Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

quinta-feira, 7 de março de 2013

659 - Fotografia, que ótima criação humana!

Hoje, com toda a tecnologia disponível, é muito fácil registrar os bons (ou maus) momentos das nossas vidas com uma câmera fotográfica, nas reuniões de familiares e amigos ou em qualquer outro lugar. Ou até com o aparelho de telefone celular, tão comum hoje em dia. Não mais se usa filme fotográfico ou aquelas câmeras enormes de antigamente que eram dificílimas de carregar. E o trabalho que dava para revelar os filmes? E a famosa Rolleiflex, famosa câmera fotográfica que aparece na letra da música de um clássico da Bossa Nova, "Desafinado"? E a câmera que iria revolucionar a história da fotografia ao revelar o filme instantaneamente, a Polaroid? E a Xeretinha, que era descartável? Coisas do passado. A fotografia digital veio revolucionar e democratizar o acesso de uma grande massa de pessoas ao mundo das imagens. 
A fotografia, uma de minhas paixões, não apenas registra um momento qualquer de nossas vidas, mas imortaliza um instante, cria um laço sentimental com pessoas e com a nossa história de vida, denuncia abusos, glorifica gestos heroicos, transmite emoções e causa mudanças significativas na história de nações e pessoas em todo o mundo. 
Aqui estão algumas das mais importantes imagens da história:
A fotografia de um casal se beijando apaixonadamente na Times Square em 14 de agosto de 1945, transmitia a ideia do feliz reencontro após a guerra. Fotografia de Víctor Jorgensen.
No famoso Massacre da Praça da Paz Celestial (Tiananmen) em 1989, na China, um desconhecido cidadão impede a passagem dos tanques de guerra, numa demonstração de coragem e heroísmo. Fotografia de Stuart Franklin-Magnum.
Em 1993, a fotografia de uma menina quase à morte devido à fome no Sudão, espreitada por um abutre, chocou o mundo. Fotografia de Kevin Carter.
A menina Pham Thi Kim Phuc em fuga desesperada depois do bombardeio americano no Vietnã em 8 de junho de 1972. Fotografia de Nick Ut.
Thich Quang Duc, um monge budista, ateia fogo ao seu corpo em um protesto contra a perseguição religiosa empreendida pelo governo do Vietnã do Sul, em 1963. Fotografia de Malcolm Browne.
A imagem da intolerância e da imbecilidade do ser humano: bebedouros separados para brancos e negros no estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos em 1950. Fotografia de Elliott Erwitt-Magnum-Latinstock.  
Uma imagem marcante da luta da sociedade brasileira contra a ditadura militar, tirada na Passeata dos Cem Mil no dia 26 de junho de 1968, no Rio de Janeiro. Fotografia de Evandro Teixeira.
A incrível corrida do ouro no garimpo de Serra Pelada, no Pará, fotografada em abril de 1986. Fotografia de Sebastião Salgado.

