráveis de responsabilização direta das Big Techs dos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Dias Toffoli, Flávio Dino, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux. Contra a responsabilização das plataformas, de forma divergente, votaram os ministros André Mendonça, Edson Fachin e Nunes Marques. Ressalte-se que as críticas de que o Supremo está se intrometendo nas tarefas afeitas ao Congresso, de legislar, não se aplicam, já que o órgão mais alto do Judiciário só está julgando dois casos concretos porque os senhores congressistas não se dispuseram até o momento a se dedicarem a cumprir sua missão de regulamentar matéria tão importante e fundamental nesses tempos de tecnologia influenciando de maneira complexa o cotidiano dos países e das populações.
Há algum tempo que uma boa parcela da nossa população parece querer confundir Liberdade com libertinagem, defendendo uma desembestada subversão das regras sociais criadas há séculos para um convívio harmonioso da sociedade com ações as mais radicais, destrutivas e desagregadoras, apostando na fragmentação violenta da Democracia e do Estado de Direito. Nossa sagrada Liberdade não é infinita e nem descomedida, pois que regrada por limites claros e justos especificados nas regras jurídicas que respeitam os direitos dos demais protagonistas da nossa comunidade. O nosso direito termina quando começam os direitos dos outros, é muito simples. Assim as gigantes Big Techs têm sim que se comprometer a fiscalizar, barrar e expurgar comentários, imagens, vídeos e ataques criminosos como discurso de ódio, racismo, pedofilia, pornografia infantil, incitação à violência, crimes contra a mulher, tráfico de pessoas, apologia a golpe de Estado, terrorismo, instigação ao suicídio e discriminação por raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexualidade ou identidade de gênero. Só mesmo criminosos para ficarem incomodados e indignados com a repressão a crimes tão repugnantes.
Então é isso, decisão tomada e resumindo e ratificando, a partir de agora as gigantes Meta e Alphabet, entre outras, serão responsabilizadas por conteúdo ilícito grave publicado por usuários (discurso de ódio, racismo, pedofilia, pornografia infantil, incitação à violência, crimes contra a mulher, tráfico de pessoas e apologia a golpe de Estado), em caso da não remoção de material ofensivo, mesmo sem ordem judicial. Fica mantida, entretanto, a necessidade de decisão da Justiça para os casos de crime contra a honra (calúnia, injúria e difamação). Todos os tribunais brasileiros deverão seguir o entendimento fixado pelo STF até que, isto é deveras importante, haja revisão da legislação por parte do Congresso Nacional. E continua valendo a exigência de que os provedores de aplicações de internet com atuação no Brasil devem constituir e manter sede e representante no país.
A crua realidade da vida é que todos nós, cidadãos, temos direitos sagrados garantidos pela Constituição, nossa Lei Maior, mas ao mesmo tempo, também temos as nossas obrigações, que devem ser respeitadas em favor da sociedade. Quando errarmos e cometermos ilegalidades, temos que estar preparados e conscientes que sofreremos as consequências dos atos equivocados. Podem espernear à vontade os fora-da-lei, mas é assim mesmo que funciona e deve acontecer. A Democracia agradece!
Mesmo distante e distanciado momentaneamente da minha amada terra natal Espinosa, procuro acompanhar o que anda acontecendo por lá através das páginas dos amigos virtuais das redes sociais, buscando sempre desvendar a verdade dos fatos, escapando das sutis e ardilosas armadilhas funestas das fofocas e das vis deturpações das informações características dos desonestos e hipócritas que infelizmente também por lá existem. E tenho boas notícias, verdadeiras!
Para comemorar as tradicionais festas juninas do catolicismo que tanto encantam e alegram o nosso povo do Sertão Norte-Mineiro, em homenagem especialmente a Santo Antônio (13 de junho), São João (24 de junho) e São Pedro (29 de junho), a administração espinosense promoveu shows musicais nos dias 27, 28 e 29 de junho nas instalações da Praça Geraldo Ramos de Oliveira, mais conhecida como Praça da Meteorologia. Mas o que mais merece reconhecimento e aplausos, além da bela ornamentação da praça, com as tradicionais bandeirolas coloridas e os chapéus de palha utilizados para o embelezamento do espaço, e das manifestações artísticas como a quadrilha com participação de estudantes locais, foi a justa homenagem a um dos nossos maiores destaques na área da arte e da cultura, o talentoso músico, cantor e compositor e pessoa de integridade indiscutível Gino Sanfoneiro.
