Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

terça-feira, 19 de março de 2013

666 - Baatara Gorge Waterfall, que maravilha!

Mais uma cachoeira espetacularmente bela. A Baatara Gorge Waterfall (ou Balaa Gorge Waterfall) fica no Líbano, em Tannourine. A queda d´água de 255 metros de altura que aparece no inverno, quando a neve se derrete e cai no abismo, está situada na Montanha do Líbano, em uma grande caverna de calcário na Montanha Baatara. Foi descoberta em 1952 pelo bioespeleologista francês Henri Coiffait.
A caverna onde ela está situada também é conhecida como "Caverna das Três Pontes". Tal nome deve-se ao fato da existência de três pontes construídas ao longo do tempo pela erosão na Natureza e que levam à base da caverna, descortinando um espetáculo deslumbrante. O melhor mesmo é apreciar tanta beleza através das imagens abaixo. Ou, melhor ainda, pegar a estrada e conhecer mais essa maravilha da Natureza com os seus próprios olhos, in loco. Que tal?
Um grande abraço espinosense.












665 - Esse envolvente e encantador futebol do GALO...

A dura caminhada do Clube Atlético Mineiro em busca do inédito título continental foi vitoriosa nesta primeira fase da mais importante competição da América. Mesmo com duas partidas ainda por fazer no grupo 3 da Copa Libertadores da América, contra o Arsenal, no Independência (dia 3 de abril), e contra o São Paulo, no Morumbi (dia 17 de abril), o Atlético já conseguiu a classificação para a próxima fase, as oitavas de final, como também conquistou a posição de primeiro colocado em seu grupo. No Campeonato Mineiro o time está, no momento, com a segunda colocação, com grandes chances de se classificar à segunda fase, as semifinais. 
Mas não é somente essa estatística que está enlouquecendo de alegria a imensa, apaixonada e cada vez mais entusiasmada Massa Atleticana. É a qualidade do futebol apresentado pela equipe desde o ano passado, que está deixando alucinado o torcedor alvinegro das Gerais. Depois que o gênio da bola Ronaldinho Gaúcho caiu dos céus na Cidade do Galo, o treinador Cuca conseguiu armar um time extremamente competitivo, confiante e coeso, que encanta a todos com um futebol harmonioso, participativo e sempre em busca do gol. Os bons resultados alcançados no ano passado e nas primeiras partidas deste ano, criam uma grande expectativa na torcida de que títulos poderão ser conquistados. Mas os mistérios do futebol mostram que nem sempre aqueles que apresentam o melhor futebol chegam à conquista de títulos. O Brasil de 1950,  a Hungria de 1954, a Holanda de 1974, os Atléticos de 1977 e 1980, a inesquecível Seleção Brasileira de 1982 foram tristes exemplos da complexidade injusta do futebol.
Mas mesmo que, infelizmente, os títulos não venham, já terá valido a pena assistir a cada apresentação do esquadrão alvinegro, quase sempre jogando para a frente, sufocando o adversário, com muita determinação, garra, união e a elegância e a genialidade do nosso carismático camisa 10, Ronaldinho Gaúcho.
É óbvio que os adversários, principalmente a torcida azul aqui de Minas, estão incomodados com o sucesso atual do Atlético, com muita gente por aí fazendo promessas e torcendo obstinadamente para que o Galo seja o mais breve possível eliminado da Copa Libertadores. Pode acontecer, pois a partir da próxima fase os jogos serão no mortal esquema de jogos eliminatórios, sempre surpreendentes. Tudo pode acontecer, portanto.
Então, só nos resta vibrar, nos alegrar, nos emocionar, nos extasiar perdidamente com as rápidas jogadas do Bernard, com as importantes defesas do Víctor, com as arrancadas do Réver, com os desarmes do Pierre e do Leandro Donizete, com os gols do Diego Tardelli e com os dribles e passes mágicos do Ronaldinho Gaúcho. Cada jogo é uma história de alegria incontida, de uma emoção arrebatadora, de um momento mágico do esporte e da vida gloriosa do Clube Atlético Mineiro. Muitos adversários não conseguem entender esse sentimento diferenciado que é torcer pelo Galo. Jamais entenderão! Talvez nem nós saibamos explicar, mas que é bom, ah! isso é.
Um grande abraço espinosense atleticano.