A seguir uma breve história da fotografia, conforme a wikipedia.org.
Por volta de 350 a.C., aproximadamente na época em que viveu Aristóteles na Grécia antiga, já se conhecia o fenômeno da produção de imagens pela passagem da luz através de um pequeno orifício.
A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX. A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando, juntas ou em paralelo, ao longo de muitos anos.
O mais antigo destes conceitos foi o da câmara escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida por Leonardo da Vinci que a usava, como outros artistas no século XVI, para esboçar pinturas. Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado "Diorama". Após a morte de Niépce, Daguerre desenvolveu um processo com vapor de mercúrio, que reduzia o tempo de revelação de horas para minutos. O processo foi denominado daguerreotipia.
O britânico William Fox Talbor, desenvolveu um diferente processo denominado calotipo, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata, que posteriormente eram colocadas em contato com outro papel, produzindo a imagem positiva. À época, Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de fotografia. Porém, por demorar a anunciá-lo, não pôde mais ser reconhecido como seu inventor. 
No Brasil, o francês radicado em Campinas, Hércules Florence, conseguiu resultados superiores aos de Daguerre, pois desenvolveu negativos. Contudo, apesar das tentativas de disseminação do seu invento, ao qual denominou "Photographie" (foi o legítimo inventor da palavra), não obteve reconhecimento à época. Sua vida e obra só foram devidamente resgatadas em 1976, por Boris Kossoy. 
A fotografia se popularizou como produto de consumo a partir de 1888. A empresa Kodak abriu as portas com um impactante discurso de marketing, onde todos podiam tirar suas fotos, sem necessitar de fotógrafos profissionais, com a introdução da câmera tipo "caixão" e pelo filme em rolos substituíveis, criados por George Eastman.
A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Autocromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extrato de batata. O primeiro filme colorido moderno, o Kodachrome, foi introduzido em 1935, baseado em três emulsões coloridas. A maioria dos filmes coloridos modernos, exceto o Kodachrome, são baseados na tecnologia desenvolvida pela Agfacolor em 1936. O filme colorido instantâneo foi introduzido pela Polaroid em 1963, uma verdadeira revolução.


A grande mudança recente, produzida a partir do final do século XX, foi a digitalização dos sistemas fotográficos. A fotografia digital mudou paradigmas no mundo da fotografia, minimizando custos, reduzindo etapas, acelerando processos e facilitando a produção, manipulação, armazenamento e transmissão de imagens pelo mundo.
A imagem logo abaixo mostra uma pose de vários senhores engravatados, duas crianças e uma senhora em um lugar indeterminado de Espinosa. Esta foto foi-me cedida por Tim de Disson, a quem mais uma vez agradeço a gentileza. Se não me engano, o senhor de óculos parece ser Sêo Crispim Vieira, fotógrafo e comerciante espinosense que morava na Rua da Resina. Se alguém identificar esse pessoal, mande mensagens, por favor.
Um grande abraço espinosense.

Recebi e-mail de minha amiga Luciana Maria Ramos Cruz Silva, identificando alguns personagens da fotografia acima, de acordo com informações da sua irmã Zélia. Assim, estão na foto Dona Olíbia do Cartório, Sêo José Figueiredo, Sêo Crispim Vieira (em pé), senhor não identificado, Sêo Osvaldo Mascate, o jovem Juracy Barbosa, Sêo Teotônio Barbosa (nosso poeta), criança não identificada e Sêo Juvenal Ribeiro da Cruz. Pelos senhores presentes na foto, imagino que tenha sido tirada na Rua Dom Lúcio. 
À Luciana, o meu agradecimento pela relevante colaboração. 

658 - Encontros Memoráveis da Música: Renato Russo e Cássia Eller

Um encontro musical mágico e histórico. É realmente uma pena que eu não tenha conseguido encontrar imagens desta parceria na Internet, que parece não ter se concretizado em nenhum palco, mas infelizmente apenas em estúdio. Mas se esta música já me emocionava cada vez que a ouvia só com a versão da Legião Urbana, não posso conter as lágrimas de emoção ao ouvir Renato Russo e Cássia Eller cantando juntos esta criação maravilhosa da canção brasileira. Quanta falta fazem esses dois artistas especiais na minha vida! A letra diz tudo: "Aonde está você agora, além de aqui, dentro de mim?" ou "Já que você não está aqui, o que posso fazer é cuidar de mim". Simplesmente maravilhoso. 
Um grande abraço espinosense.

Vento no Litoral

De tarde quero descansar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda está forte e vai
Ser bom subir nas pedras, sei
Que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando tudo embora...

Agora está tão longe, vê
A linha do horizonte me distrai
Dos nossos planos é que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntos na mesma direção
Aonde está você agora
Além de aqui, dentro de mim?

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você está comigo o tempo todo
E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua e se entregar é uma bobagem
Já que você não está aqui
O que posso fazer
É cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos
Lembra que o plano era ficarmos bem?
Ei, olha só o que eu achei: cavalos-marinhos...

Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando tudo embora...

domingo, 3 de março de 2013

657 - Reabertura do Campo Society da AABB-MOC

Depois de mais de dois meses interditado para a recuperação do gramado, neste domingo a Associação Atlética Banco do Brasil promoveu a reabertura do Campo Society José Geraldo Sindeaux Araújo com a realização de duas partidas amistosas.
A primeira teve como protagonistas as equipes masters da AABB-MOC e do Pentáurea Clube, com o resultado final de 2 x 1 para o time visitante. Cássio fez o gol da vitória do Pentáurea, enquanto Eustáquio fez o único gol da AABB.
No segundo confronto, se enfrentaram as equipes da AABB-MOC e da OAB, com vitória da equipe abebeana por 7 x 3.
Para promover o congraçamento entre os associados, peladeiros participantes e os convidados, aconteceu uma cervejada logo após os jogos.
Um grande abraço espinosense.


Aqui embaixo você confere o Plano Diretor do clube apresentado pela diretoria capitaneada pelo presidente Mauro de Almeida Rodrigues em janeiro deste ano, com previsão de construção do novo prédio do bar e do salão de jogos, além de um novo campo society com grama sintética:

656 - A Confraria da Leitura, um oásis de cultura em Espinosa

Em uma cidade quase que completamente carente de projetos culturais e onde inexiste a diversidade cultural, com raríssimas iniciativas para proporcionar oportunidades de acesso à arte, a criação, em Espinosa, de um clube de leitura e debate de ideias, vem nos encher de alegria e esperança. 
Uma legião de mulheres espinosenses, qualificadas profissionais da educação, criaram a "Confraria da Leitura", um espaço para a confraternização, a aquisição e debate de conhecimentos através da leitura e a criação de propostas culturais para o desenvolvimento da cidade de Espinosa. Uma iniciativa para ser bastante comemorada.
As participantes se encontram uma vez por mês para trocar ideias e debater o conteúdo de um livro anteriormente escolhido. Os encontros se dão nas residências das participantes, em sistema de rodízio.
Quero aqui, com muita alegria, parabenizar todas as meninas participantes do projeto, em especial às minhas amigas Izabel Cristina e Júnia Tanúsia, por quem tenho enorme respeito, carinho e admiração, pelas suas brilhantes competências profissionais. Espero que mais iniciativas da espécie se espalhem pela cidade, que precisa urgentemente de uma revolução cultural.
Um grande e esperançoso abraço espinosense. 






Publico, na íntegra, a ata de criação da "Confraria da Leitura" logo abaixo:
Aos trinta e um dias do mês de janeiro de dois mil e treze, na residência da professora Izabel Cristina Soares Ribeiro Muniz, às 8:30 horas, foi criada a "CONFRARIA DA LEITURA", nome escolhido através de uma votação. Foram sugeridos vários nomes, tais como: "Clube de Leitoras", "Prosa e Verso", "Carpiem Die", "Da Raiz", "Vip". Com a maioria dos votos, ficou "Confraria da Leitura", indicado pela professora Júnia Tanúsia Antunes Meira. A ideia de criar um grupo de mulheres leitoras foi da professora de Língua Portuguesa Izabel Cristina, que convidou algumas pessoas para reuni-las com o objetivo de discutir a criação dele. Estavam presentes: Izabel Cristina Soares Ribeiro Muniz, Júnia Tanúsia Antunes Meira, Luana Matos Leal, Kátia Soares Ribeiro Carvalho, Maria Edna Gomes Aires, Eliana Gomes, Valéria Oliva, Carla Cristina Botelho Brito Mendes, Ezenilda Alves Tolentino e Marineide Rocha. Foi explicado sobre a finalidade da "Confraria da Leitura", que tem como objetivos principais: promover o hábito da leitura e estudo sociabilizando as impressões e opiniões acerca das obras lidas e ainda suscitar a discussão sobre a cultura local, apontando ideias e elaborando projetos culturais para apreciação dos órgãos competentes do Município. Em um clima de descontração, amizade e confiança, todas apoiaram a idealização e filosofia do grupo e passou-se a discutir sobre o funcionamento do mesmo. Após várias opiniões e sugestões, ficou acertado:
  1. Os encontros serão realizados em residências dos membros, revezando sempre que possível;
  2. Os assuntos debatidos, quando pessoais, deverão ser sigilosos;
  3. Todas têm direito de dar opiniões e sugestões e participar ativamente dos debates;
  4. Todas deverão ler o livro indicado e aprovado pelo grupo no prazo de até o próximo encontro;
  5. O próximo encontro é marcado em reunião anterior.
Ficou acertado que no próximo encontro serão escolhidos os membros da diretoria para melhor distribuição dos trabalhos. Foi sugerida a leitura de "50 Tons de Cinza". A professora Izabel Cristina agradeceu a presença e a adesão de todas, em especial à parceria da professora Júnia Meira, pelo apoio para que a ideia fosse colocada em prática. Comentou também que o grupo está aberto às novas leitoras e justificou a ausência de algumas mulheres que não puderam comparecer.         