Casado com Dona Hercília e pai de Ricardo, Renata e Rafael, o senhor Higino Fernandes Tolentino, nascido na comunidade da Sussuarana em Espinosa no dia 29 de setembro de 1947, fez história na metrópole São Paulo, gravando disco em dupla com Branco, ganhando Disco de Ouro pelas mais de 250 mil cópias vendidas, participando de festival de música sertaneja e conseguindo a façanha de ter música sua sendo tocada por duplas de prestígio nacional como Tonico & Tinoco e João Paulo & Daniel. Foi um dos fundadores do Grupo de Cavalgada Frutos da Terra e deu importante contribuição para a construção da pista de corrida de cavalos na cidade. Como cidadão ativo e participativo na comunidade, atuou como locutor de programas de rádio e como voluntário no comando de leilões nas festas de São Cristóvão, honrando e valorizando o nome da nossa imensa família Tolentino.
Por me considerar um amigo leal e fiel de Gino, e mais um apreciador do seu talento musical, fiquei bastante feliz ao ver sua figura digna e ímpar ser homenageada em praça pública pelos integrantes da administração municipal, a quem aplaudo e aprovo.
Outras atuações que merecem elogios foram as dos estudantes espinosenses das Escolas Estaduais Betânia Tolentino Silveira e Joaquim de Freitas que participaram dos JEMG-Jogos Escolares de Minas Gerais – Etapa Regional em Diamantina. Os alunos da Escola Estadual Betânia Tolentino Silveira, Saimon e Guto, conquistaram a Medalha de Bronze na modalidade Vôlei de Praia. Anna Luiza, da Escola Estadual Joaquim de Freitas, conquistou a Medalha de Bronze na modalidade Atletismo Arremesso de Peso Feminino Módulo II. Carlos Raphael, aluno da Escola Estadual Joaquim de Freitas, conquistou a Medalha de Prata na modalidade Atletismo Corrida 3.000 metros. E a garotada da Escola Estadual Betânia Tolentino Silveira, na modalidade Futsal Módulo II, conquistou a Medalha de Prata.
Parabéns a todos!
Um grande abraço espinosense, especialmente para o grande artista Gino Sanfoneiro, e que mais artistas e personalidades nossas recebam o mesmo e devido reconhecimento!
Onde estiver neste exato momento, talvez em "Anarkilópolis", que o "Maluco Beleza" Raul Santos Seixas (Salvador (BA), 28-06-1945 – São Paulo (SP), 21-08-1989) receba os nossos efusivos cumprimentos pelos 80 anos de vida que estaria completando exatamente hoje, 28 de junho de 2025. O cara da "Metamorfose Ambulante" que sacudiu o cenário roqueiro do Brasil nos anos 70 e que continua chacoalhando a cabeça e o corpo dos que amam verdadeiramente o Rock and Roll, deixou milhões de admiradores e influenciou outros milhares a tornarem-se artistas comprometidos com a audácia, a criatividade e a liberdade de dizer o que está dentro do cérebro, mesmo sendo um "Cowboy Fora da Lei" viajando no "Trem das Sete" e no "Metrô Linha 743" procurando o "Ouro de Tolo" no "Dia Em Que a Terra Parou" sem "Medo da Chuva" e sem se importar "Por Quem os Sinos Dobram".
Toca Raul! A reivindicação mais ouvida nos bares, farras e shows brasileiros. Que nunca deixemos de pedir em qualquer apresentação ao vivo, seja de Rap, Blue, Samba, Rock, Pop, Forró, Baião, Pisadinha ou Sertanejo Universitário. Raul está acima de qualquer vertente musical, mesmo porque ele compôs canções em diversos estilos que fizeram bastante sucesso nas interpretações de outros cantores, como "Tudo Que É Bom Dura Pouco" e "Doce Doce Amor" (Jerry Adriani), "Ainda Queima a Esperança" (Diana), "Tudo Acabado" (Odair José) e "Se Ainda Existe Amor" (Balthazar).