 Não poderia deixar de registrar aqui a minha alegria ao ver as cenas de bastidores do clássico Atlético e América neste domingo, em que o Galo venceu por 5 x 2. Torcedores atleticanos e americanos convivendo amistosa e respeitosamente, em completa harmonia. São cenas assim que não me deixam perder a esperança de um dia ainda poder estar no Mineirão lotado e presenciar as torcidas de Atlético e Cruzeiro se misturando no estádio, torcendo pelos seus times, cantando os hinos dos clubes, vaiando o adversário, xingando o árbitro, demonstrando toda a sua paixão clubística, mas tudo isso com o maior respeito pela torcida rival e em plena paz, sem a mínima demonstração de violência. Eu ainda continuo otimista! Quem sabe um dia?    

quinta-feira, 14 de março de 2013

664 - Encontros Memoráveis da Música: Bonnie Raitt e Norah Jones

Um encontro de gerações. A veterana Bonnie Raitt, 63 anos, e a jovem pianista Norah Jones, 33 anos, dois expoentes da música americana se apresentando juntas na execução das músicas "I Don't Want Anything To Change" e "Tennessee Waltz".
O espetáculo foi gravado no dia 30 de setembro de 2005, no Trump Taj Mahal, em Atlantic City, Nova Jérsey e resultou no CD/DVD "Bonnie Raitt e Amigos", que foi lançado em 15 de agosto de 2006. Nesta apresentação, com a participação de Norah Jones, Ben Harper, Alison Krauss e Keb Mo, Bonnie foi acompanhada pelos músicos George Marinelli (guitarra), James "Hutch" Hutchinson (baixo), Ricky Fataar (bateria) e Jon Cleary (teclados). Bonnie Raitt tocou guitarra e Norah Jones o piano elétrico Wurlitzer.
Muito bonito. Duas grandes artistas.
Um grande abraço espinosense.

"I Don't Want Anything To Change"
Bonnie Raitt

Sleepless nights aren't so bad
I'm staying up, I'm staying sad
I don't want anything to change
I don't want anything to change
I like it lonely I like it strange
I don't want anything to change

You left a mess you're everywhere
I'd pick it up but I don't dare
I don't want anything to change
I don't want anything to change
There's nothing I would rearrange
I don't want anything to change

I can feel you fading
But until you're gone
I'm taking all the time I can borrow
The getting over is waiting
But I won't move on
And I'm gonna wanna feel the same tomorrow

I know the truth is right outside
But for the moment it's best denied
I don't want anything to change

I can feel you fading
But until you're gone
I'm taking all the time I can borrow
The getting over is waiting
But I won't move on
And I'm gonna wanna feel the same tomorrow

And I don't want anything to do
With what comes after you
I don't want anything to change
I don't want anything to change
I don't want anything to change

663 - Dengue: vamos acabar com esse absurdo!