655 - 60 anos de glórias. Parabéns ao meu ídolo Zico

Um dos mais espetaculares jogadores de futebol da história, o maior ídolo da imensa massa de fanáticos torcedores do Clube de Regatas do Flamengo, um dos mais talentosos camisa 10 do mundo, Arthur Antunes Coimbra, o meu ídolo Zico, completa neste domingo o seu sexagésimo aniversário.
É uma pena para nós atleticanos que ele tenha participado de um dos melhores times da história do Flamengo, que venceu o Campeonato Brasileiro de 1980 em cima da gente, com uma derrota no Mineirão por 1 x 0, gol de Reinaldo, e com uma vitória no Maracanã lotado, por 3 x 2, com gols de Zico e Nunes (2). Mas isso não faz a menor diferença na admiração que tenho por um dos mais qualificados craques de futebol que eu já vi jogar e que tenho como um dos meus maiores ídolos, não só pelas suas performances encantadoras nos gramados do mundo, mas pela sua trajetória de dignidade e correção na vida pessoal e profissional. Sou atleticano, sofremos muito com alguns gols marcados por ele contra nós, mas sou muito fã de Zico.
Como apaixonado praticante e torcedor de futebol, queria possuir apenas um mínimo da sua capacidade técnica, da sua genialidade, da sua privilegiada visão de jogo, dos passes precisos, das jogadas geniais que acabavam inapelavelmente nas redes adversárias, das faltas cobradas com maestria nos ângulos da meta rival, dos dribles mágicos, enfim, do futebol-arte do Galinho de Quintino. Se eu sempre tive fascinação pela camisa 10, isso se deve em grande parte ao genial Zico.
Então, ao Zico, parabéns pela brilhante carreira e que a sua genialidade dentro e fora dos campos nos faça companhia por um longo tempo ainda. É o desejo de um humilde fã atleticano.
Um grande abraço espinosense.










sexta-feira, 1 de março de 2013

654 - Encontros Memoráveis da Música: Ana Carolina e Maria Gadú

Encontro de duas jovens cantoras de personalidade forte, voz peculiar e muito carisma: a mineira de Juiz de Fora, Ana Carolina,  e a paulistana Maria Gadú. A música é de composição de Ana Carolina.
Um grande abraço espinosense.