Para comemorar os 80 anos de Raul serão realizadas ótimas iniciativas para marcar a data, com uma exposição intitulada "O Baú do Raul" no MIS-Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, a partir de 11 de julho; uma série de oito episódios denominada "Raul Seixas: Eu Sou", já disponível na Globoplay; e um show em celebração ao legado do artista soteropolitano no Circo Voador, lendária casa de espetáculos do Rio de Janeiro.
Raul fez e deixou história não só na música brasileira. Teve quatro esposas, Edith Wisner, Simone, Scarlet e Ângela Affonso Costa, a Kika Seixas, e uma filha, Vívian "Vivi" Seixas, DJ. Deixou, cadastradas no ECAD-Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, 324 obras e 409 gravações suas, das quais essas cinco se sobrassem pela quantidade de versões de outros artistas:
1. "Medo da Chuva" (Raul Seixas, Paulo Coelho)
2. "Se Ainda Existe Amor" (Raul Seixas, Mauro Motta)
3. "Maluco Beleza" (Raul Seixas, Cláudio Roberto)
4. "Metamorfose Ambulante" (Raul Seixas)
5. "Gita" (Raul Seixas, Paulo Coelho)
Raul já bateu as botas e abotoou o paletó há longos 35 anos, mas sua figura exótica, carismática e poderosa, superdimensionada pelas suas encantadoras canções, continua presente no panorama musical brasileiro com alto prestígio e relevância, atravessando e encantando gerações de amantes da música.
Um grande abraço espinosense, especialmente para o meu amigo-irmão Sebastião "Tião" Nunes Xavier, eterno admirador apaixonado pela obra do Raulzito. E gratidão ao saudoso piritibano Wilson Aragão, falecido há pouco, em 24-05-2025, compositor da canção "Capim Guiné", grande sucesso de Raul e que Tião adora e que está logo abaixo, em vídeo.
AOS TRANCOS E BARRANCOS
Raul Seixas
Eu vou pela pista do aterro
E nem vejo meu enterro
Que vai passando no jornal
AS PROFECIAS
Raul Seixas e Paulo Coelho
Tem dias que a gente se sente
Um pouco, talvez, menos gente
Um dia daqueles sem graça
De chuva cair na vidraça
Um dia qualquer sem pensar
Sentindo o futuro no ar
O ar, carregado, sutil
Um dia de maio ou abril
Sem qualquer amigo do lado
Sozinho, em silêncio, calado
Com uma pergunta na alma
Por que nessa tarde tão calma
O tempo parece parado?
Está em qualquer profecia
Dos sábios que viram o futuro
Dos loucos que escrevem no muro
Das teias do sonho remoto
Estouro, explosão, maremoto
A chama da guerra acesa
A fome sentada na mesa
O copo com álcool no bar
O anjo surgindo no mar
AREIA DA AMPULHETA
Raul Seixas
Eu sou a areia da ampulheta
O lado mais leve da balança
O ignorante cultivado
O cão raivoso inconsciente
O boi diário servido em pratos
O pivete encurralado
Eu sou a areia da ampulheta
O vagabundo conformado
O que não sabe qual o lado
Espreita o pesar das pirâmides
Cachaceiro mal amado
O triste-alegre adestrado
CANTO PARA A MINHA MORTE
Raul Seixas e Paulo Coelho
Eu sei que determinada rua que eu já passei
Não tornará a ouvir o som de meus passos
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos
E nunca mais vou abrir
Cada vez que me despeço de uma pessoa
Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez
A morte, surda, caminha ao meu lado
E eu não sei em que esquina ela vai me beijar
Com que rosto ela virá?
Será que ela vai deixar eu acabar o que tenho que fazer?
Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque?
Na música que eu deixei para compor amanhã?
Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro?
Virá antes de eu encontrar a mulher
A mulher que me foi destinada, e que está em algum lugar
Me esperando. Embora eu ainda não a conheça?
Vou te encontrar vestida de cetim
Pois em qualquer lugar esperas só por mim
E no teu beijo provar o gosto estranho
Que eu quero e não desejo, mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar
Eu te detesto e amo morte, morte, morte
Que talvez seja o segredo desta vida
Morte, morte, morte, que talvez seja o segredo desta vida
Qual será a forma da minha morte?
Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida
Existem tantas... Um acidente de carro
O coração que se recusa a bater no próximo minuto
A anestesia mal aplicada, a vida mal vivida
A ferida mal curada, a dor já envelhecida
O câncer já espalhado e ainda escondido, ou até, quem sabe
Um escorregão idiota num dia de Sol, a cabeça no meio-fio
Oh morte, tu que és tão forte
Que matas o gato, o rato e o homem
Vista-se com tua mais bela roupa quando vieres me buscar
Que meu corpo seja cremado e minhas cinzas alimentem a erva
E que a erva alimente outro homem como eu
Porque eu continuarei neste homem, nos meus filhos
Na palavra rude que eu disse para alguém que não gostava
E até no uísque que não terminei de beber naquela noite
Vou te encontrar vestida de cetim
Pois em qualquer lugar esperas só por mim
E no teu beijo provar o gosto estranho
Que eu quero e não desejo más tenho que encontrar
Vem mas demore a chegar. Eu te detesto e amo, morte
Morte, morte que talvez seja o segredo desta vida
Morte, morte, morte, que talvez seja o segredo desta vida
Pois é, quão imensa é a minha ignorância! Mas minha luta cotidiana para diminuí-la, nem que seja bem devagarinho, persiste e continua, dia após dia, agora com uma parceira infinita e indispensável, a Internet. E foi através dela que fiz uma descoberta interessante e por demais gratificante. Em meio a tanta porcaria que se produz hoje na música mundial, mesmo com a ajuda quase que completa da tecnologia, consegui descobrir um brasileiro craque especialista na arte de tocar com maestria um violão. Laurindo José de Araújo Almeida Nóbrega Neto é o nome dele, brasileiro da pequena cidade de Miracatu (antiga Prainha), São Paulo, onde nasceu aos 2 de setembro de 1917, virginiano como eu.
Compositor e exímio violonista, Laurindo Almeida nasceu em lar simples com pais apaixonados por música, de onde herdou a paixão musical, começando ainda menino a dedilhar um violão com lições da irmã Maria. Aos 18 anos, já dominando o instrumento com excelência, foi sonhador e sozinho para Santos e dali para o Rio de Janeiro, tentando viver da sua arte. Passou por imensas dificuldades, até para conseguir o pão de cada dia, até que passou a se apresentar em um navio de cruzeiro. Começando a ser reconhecido como músico, foi levado pelo radialista César Ladeira para trabalhar na Rádio Mayrink Veiga, formando um duo com o lendário artista Garoto e atuado ao lado de ícones da música como Heitor Villa-Lobos, Radamés Gnattali e Pixinguinha. No ano de 1947, já transformado em músico hábil e virtuoso, foi tocar na orquestra de Carmen Miranda, que fazia enorme sucesso no Brasil e no exterior.
Decidiu então, no início dos anos 50, alçar voo para uma carreira internacional, mudando-se, sem conhecer uma única palavra em Inglês, para a cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, a meca do cinema hollywoodiano, onde participou de várias produções cinematográficas de sucesso, fazendo arranjos ou tocando vários instrumentos em trilhas sonoras, como por exemplo, O Poderoso Chefão (1972), Os Dez Mandamentos (1956) e Os Imperdoáveis (1992). Foi violonista da orquestra de Stan Kenton, gravou discos também com o saxofonista Bud Shank e participou do Modern Jazz Quartet, tendo indiscutível influência na difusão e consolidação da Bossa Nova no mundo.
O virtuoso músico miracatuense de Jazz, Clássico e Bossa Nova, infelizmente, não tem o devido reconhecimento na sua terra natal, até porque sua existência é pouco conhecida do público brasileiro, mas nos Estados Unidos ele é respeitadíssimo, inclusive tendo sido premiado com nada menos que seis Prêmios Grammy, após onze indicações.
O nosso grande artista nos deixou em 26 de julho de 1995 quando tinha 77 anos de idade, sendo sepultado no San Fernando Mission Cemetery, no Condado de Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos. Seu talento ímpar ficou registrado em filmes, discos e em vídeos de apresentações suas pelo mundo, como esta abaixo registrada na Alemanha em 1992, em que ele inicia o show tocando uma versão da música de Wolfgang Amadeus Mozart, Symphony n 40 k 550 "Molto Allegro", aquela maravilha que nos encantava na abertura das cortinas da tela de exibição do inesquecível Cine Coronel Tolentino de Tidim e Nelito em Espinosa.
