Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

sexta-feira, 29 de abril de 2011

121 - Mamonas se emancipou, mas continua afetivamente espinosense

Tenho enorme carinho pela cidade e pelo povo de Mamonas. Mesmo com a emancipação do distrito de Mamonas da cidade de Espinosa em 27 de abril de 1992, através da Lei Estadual nº 10.704, logo após votação afirmativa da população em plebiscito, ainda considero a cidade de Mamonas como parte integrante do sentimento de ser espinosense. O povo de Mamonas, assim como o de Espinosa, tem enorme facilidade para recepcionar os visitantes, com muita receptividade e calor humano.
Conforme informações por mim coletadas, a cidade de Mamonas surgiu a partir da colonização de alguns agricultores, entre eles o Sr. Damião de Souza Barreiro, que plantavam algodão e milho e criavam gado bovino e porcos em suas propriedades próximas aos rios Cabeceiras e Bom Sucesso (também conhecido como Rio do Galheiro). Posteriormente se iniciou a produção de cachaça, até hoje produzida e reconhecida como de muito boa qualidade. 
Mamonas já pertenceu a Grão Mogol, Rio Pardo de Minas, Monte Azul (então Boa vista do Tremedal) e Espinosa, nas diversas mudanças ocorridas na geografia política da região. Com o gentílico mamonense, a cidade tem como padroeiro, Santo Antônio. O seu território tem uma área de 291,3 km², uma altitude de 539 metros e uma população de 6.321 habitantes, sendo 3.183 homens e 3.138 mulheres, com uma população urbana de 2.812 habitantes e uma população rural de 3.509 habitantes. O bioma constitui-se basicamente de cerrado e de caatinga, com a presença de vários pequenos e inconstantes rios e córregos. Na área da educação, a cidade de Mamonas possui 10 escolas de ensino fundamental (952 matrículas e 61 docentes), 1 de ensino médio (338 matrículas e 26 docentes) e 1 pré-escola (71 matrículas e 3 docentes). A frota municipal conta com 302 automóveis, 87 caminhões, 70 caminhonetes, 16 ônibus, 5 micro-ônibus, 1.166 motocicletas e 30 motonetas (fonte IBGE).
Mamonas teve como um dos maiores batalhadores pela sua emancipação, entre vários outros, o mamonense Aílton Neres de Santana, que também é conhecido como Mamoninha, dada a sua identificação com a sua terra natal. Ele foi eleito prefeito e comandou a cidade por longo período, lançando as bases da organização da cidade. O prefeito atual, o ex-vice prefeito Edivan Roberto Alves Cardoso, o Vando, tomou posse logo após a morte do então prefeito em exercício João Nunes Ferreira, o Dão de Vita, aos 81 anos, resultante de complicações de um acidente automobilístico ocorrido em 2009. Tenho orgulho de desfrutar da amizade de todos eles, que fizeram e fazem um excelente trabalho em prol do desenvolvimento da cidade.
Um grande abraço espinosense a toda a população mamonense, nossos irmãos de fé e coração.
Vejam algumas fotografias que mostram a realidade atual da jovem cidade norte-mineira:
A via de acesso à cidade de Mamonas na MG 122,
MGT Agenor Neres de Santana

Avenida Pedro João Soares, na entrada da cidade

Outro ângulo da Avenida Pedro João Soares

O belo lago do parque da cidade de Mamonas

Imagem do cruzeiro na serra

O mais belo cartão postal da cidade: Lagoa do Aconchego

Prédio da Câmara Municipal

Instalações do Hospital Municipal

Praça Arcênio Antônio dos Anjos

Prédio da Prefeitura Municipal de Mamonas


Rua José Gomes Lira

Mercado Municipal na Praça 27 de abril

Prédio dos Correios no centro da Praça 27 de abril

Reforma da Praça da Matriz de Santo Antônio

Interior da Igreja de Santo Antônio em reforma

Visão frontal da Igreja de Santo Antônio

Reconstrução da Praça Marcionílio Antônio dos Anjos

Vista lateral da Praça da Matriz
Restaurante Beira Mar do Sr. João Baiano na Lagoa do Aconchego

Ex-prefeito Aílton Neres de Santana, o Mamoninha
Saudoso ex-prefeito João Nunes Ferreira, o popular Dão de Vita