Mais que a mim

Ouvi dizer que você tá bem
que já tem um outro alguém
Encontrei moedas pelo chão
Mas não vi ninguém pra me abraçar
me dar a mão
Eu chorei sem disfarçar
Quando vi seu carro passar
Vi todo o amor que em mim ainda não passou
Eu já não sei bem aonde vou
Mas agora eu vou.
Tentei falar mas você não soube ouvir
Tente admitir!
Tentei voltar e pude ver o quanto errei
Te amei mais que a mim, bem mais que a mim.
Ouvi dizer que você tá bem
que já tem um outro alguém
Encontrei moedas pelo chão
Mas não vi ninguém pra me abraçar
me dar a mão
Eu chorei sem disfarçar
quando vi seu carro passar
Vi todo o amor que em mim ainda não passou
Eu já não sei bem aonde vou
Mas agora eu vou.
Tentei falar mas você não soube ouvir
Tente admitir!
Tentei voltar e pude ver o quanto errei
Te amei mais que a mim, bem mais que a mim.
É, mais que a mim.

653 - As lindas pinturas de Leonid Afremov

Fico impressionado com a imensa quantidade de grandes talentos da pintura espalhados por todo o mundo. Descobri mais um deles, dia desses, na Internet.
Leonid Afremov é um brilhante artista impressionista bielorrusso, nascido em Vitebsk, em 12 de julho de 1955, que se destaca pelo seu estilo diferenciado de pintar, usando apenas a espátula da paleta de pintura. Mas o resultado é surpreendente. São maravilhosas pinturas a óleo sobre tela criadas pelo artista, com a predominância das muitas cores vivas. A maioria tem como base paisagens urbanas, mas também há espaço para retratos de artistas famosos como John Lennon e Michael Jackson.
Descoberto o seu talento para a pintura desde a puberdade, ele teve todo o encorajamento por parte dos seus pais. Mais tarde, em 1978, Afremov se graduou na Escola de Arte de Vitebsk, como um de seus membros de elite. Antes disso, em 1975, Afremov conheceu sua futura esposa, Inessa Kagan, casando-se em 1976. Em 1977, nasceu seu primeiro filho, Dmitry. Em novembro de 1984, veio o segundo filho, Boris.
Em 1990, fugindo dos efeitos da radiação do desastre de Chernobyl e da discriminação sofrida devido às suas origens judaicas, ele se mudou com a família para Israel. Tendo o seu trabalho pouco reconhecido por ser imigrante bielorrusso, ele resolveu se mudar mais uma vez, desta vez para os Estados Unidos. Isso foi em 2002. Devido a problemas de saúde, mais uma vez ele resolveu mudar de ares e hoje vive em Playa del Carmen, uma estância turística popular perto de Cancún. 
Confira abaixo algumas das suas criações e um vídeo mostrando o seu método de trabalho. Espero que gostem tanto quanto eu.
Um grande abraço espinosense.








 



652 - O ótimo som da banda Tarkio

Dia desses descobri uma banda com o nome parecido com o meu apelido e aí, cheio de curiosidade, fui pesquisar mais sobre ela. A banda já não mais existe, teve o seu fim em 1999. 
A banda alternativa de country foi formada pelo músico, cantor e compositor Colin Meloy, na cidade de Missoula, Montana, quando ele passou alguns semestres por lá estudando inglês na Universidade de Montana. Ele se reuniu com o baterista Brian Collins, o baixista Louis Stein e o tocador de banjo, Gibson Hartwell e criou a banda "Tarkio" em 1996. O nome veio de uma cidadezinha localizada na parte ocidental do estado americano de Montana.
No ano seguinte eles lançaram uma série de demos em um EP, de forma independente e com tiragem limitada de 500 exemplares. Depois, pela Barcelona Records, eles lançaram um álbum, "I Guess I Was Hoping For Something More", que teve ainda a participação do músico Kevin Suggs.
Em 1999, também de forma independente, a banda lançou outro EP, "Sea Songs for Landlocked Sailors", com apenas 200 cópias. A canção "My Mother Was a Chinese Trapeze Artist" foi mais tarde regravada pela nova banda de Colin Meloy, The Decemberists.
Após a mudança de Meloy para Portland, no Oregon, a banda se desintegrou em 1999. Em 2002, foi lançada uma compilação de gravações ao vivo da banda, com o nome de "Omnibus", pela Kill Rock Stars, em um álbum duplo.
Mesmo durando tão pouco tempo, a banda Tarkio deixou sua marca, com algumas canções de extrema beleza e criatividade, fruto da mente privilegiada de Colin Meloy. Atualmente, ele faz sucesso como líder da banda The Decemberists.