Mesmo com a desconfiança de boa parte dos comentaristas esportivos e da torcida antes de a bola rolar na Copa do Mundo de Clubes da FIFA, os quatro clubes brasileiros, selecionados para participarem desta primeira edição da mais nova competição de clubes da maior entidade esportiva do planeta, não fizeram feio na fase inicial de grupos e surpreenderam positivamente, com todos eles classificando-se para a fase das oitavas de final que se iniciará no próximo sábado, 28 de junho.
Com a participação de 32 equipes divididas em oito grupos de quatro, a Copa do Mundo de Clubes da FIFA conseguiu atrair a atenção de bastante gente do Brasil, especialmente dos fanáticos torcedores dos participantes Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras, o que não aconteceu com os torcedores norte-americanos, que não apareceram nas arquibancadas dos belos e gigantescos estádios dos Estados Unidos em grande quantidade. Poderia se alegar para a ausência dos ianques, o altíssimo custo dos ingressos e dos produtos dentro dos estádios, mas nada disso, a realidade é que os americanos desprezam o esporte bretão e os estrangeiros é que realmente amam o futebol e se dispõem a acompanhar suas equipes onde quer que estejam, o que vale para os de maior poder aquisitivo, obviamente.
Muita gente imaginava um poderio muito maior em campo dos clubes europeus sobre os adversários asiáticos, africanos e americanos, o que não se confirmou completamente, pois o Porto decepcionou totalmente, sendo eliminado, assim como o Atlético de Madrid, descartado ainda na fase de grupos no chamado grupo da morte. Quem surpreendeu negativamente foram os dois gigantes clubes argentinos, Boca Juniors e River Plate, desclassificados ainda na fase inicial do torneio, com desempenhos pífios em campo. Os nossos clubes brasileiros, ao contrário, tiveram desempenhos elogiáveis, especialmente o Flamengo, que venceu com merecimento o poderoso Chelsea por 3 x 1, e o Botafogo, que conseguiu a façanha de segurar o ímpeto do qualificado Campeão Europeu Paris Saint-Germain, vencendo heroicamente pelo placar de 1 x 0.
Em negrito os classificados para as oitavas de final:
28-06 - Sábado - 17h - Charlotte - Benfica x Chelsea
29-06 - Domingo - 13h - Atlanta - Paris Saint-Germain x Inter Miami
29-06 - Domingo - 17h - Miami - Flamengo x Bayern de Munique
30-06 - Segunda-feira - 16h - Charlotte - Internazionale x Fluminense
30-06 - Segunda-feira - 22h - Camping World Stadium - Manchester City x Al-Hilal
01-07 - Terça-feira - 22h - Atlanta - Borussia Dortmund x Monterrey
01-07 - Terça-feira - 16h - Miami - Juventus x Real Madrid
Os times brasileiros estão de cofres cheios com a participação na Copa. Vejam os valores já garantidos:
Botafogo - R$ 148,5 milhões
Flamengo - R$ 150 milhões
Fluminense - R$ 148,5 milhões
Palmeiras - R$ 148,5 milhões
Por questões de regulamento da FIFA, que impede que mais de dois clubes de um mesmo país participem, os gigantes Atlético, Barcelona e Liverpool, que figuram em posições privilegiadas nos rankings oficiais da Conmebol e da UEFA, ficaram de fora do torneio mundial. No caso dos brasileiros, o Atlético foi preterido por que Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras foram os mais recentes Campeões da Libertadores. Como só podem ir dois brasileiros pelo ranking, entraram os argentinos River Plate e Boca Juniors. Mas o que se pode perceber é que muitos ex-jogadores do Galo estão atuando em terras estadunidenses. São eles: Allan (Flamengo), Battaglia (Boca Juniors), Bremer (Juventus), Bruno Fuchs (Palmeiras), Guga (Fluminense), Keno (Fluminense), Marcos Rocha (Palmeiras), Nacho Fernández (River Plate), Otamendi (Benfica), Paulinho (Palmeiras), Samuel Xavier (Fluminense), Savarino (Botafogo) e Savinho (Manchester City).