O atual prefeito Edvan Roberto Alves Cardoso recebendo diploma
ao lado do Promotor de Justiça de Espinosa Eros Braga Biscotto

quarta-feira, 27 de abril de 2011

120 - Homenagem dos peladeiros da AABB-Espinosa a Tintin

Nesta Semana Santa que passei em Espinosa, pude perceber o quanto Dr. Nivaldo e Tintin eram queridos pela comunidade espinosense. Através do contato que mantive com os seus parentes e amigos e de ter recebido muitas mensagens, vindas de vários lugares, pude notar a imensa tristeza que o passamento deles causou em todos. Entretanto, foi muito bom perceber que, mesmo com toda a dor e tristeza pela perda dos seus entes queridos, os familiares tem a exata noção da ótima reputação que eles tinham na cidade e estão se conformando aos poucos com a ausência deles. O que vai ficar é a boa lembrança de dois cidadãos íntegros que tinham bom coração, laços familiares harmoniosos, inúmeras amizades e muito amor pela nossa cidade, sempre tendo em mente o seu desenvolvimento.
Mensagem dos colegas da pelada da AABB-Espinosa
homenageando o peladeiro Tintin

Turma de peladeiros do campinho de Gibão
A notícia triste fica por conta de mais uma morte ocorrida durante uma partida de futebol, no campinho de Gibão, na quinta-feira, quando França (não o conhecia), irmão de Valdomiro Cabeleireiro, sentiu-se mal e faleceu abruptamente, deixando a todos os peladeiros atônitos e assustados. Meus sentimentos à sua família.
Em todos esses muitos anos de futebol, eu nunca tive notícias de mortes de jogadores em Espinosa, durante ou logo após a disputa esportiva. Três mortes em consequência do futebol, em menos de 20 dias, realmente é extremamente assustador e preocupante. Trata-se de acontecimento inédito e que deixa todos nós, aficionados pelo futebol, bastante receosos. Em virtude disso, foi notada a ausência de muitos peladeiros nos vários campos da cidade, após essas ocorrências.
Aos mais idosos, principalmente, resta fazer, urgentemente, uma bateria de exames, um check-up completo, para verificar a atual condição física e evitar que mais casos desse tipo venham a acontecer, ceifando vidas preciosas. Temos também que ter consciência do nosso limite físico e não tentar extrapolar a nossa capacidade física, tentando nos igualar aos mais jovens.
Turma dos peladeiros da AABB saboreando uma cervejinha após
a pelada do domingo: Rogerinho, Tiva, Heider, Jaburu, Henrique,
Eustáquio, Juninho, Sandrinho e Marquinhos

Ruan, filho de Rogerinho, e o filho de Dai brincam no gramado do campo
society da AABB-Espinosa, em frente da faixa em homenagem a Tintin

Excelente campo de futebol society do proprietário da loja
Só Montão, onde sempre jogava o Dr. Nivaldo Faber
Confesso que fiquei impressionado e receoso com tamanha sucessão de infelizes acontecimentos. Mas como tinha me submetido a exames há pouco tempo e que graças a Deus não revelaram problemas, fiz questão de participar, na manhã do domingo de Páscoa, das peladas de Gibão, no campinho do Cigano, e da AABB, para exorcizar de uma vez por todas essa preocupação. Nada como uma pelada de futebol com os amigos para descontrair a mente e o corpo cansados das atribulações da vida moderna. Vida longa a todos os peladeiros espinosenses espalhados pelos vários campos da cidade.   

119 - Semana Santa em Espinosa

No feriadão de Tiradentes e Sexta-feira da Paixão de Cristo, ainda meio incrédulo com os últimos fúnebres acontecimentos que levaram dois grandes amigos meus, estive em Espinosa mais uma vez para matar a saudade dos familiares e amigos. A chamada "Semana Santa" marca a última semana da Quaresma, contada desde o domingo de Ramos até o domingo de Páscoa.
Tinha em mente acompanhar a procissão da sexta-feira (o que fiz), bem como subir, após muitos anos de ausência, o Morro do Cruzeiro. Mas uma ressaquinha, o sol escaldante e a apreensão causada pelas perdas repentinas e indesejáveis de Dr. Nivaldo e Tintin, fizeram-me abortar a ideia. Fica para outra oportunidade. Até brinco com os amigos dizendo que só farei isso novamente quando o nome do morro for mudado para Morro do Atlético.  Sem radicalismo!
A procissão da Sexta-feira Santa foi marcada pela fé dos espinosenses, que chegaram à Igreja Matriz de São Sebastião separadamente. Os homens, entoando cânticos religiosos, chegaram à Praça Coronel Joaquim Tolentino pela Rua Dr. José Esteves, enquanto as mulheres vieram cantando e orando pela Travessa Francisco Lopes. Eles se encontraram no adro da igreja e ali ouviram a pregação do Padre Idalmo, até o momento de entrarem no templo cristão e encerrarem a cerimônia. Vejam as fotos:

A procissão dos homens se dirige à Igreja Matriz

A procissão masculina ainda na Av. João Araújo Lins

A procissão feminina aguarda a chegada dos homens na praça

A chegada da imagem de Jesus Cristo à Praça da Matriz

As mulheres se dirigem à Igreja Matriz

A caminhada masculina chega ao adro da igreja

A caminhada feminina também se aproxima do adro da igreja

As mulheres carregam a imagem da Santa Maria

Os homens trazem a imagem de Jesus Cristo

Homens e mulheres ainda separados ouvem o início da cerimônia

Na porta da Matriz, Padre Idalmo inicia a cerimônia religiosa

Até um tranquilo cãozinho preto deitado no meio da rua
parece querer escutar a pregação do Padre Idalmo 

A ala das mulheres aguarda o encontro com os homens

Os homens se preparam para o encontro com as mulheres

Eles se aproximam cada vez mais durante a cerimônia

Falta pouco para o encontro das imagens


Finalmente, dá-se o encontro das imagens e dos fiéis

Os católicos se encontram na celebração da Semana Santa

A união dos fiéis espinosenses no adro da igreja

Santa Maria e Jesus Cristo, enfim juntos na porta da igreja

Todos então se dirigem ao interior da igreja

A entrada das imagens na Matriz

Todos se dirigem ao interior da igreja para o encerramento da cerimônia
É triste perceber, em Espinosa, o desaparecimento de algumas tradições que encantavam a população da cidade em tempos passados, nem tão longínquos assim. Cito como exemplos a Folia de Reis e o nosso famoso Carnaval,  animado com marchinhas pelo saudoso e excelente conjunto Os Cardeais, ao som de muitos instrumentos de sopro. Que eu saiba, ficaram pelo caminho e fazem muita falta. Não se pode deixar as tradições desaparecerem, pois elas fazem parte da vida afetiva das pessoas, além de se constituírem de forte e lucrativo apelo para o turismo.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

118 - Espinosa novamente de luto: Caio Líncoln ou, simplesmente, Tintin, deu adeus ao nosso mundo

Ainda atordoados e perplexos com a inesperada partida de um grande amigo, o Dr. Nivaldo Faber, na segunda-feira, dia 4 de abril passado, eis que o destino nos reserva outro pesado infortúnio.
Caio Líncoln Cangussu Tolentino, conhecido carinhosamente como Tintin, filho de "Seu" Zé Patim e Dona Suzana, advogado e gerente aposentado do Banco do Brasil, apaixonado pela sua fazenda "Vovó Belinha", próxima da Vila de Santana e adepto ferrenho do futebol, inesperada e abruptamente nos abandona, deixando-nos a todos, totalmente atônitos.
Time da AABB-Espinosa nos jogos da FENABB em Patos de Minas:
Fonso, Líncoln, Fernando Zica, TINTIN e Júlio César;
Magrão, Maurício, Eustáquio, Marquinhos e Wilson.

Turma do 9 de Março em farra na Zoom:
Claudão, Dai, Eustáquio, Maurício, Eduardo e TINTIN.
Festa em homenagem ao grande craque Kita promovido pelo
9 de Março na Zoom: Tintin, Tone Lacrau, Fonso, Kita e Eustáquio.

TINTIN, Eustáquio, Kita, Zinho, Gena e Naneza.

A muito especial turma do 9 de Março reunida: Rubens, Tintin,
Maurício, Zinho, Eustáquio, Palau, Fonso e Eduardo.
Recebi a notícia aqui em Montes Claros por volta das 21 horas, através de Deivid, Rubens e João Carlos, dando conta da gravidade da situação. Tintin havia se sentido mal, após a disputa de uma pelada de futebol na AABB, o que parecia ser um infarto. Lamentavelmente, situação semelhante havia acontecido na semana passada, quando perdemos o grande amigo Nivaldo Faber. Levado às pressas ao hospital pelos seus colegas Rubens e Fabiano, e mesmo com a realização de massagens cardíacas, ele já chegou lá em estado grave, tendo que ser urgentemente transferido para Montes Claros em uma ambulância do SAMU. Os profissionais de saúde que o acompanhavam tiveram muito trabalho durante a viagem para manter a respiração e os batimentos cardíacos em ordem. A unidade de resgate do SAMU chegou à Montes Claros, no Hospital Aroldo Tourinho, por volta das 2:10h da madrugada de quinta-feira. Mesmo com todo o esforço da equipe médica, após uns 15 minutos, Tintin não resistiu e veio a falecer, deixando em completo desespero os seus filhos ali presentes: Caio, Luana e Cristiane, além de seu irmão Eugênio e outros amigos. Foi um baque imensamente violento para todos nós.
Futsal da AABB-Espinosa: Tarcísinho, Carlúcio e TINTIN;
Maurício, Jaílton e Eustáquio.

O embrião do 9 de Março:
Doidinho, Dedé, Róbson, Janinho, Tarcísinho e TINTIN;
Lauro, Eustáquio, Jorginho, Dai e Zinho.

9 de Março: Zinho, Roberto, Walter, Palau, TINTIN e Doidinho;
Fonso, Rogerinho, Maurício, Dai, Eustáquio e Rubens.