Integrantes da Tarkio:
  • Colin Meloy - vocais, guitarra
  • Gibson Hartwell - guitarra, banjo, vocais
  • Louis Stern - baixo, vocais
  • Brian Collins - bateria, percussão
Álbuns:
  • I Guess I Was Hoping For Something More (CD) - Barcelona Records - 1998
  • Omnibus (CD) - Kill Rock Stars - 2006
EPs:
  • Falleness (Cassete) - 1997
  • Sea Songs For Landlocked Sailors (CD) - 1999

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

651 - Cyborg, O Homem de Seis Milhões de Dólares

A vida da gente é marcada por acontecimentos, alguns bons, outros ruins, como também por lembranças de algo que nos encantou em determinada fase da nossa existência, especialmente na infância e juventude. Um dia desses lembrei-me de uma série de bastante sucesso na televisão brasileira nos anos 70 e 80, que nos deixava totalmente extasiados: "Cyborg, O Homem de Seis Milhões de Dólares". Era o máximo! Quando se aproximava o horário de início da apresentação da série, deixávamos tudo de lado para correr para a frente da televisão para assistir, embasbacados, às aventuras do homem biônico.
A série, "The Six Million Dollar Man" no original, foi apresentada nos Estados Unidos pela rede ABC no período de 18 de janeiro de 1974 a 6 de março de 1978, totalizando 100 episódios, cada um deles de aproximadamente 60 minutos de duração. O seriado, inspirado no livro "Cyborg", de Martin Caidin, conta a história do ex-astronauta Coronel Steve Austin (Lee Majors), que depois de sofrer um grave acidente aéreo e perder as duas pernas, o braço e o olho direitos, sofre um processo especial para torná-lo um ciborgue, com novos membros biônicos implantados, o que lhe proporciona uma velocidade espantosa, uma força descomunal no braço e uma visão privilegiada. Depois desse processo experimental, ele passa a trabalhar como agente especial do governo, enfrentando missões quase impossíveis em prol do OSI (Office of Scientific Intelligence).
Além da série, três telefilmes foram produzidos com base nessa história: "Cyborg, The Six Million Dollar Man", exibido em 7 de março de 1973; "Wine, Women and War", em 20 de outubro de 1973 e "The Solid Gold Kidnapping", em 17 de novembro de 1973. 
Uma das características do seriado, à época bastante revolucionária, era o uso do recurso do slow-motion (câmera lenta), o que dava maior impacto às cenas de ação.
A série acabou gerando uma nova personagem que também virou série, "The Bionic Woman", ou "A Mulher Biônica", que durou três temporadas e teve 58 episódios exibidos. Jaime Sommers (Lindsay Wagner) era uma tenista profissional que, depois de sofrer um acidente de paraquedas, teve implantados em partes do seu corpo alguns membros biônicos, o que a tornou uma pessoa com poderes especiais e a levou a trabalhar para o governo, como uma agente especial. 
Tempos depois, outros três telefilmes foram lançados com os personagens da série. "The Return of The Six Million Dollar Man and The Bionic Woman", em 1987; "Bionic Showdown, em 1989, com Sandra Bullock como a Mulher Biônica e finalmente, "Bionic Ever After?", em 1994.
A Time Life/Warner adquiriu os direitos de distribuição, remasterizou o material e lançou em DVD todos os episódios das duas séries, incluindo os telefilmes e mais entrevistas com os atores e alguns curtos documentários. Não há ainda previsão de lançamento no Brasil.
Fonte: wikipedia.org, entre outras.
Veja abaixo o vídeo com as cenas de abertura da série na televisão. Quem se lembra?
Um grande abraço espinosense.