Certamente os maiores favoritos para vencer a Copa do Mundo de Clubes da FIFA são os clubes europeus que possuem elencos extremamente qualificados, casos de Real Madrid, Manchester City, Bayern de Munique, Internazionale de Milão e Juventus de Turim, mas quero crer que os nossos melhores representantes brasileiros Flamengo e Palmeiras também tenham condições de surpreender o mundo e conquistarem o título. Por que não? Não é o futebol uma caixinha de surpresas?
A grande final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA acontecerá às 16h do domingo, 13 de julho, em Nova Jersey.
Enquanto muita gente de pouco ou nenhum talento e qualidade musical bomba nas paradas de sucesso faturando alto, eis que ótimos artistas não conseguem o mesmo espaço e reconhecimento. Mas mesmo com esta tamanha injustiça, que não é de hoje, muita gente boa continua lutando para que o seu trabalho seja conhecido e valorizado. E felizmente a gente descobre na Internet muitos desses excelentes artistas que merecem uma atenção maior dos que amam a boa música. Descobri há pouco uma banda de Belém, capital do Pará, formada em 2009 e que, além das suas composições próprias, toca em ritmo de reggae releituras de grandes sucessos de gente incrível como Belchior, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Djavan, Beto Guedes, Alceu Valença e, claro que não poderia faltar, Edson Gomes e Bob Marley & The Wailers. Mas não só! Eles interpretam, com sua batida característica do Reggae da Jamaica, músicas de bandas de Rock e Pop famosas, acrescentando sua mistura de ritmos genuinamente brasileiros do Norte e Nordeste com a precisa paixão pelo som que transmite boas e positivas vibrações.
A banda começou sendo formada pelo competente, versátil e carismático vocalista Bruno Rodriguez, pelo baterista Pedro Ferpa, pelo baixista Lelo e pelo tecladista Pizzí. Atualmente a banda tem como integrantes o vocalista Bruno Rodriguez, o baterista Bráulio "Babau" Habib, o guitarrista Arthur Sequeira Cunha e o baixista, guitarrista, beatmaker, compositor e produtor Lelo Carvalho, um dos seus líderes. Ruan é o cara que dá o devido suporte aos caras.
A Banda Reggaetown já lançou o CD "Viver na Paz" e o EP "Grito de Terceiro Mundo", além dos projetos Aura Sessions e Reggaetown Versões. Lançou há pouco tempo o single "Última Dança", que pode ser ouvido nas plataformas de streaming junto com outras músicas do grupo.
O vídeo abaixo mostra a performance ao vivo da banda no Café Marcelino, em Belém. De forma bastante descontraída, os músicos tocam impecavelmente várias versões de clássicos da MPB e do Reggae, contagiando a moçada ali presente.
Espero que mais e mais pessoas conheçam o excelente trabalho desta moçada talentosa da linda Belém do Pará que nos ensina a ser feliz, superar a dor, ser consciente e ter gratidão pela vida. Sucesso, saúde e felicidades, rapaziada!
Para arrematar o assunto CINFAABB 2025, eis o quarto e último vídeo da nossa aventura turística e esportiva pelas belas terras maranhenses. Depois de focar na competição, nas confraternizações e na maravilha dos Lençóis Maranhenses na região de Barreirinhas, agora é hora de mostrar um pouquinho das belezas da capital do Maranhão, São Luís, e também um tiquinho de Belém, capital do Pará.
São Luís tem muita história, pois foi fundada por franceses no dia 8 de setembro de 1612, depois invadida por holandeses em 1641 e, posteriormente, a partir de 1644, colonizada por portugueses. Localizada na ilha de Upaon-Açu no Atlântico Sul, entre as baías de São Marcos e São José de Ribamar, no Golfão Maranhense, a cidade dos são-luisenses ou ludovicenses, é também conhecida como a Ilha do Amor, a Jamaica Brasileira, a Cidade dos Azulejos ou ainda a Rainha do Maranhão. Com pouco mais de 1 milhão de habitantes, São Luís, com seus 412 anos de existência, encanta visitantes com um Centro Histórico valioso, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO no dia 6 dezembro de 1997. Lá estão prédios e casarões de rara beleza, alguns remanescentes dos séculos XVIII e XIX, como o Palácio dos Leões, Convento das Mercês, Catedral de São Luís do Maranhão, Palácio de La Ravardière, Casa das Minas, Mercado Casa das Tulhas, Fábrica de Cânhamo, Igreja do Carmo, Teatro Arthur Azevedo, Museu de Artes Visuais, Museu Histórico e Artístico do Maranhão, Museu de Arte Sacra, Cafuá das Mercês ou Museu do Negro, Museu do Reggae, Museu da Gastronomia Maranhense, Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho (Casa da Festa), Casa do Tambor de Crioula e Centro de Criatividade Odylo Costa Filho, entre outros.