9 de Março: Fonso, Zinho, Maurício, Beto, Rogerinho e TINTIN;
Alair, Eustáquio, Dai, Walter e Rubens. 
"Bichão", como carinhosamente o chamávamos no time master do 9 de Março, era um cara extremamente entusiasmado, participativo, bem-humorado, vaidoso. Gostava de cuidar da sua aparência e de se manter sempre jovem, o que lhe rendia muita gozação e brincadeiras por parte de todos nós, seus amigos e companheiros de time. Era o nosso lateral-direito, titular absoluto do técnico Tarcisinho. Também gostava de política, assim como o seu avô, Dr. José Cangussu, por quem sempre demonstrou orgulho e respeito. Fomos colegas de trabalho por algum tempo no Banco do Brasil em Espinosa e fomos companheiros de futebol no 9 de Março por um longo período, vivenciando centenas de situações alegres, engraçadas, muitas delas maravilhosas. Temos muita história para contar, principalmente das viagens que fazíamos à cidade baiana de Livramento do Brumado, onde ele trabalhava na época, para jogar futebol contra o time da cidade. Era uma festa! Éramos recebidos como reis, com muitos fogos de artifício e muita farra. Muitas histórias hilárias aconteceram nesta época. Imagino que os amigos dele de Livramento do Brumado devem estar tão tristes quanto nós, espinosenses, estamos. A turma de Rio Pardo de Minas, onde foi gerente, também.
TINTIN, Eustáquio, Zinho e Tiãozinho em jogo na AABB-MOC
Time que fez história no futebol de Espinosa:
Roberto, Rogerinho, Tarcisinho, Dai II, Zinho, Beto, TINTIN e Walter;
Claudão, Dai, Eustáquio, Fonso, Palau, Naneza e Doidinho.

Mais um registro de Caio Líncoln no 9 de Março:
Tarcisinho, Rogerinho, Naneza, TINTIN, Rubens, Roberto e Claudão;
Alair, Dai, Eustáquio, Walter, Palau, Maurício e Doidinho.
Mesmo com toda a tristeza que nos abarrota o coração, temos que realçar a alegria de ter compartilhado com ele de muitos momentos felizes e inesquecíveis.
Vá em paz, "Bichão", você vai fazer muita falta aqui para nós, principalmente para a turma de velhinhos do 9 de Março!
Deixo aqui registrado o meu imenso pesar, a minha enorme tristeza e a minha solidariedade e condolências a todos os familiares e amigos de Caio Líncoln, o Tintin. Meus sinceros sentimentos de dor à sua atual esposa e sua filhinha, à minha grande amiga Tânia e suas meninas Lu e Cris e também ao Caio. Que Deus lhes dê conforto e sustentação nesta hora difícil e dolorida.
Infelizmente, problema de saúde momentâneo não me permite estar lá em Espinosa para acompanhar o sepultamento. Peço desculpas pela ausência.

Publico aqui comentário importantíssimo, postado no Facebook, do médico espinosense Alberto Cruz Braga, o Bebeto, acerca dos cuidados que devemos ter com a saúde, principalmente nós que gostamos de bater uma peladinha de futebol: " Realmente lamentável. Mas fica uma dica para os demais amigos peladeiros de Espinosa: façam seus exames médicos regularmente para que não tenhamos mais esse tipo de notícia.TALVEZ essas perdas poderiam ter sido evitadas com um simples check up." Vamos nos cuidar, gente!
Quero também deixar registrado o meu agradecimento pessoal aos meus grandes amigos Quinha e Djair, e ao médico carioca Juan, esposo de Liliane, filha de Dona Laura e Dr. Getúlio, que estiveram presentes por longo tempo no Hospital Aroldo Tourinho, em Montes Claros, à espera da chegada de Tintin. Obrigado pela solidariedade demonstrada.  

117 - Mais uma perda trágica abala a cidade de Espinosa: Caio Lincoln Cangussu Tolentino, ou Tintin, veio a falecer nesta madrugada

Ainda sem nos recuperar da repentina e dolorosa perda de Dr. Nivaldo Faber, mais um espinosense nos deixa perplexos e atordoados. Caio Lincoln Cangussu Tolentino, o Tintin de Zé Patim, faleceu nesta madrugada por volta das 2 e meia da madrugada, em Montes Claros, após várias paradas cardíacas. Suspeita-se de infarto. O triste fato aconteceu de forma semelhante ao que ocorreu com Dr. Nivaldo. Após uma pelada de futebol na AABB, ele sentiu-se mal, foi socorrido, mas não resistiu. O corpo já está a caminho de Espinosa para o sepultamento.
Maiores informações em breve.
Estou arrasado. Dois grandes amigos se foram em circunstâncias parecidas e em tão pouco tempo.