650 - Encontros Memoráveis da Música: Herbert Vianna e Cássia Eller

Dois grandes ídolos meus cantando juntos e em inglês, Herbert Vianna e a inesquecível Cássia Eller. Não importa em que língua, o que vale é a possibilidade de rever dois destaques da música brasileira em perfeita sintonia, pena que apenas no clipe. A música é "Mr. Scarecrow" e foi gravada no álbum "O Som do Sim", de Herbert, lançado pela EMI em 2000.
Um dos melhores compositores da sua geração do rock brasileiro, Herbert Vianna, infelizmente e na minha humilde opinião, ainda não tem o reconhecimento que merece pela excelente qualidade do seu trabalho. Qualquer dia desses farei uma postagem em homenagem a este grande artista brasileiro, mais um ídolo meu, líder da gabaritada banda Paralamas do Sucesso.
Um grande abraço espinosense.

"Mr. Scarecrow"
Herbert Vianna

Hey, Mr. Scarecrow (Hey, Senhor Espantalho)
You can´t close your eyes (Você não pode fechar os seus olhos)
Can´t fold your arms (Não pode cruzar os seus braços)
You´re always standing still (Você está sempre parado)
Watching days pass by (Vendo os dias passarem)

Hey, Mr. Scarecrow (Hey, Senhor Espantalho)
In this never-changing view (Nesta visão que nunca muda)
Of these ever-changing fields (Destes campos que sempre mudam)
It wouldn´t seem unreal to see you cry (Não seria incomum vê-lo chorar)
To see you cry (Vê-lo chorar)
But maybe it was just the morning dew (Mas talvez fosse apenas o orvalho da manhã)

Hey Mr. Scarecrow (Hey, Senhor Espantalho)
If  you could walk (Se você pudesse caminhar)
If  you could see the world (Se você pudesse ver o mundo)
If someone could break your heart (Se alguém pudesse machucar seu coração)

Wouldn´t you feel tempted (Você não se sentiria tentado)
To come back to these fields (A voltar para estes campos)
And feel no pain (E não mais sentir dor)
Just sun and rain to make you fall apart (Apenas o sol e a chuva para lhe afetar)

I´ve seen you cry (Eu vi você chorar)
I think I´ve seen you cry (Eu penso ter visto você chorar)
But maybe (Mas talvez)
Maybe it was just the morning dew (Talvez fosse apenas o orvalho da manhã)

649 - War Child, em defesa das crianças

"A guerra destrói as vidas das crianças, você pode ajudar a reconstruí-las." Esse é o ponto de partida da organização britânica War Child, criada pelos produtores Bill Leeson e David Wilson em 1993, com o intuito de trabalhar incessantemente para proteger e melhorar a vida das crianças afetadas pelos horrores da guerra em todos os recantos do mundo. 
De acordo com a UNICEF, na última década, 10 milhões de crianças foram traumatizadas pela guerra. A War Child tem como objetivo fundamental fazer avançar a causa da paz, investindo todo o dinheiro arrecadado para acolher, apoiar e proporcionar esperança na vida dessas milhares de crianças afetadas pela crueldade da guerra. A proposta é de assegurar os direitos de proteção, desenvolvimento e sobrevivência das crianças, para que elas possam crescer sem medo, sem violência e consigam desenvolver todo o seu potencial, contribuindo para um futuro de paz para si e para os outros.
War Child Internacional implementa projetos no Afeganistão, Burundi, Chechênia, Colômbia, República Democrática do Congo, Etiópia, Iraque, Israel, Kosovo, Líbano, Libéria, Serra Leoa, Sri Lanka, Sudão, Uganda, Cisjordânia e Gaza.
Grandes nomes da música mundial também apoiam o projeto, como Paul McCartney, David Bowie, Coldplay, The Killers, Oasis, Blur, Radiohead, The Stones Roses, Paul Weller, Suede e Portishead, provando que a música pode fazer a diferença, arrecadando fundos para que o trabalho continue.
Agora mesmo, para celebrar o 20° aniversário da organização, foi lançado o álbum "War Child 20: The Best Of", pela gravadora Parlophone, que reúne algumas das melhores faixas dos discos já lançados. Comprando o disco ou algumas de suas músicas você estará ajudando e apoiando as ações da War Child.
Confira aqui a relação dos álbuns já lançados:
  • 1995 - Help
  • 2002 - 1-Love
  • 2003 - Hope
  • 2005 - Help! A Day in the Life
  • 2007 - The Night Sky
  • 2009 - Heroes
  • 2009 - I Got Soul
  • 2013 - War Child 20 - The Best Of  
Você pode ajudar, fazendo a sua doação ou comprando camisetas, discos ou músicas.
Saiba como acessando www.warchild.org
Um grande abraço espinosense.