Uma visita a São Luís tem que, obrigatoriamente, ter uma parada no Monumento aos Pescadores para uma sessão de fotos, especialmente no por do Sol. Para apreciar o final do dia com a despedida do Sol, outro ótimo lugar é o Espigão Costeiro da Ponta d'Areia, onde ficam próximos o letreiro A Ilha do Amor e o Forte Santo Antônio da Barra. Na Avenida Litorânea, que está sendo ampliada, existem vários restaurantes próximos do mar, cujas praias, de São Marcos, Calhau, Caolho e Olho D´Água, nem sempre estão em condições de banho, infelizmente. Merece uma visita a Praia do Araçagi, no bairro de mesmo nome da cidade de São José de Ribamar que começou a ser povoado na década de 1990 e, hoje, recebe boa parte da classe média alta de São Luís, uma imensidão de areia na maré baixa que é tomada por um sem número de barracas coloridas e carros e caminhonetes oferecendo um pouco de tudo: bebidas, comidas e muitos outros variados produtos aos visitantes. A enorme praia se estende da Praia de Ponta Grossa, conhecida popularmente como Praia do Meio, até a orla da Avenida Oceânica, no Farol do Araçagi. Uma viagem pela antiga e bela São Luís do Maranhão não pode ser realizada sem que se experimente o arroz de cuxá, o guaraná Jesus, a festa do Bumba Meu Boi e uma boa audição do balançante Reggae.
Para nossa sorte, tivemos um bom espaço de tempo na conexão do voo em Belém do Pará, o que nos permitiu uma rápida passagem na cidade para conhecermos o famoso e diversificado Mercado Ver-o-Peso e o encantador Complexo Turístico e Cultural Estação das Docas. Inaugurado em 1901, o Mercado Ver-o-Peso é reconhecido como a maior feira livre da América Latina, com seus 35 mil metros quadrados de ofertas de mercadorias as mais diversas, desde ervas medicinais, peixes, carnes, castanhas de caju até produtos do vestuário e da Feira do Açaí. Já a Estação das Docas é um empreendimento maravilhoso implantado na orla fluvial da Baía do Guajará, onde funcionava o antigo porto de Belém. Inaugurado em 13 de maio de 2000, a Estação das Docas é um complexo turístico de 32 mil metros quadrados que engloba três armazéns (Boulevard das Artes, Boulevard da Gastronomia e Boulevard das Feiras e Exposições) e um terminal de passageiros, onde são ofertadas à população e aos turistas boas opções de gastronomia, cultura, moda e eventos, além de programações musicais, culturais e de sustentabilidade. No complexo estão o Teatro Maria Sylvia Nunes e o anfiteatro do Forte de São Pedro Nolasco. Resultado de um cuidadoso trabalho de restauração dos antigos armazéns, guindastes e da máquina a vapor que fornecia energia, o local é agradabilíssimo, com instalações modernas, bonitas, sofisticadas e com preços justos dos produtos oferecidos, em dissonância com outros espaços semelhantes onde se cobram preços exorbitantes e estratosféricos. Adorei. Morasse eu em Belém, seria frequentador assíduo.
Viagens sem perrengues, convivência harmoniosa, participação vitoriosa, título conquistado no futebol, lugares incríveis visitados, experiências maravilhosas vivenciadas, conhecimentos culturais auferidos e um retorno tranquilo para casa da gente, o melhor lugar do mundo. Valeu cada segundo! Este nosso gigante, lindo e amado Brasil é extraordinário!