 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

648 - A festa do Oscar 2013

Nesta noite de domingo aconteceu a cerimônia de entrega do mais cobiçado prêmio da indústria do cinema mundial, o Oscar. Nesta sua 85ª edição, o apresentador foi o ator, comediante e roteirista Seth MacFarlane.
O filme mais premiado da noite foi "As Aventuras de Pi" que conquistou quatro estatuetas douradas. A decepção coube ao filme "Lincoln", que faturou apenas dois prêmios. 
A maior surpresa da noite de gala foi a aparição da primeira-dama Michelle Obama, que de um telão, fez o anúncio do ganhador de Melhor Filme para a produção "Argo".
Outro destaque da festa foi a conquista, pela terceira vez, do prêmio de Melhor Ator pelo excelente ator britânico Daniel Day-Lewis, por seu elogiado desempenho em "Lincoln". Ele havia sido premiado antes por  "Meu Pé Esquerdo" (1989) e "Sangue Negro" (2007).

Daniel Day-Lewis, Melhor Ator por "Lincoln"

A lindíssima Charlize Theron e Quentin Tarantino
Confiram os vencedores:
Melhor Filme - "Argo" (de Ben Aflleck)
Melhor Ator - Daniel Day-Lewis ("Lincoln")
Melhor Atriz - Jennifer Lawrence ("O Lado Bom da Vida"-"Silver Linings Playbook")
Melhor Diretor - Ang Lee ("As Aventuras de Pi"-"Life of Pi")
Melhor Ator Coadjuvante - Christoph Waltz ("Django Livre"-"Django Unchained")
Melhor Atriz Coadjuvante - Anne Hathaway ("Os Miseráveis"-"Les Misérables")
Melhor Filme em Língua Estrangeira - "Amor" ("Amour", de Michael Haneke) - Áustria
Melhor Roteiro Original - "Django Livre" ("Django Unchained") - Quentin Tarantino
Melhor Roteiro Adaptado - "Argo" - Chris Terrio
Melhor Trilha Sonora Original - "As Aventuras de Pi" (Life of Pi") - Mychael Danna
Melhor Canção Original - Skyfall, de "007 - Operação Skyfall" (Adele)
Melhor Fotografia - "As Aventuras de Pi" ("Life of Pi")
Melhor Montagem - "Argo"
Melhor Figurino - "Anna Karenina"
Melhor Maquiagem e Penteado - "Os Miseráveis" ("Les Misérables")
Melhor Documentário - "Searching for Sugar Man" (de Malik Bendjellou)
Melhor Longa de Animação: "Valente" ("Brave"), de Mark Andrews, Brenda Chapman e Steve Purcell
Melhores Efeitos Visuais - "As Aventuras de Pi" ("Life of Pi")

Melhor Direção de Arte (Design de Produção): "Lincoln"
Melhor Mixagem do Som: "Os Miseráveis" ("Les Misérables")
Melhor Curta Animado - "Paperman"