Os pais Thiago Lopes e Isabela Barros receberam, com alegria, atenção e carinho, familiares e amigos para comemorarem juntos os aniversários dos seus filhos gêmeos Pedro e Ricardo na tarde/noite deste sábado, 21 de junho de 2025, no espaço de eventos do condomínio onde moram em Montes Claros.
A meninada se esbaldou jogando bola no campo de plástico ensaboado ou se banhando na piscina, sempre sob suspervisão dos pais e da equipe de animação da festa. Com o famoso e querido personagem Harry Potter como tema, a festa ofereceu decoração sobre o simpático e inteligente bruxo, com vidros cheio de guloseimas intituladas como "ovos de dragão", "meleca de trasgo", "dente de bruxa" e "minhocas explosivas", entre outras. Para os adultos, farto menu de tira-gostos e um chope geladinho.
Depois de um longo período de brincadeiras, comes e bebes, encontros, reencontros, abraços fraternos e calorosos e saborosas conversas, eis que chegou finalmente a hora de todos se reunirem diante da mesa com os bolos para que os aniversariantes Pedro e Ricardo pudessem agradecer a presença dos amiguinhos e ouvirem o cântico de parabéns pelos seus 10 anos de abençoada existência.
Aos pais Thiago e Isabela, os nossos agradecimentos pelo carinho e consideração de ter nos convidado a estar presente em momento tão importante da vida da sua família. Aos meninos, os gêmeos iluminados Pedro e Ricardo, os nossos parabéns pela data festiva e os nossos desejos e preces para que Deus continue a abençoá-los e protegê-los de todos os males.
Notícia triste vinda de Espinosa dá-me conhecimento do falecimento de Dona Juelita Barbosa Tolentino, mãe de João Paulo da oficina e de Kal caminhoneiro, ocorrido hoje, sexta-feira, 20 de junho. Ela tinha 69 anos de idade.
A eles dois e a todos os demais familiares o meu sincero sentimento de pesar, a minha solidariedade cristã e a minha prece a Deus para que lhes conforte neste terrível momento de perda, concedendo a todos vocês as devidas e necessárias resignação, fé e força.
Que Dona Juelita descanse na mais completa paz após findada a caminhada terrena!
Quinta-feira, 19 de junho de 2025, dia de nós, os católicos, comemorarmos Corpus Christi, a celebração também chamada de Solenidade do Santíssimo Sacramento do Corpo e do Sangue de Cristo, que relembra aos fieis a última ceia do Nosso Senhor Jesus Cristo com os apóstolos. Em latim, a expressão significa "Corpo de Cristo". Neste dia, os católicos celebram a data com alegria, fé e os tradicionais desenhos feitos nos tapetes no chão com o uso de serragem, sal, cal, tinta, borra de café e outros materiais.
Um aspecto bastante interessante desta celebração católica é que sempre cai numa quinta-feira, mas a cada ano em uma data diferente, assim como a Páscoa e o Carnaval. A Páscoa é celebrada no domingo após a primeira lua cheia registrada após o dia 21 de março. Para saber a data de Corpus Christi, é só acrescentar mais 60 dias a partir do domingo de Páscoa. Esta celebração foi instituída no dia 8 de setembro de 1264 pelo Papa Urbano IV, mas a comemoração de Corpus Christi só começou a valer décadas depois, quando a data foi reafirmada pelo Concílio de Vienne, em 1311.
Na tarde desta quinta-feira, 19 de junho, às 16h, foi realizada uma Missa diante da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição e São José em Montes Claros, com uma multidão de fieis católicos reafirmando sua fé, adoração e admiração a Deus. Após a celebração, todos se dirigiram em procissão, à Catedral Metropolitana de Montes Claros, com os religiosos passando por cima dos tapetes preparados pela população no piso das ruas, um espetáculo sempre bonito de se ver.
Espero que todas aquelas pessoas que estiveram harmoniosamente reunidos na praça, para demonstrarem sua fé e seu amor por Deus, tenham compreendido inteiramente os ensinamentos de Jesus Cristo e o sermão de Dom José Carlos de Souza Campos, para que não se percam no caminho espalhando ódio, violência e inverdades que só causam o mal ao mundo, mas partilhando paz, amor, solidariedade e o pão com os irmãos, especialmente os pobres. Que assim seja!