Acredito que se alguém fizer uma pesquisa aqui na cidade de Montes Claros sobre a incidência da Dengue, verá que pelo menos 80% da população já foi atingida pelo terrível mosquito Aedes aegypti. Em Espinosa, imagino que o resultado não será diferente. É impressionante e quase inacreditável que um mosquitinho sem-vergonha de pouco menos de um centímetro consiga fazer um estrago tão grande na nossa vida, nos deixando em uma situação aguda de prostração, o que nos leva a ficar o tempo inteiro na cama, inerte, sem a mínima condição de trabalhar ou fazer qualquer atividade. Não é mole não! Quem já teve, sabe a complicação que é.
A Dengue é uma doença grave, às vezes mortal, causada pelo mosquito Aedes aegypti, que foi introduzido na América do Sul através dos navios negreiros vindos da África, cujas epidemias ocorrem geralmente no verão, durante ou após períodos chuvosos, época favorável à reprodução do mosquito. Ele pode também transmitir a Febre Amarela. A Dengue também pode ser transmitida por um outro mosquito, o Aedes albopictus, bem menos comum aqui no Brasil.
Não há transmissão pelo contato de um doente ou suas secreções com uma pessoa sadia, nem fontes de água ou alimento. Existem quatro tipos de Dengue, causados por um arbovírus: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. O interessante é que você só pega Dengue uma vez de cada tipo. Ou seja, você pode pegar Dengue por no máximo quatro vezes, uma de cada tipo.
O que nos deixa vulneráveis é que o mosquito, sempre a fêmea, pica a qualquer momento, seja durante o dia ou à noite, e a gente não percebe a sua picada, que não dói nem coça. O ciclo do Aedes aegypti é composto por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. As larvas se desenvolvem em água parada, limpa ou suja. Na fase do acasalamento, em que as fêmeas precisam de sangue para garantir o desenvolvimento dos ovos, ocorre a transmissão da doença.
O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias, e o intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É só depois desse período que os sintomas aparecem. Geralmente os sintomas se manifestam a partir do 3° dia depois da picada do mosquito.
Seus principais sintomas são febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores nas costas, muitas dores nos ossos e articulações, vômitos e náuseas, fadiga extrema, tonturas, manchas vermelhas pelo corpo e perda do paladar e do apetite. 
Cada pessoa reage de maneira diferente, mas os sintomas costumam durar entre cinco e dez dias. Para tratar a Dengue, recomenda-se combater os sintomas tomando muito líquido e fazendo bastante repouso. Pode-se tomar dipirona e paracetamol. Não devem ser usados medicamentos à base de Ácido Acetil Salicílico e antiinflamatórios, como Aspirina e AAS, pois podem aumentar o risco de hemorragias.
Há que se tomar muito cuidado com a forma mais grave da doença, a Dengue Hemorrágica. Além de todos os sintomas normais da Dengue comum, ela ainda causa dores abdominais fortes e contínuas, pele pálida, fria e úmida, sangramento pelo nariz, boca e gengivas, dificuldade respiratória, pulso rápido e fraco, sede excessiva e boca seca, vômitos persistentes, perda de consciência, sonolência, insuficiência circulatória, agitação e confusão mental  e pode causar a morte. Este caso necessita de urgentes cuidados médicos, portanto dirija-se rapidamente a um posto de saúde ou ao hospital.


O único modo possível de evitar a transmissão da Dengue é a eliminação do mosquito transmissor. A melhor forma de se evitar a doença é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros. Fonte: dengue.org.br.
Portanto, pessoal, mãos à obra. Não espere que o poder público faça tudo sozinho. Evite a proliferação do mosquito e faça a sua parte na sua casa, na sua rua, no seu bairro. Com pequenas atitudes você se protege, protege a sua família (o maior bem que possuímos) e toda a sua comunidade.
Um grande abraço espinosense.
 

662 - Maldito trote violento!

Um dos momentos mais marcantes e importantes na vida de todo estudante é a vitória no vestibular e o consequente ingresso em uma universidade. Após dias e noites de enorme cansaço, debruçado em livros e apostilas, a chegada à universidade deve e muito ser comemorada. Mas o problema é que em muitos lugares esse rito de passagem, que teve início por volta do século XIV, é realizado de forma tão violenta que chega ao extremo de causar danos físicos e até a morte de alguns estudantes.
Trazido da Europa por jovens brasileiros que estudaram por lá no século XIX, o ritual medieval do trote tem por objetivo marcar a chegada dos calouros a uma nova e importantíssima fase da sua vida educacional. Os veteranos, que já foram calouros, descontam nos novos integrantes do ensino superior os mesmos castigos recebidos em anos anteriores. O problema está na explosão de violência que marca essas manifestações, geralmente com intensas humilhações e o uso constante da coação e da agressividade. As universidades até proíbem tais atos hostis em suas dependências, mas se omitem no combate a tais práticas vergonhosas fora dos seus muros. 
Os novos estudantes são obrigados, pelos veteranos, a executar atos humilhantes e de alta periculosidade às suas integridades físicas, tais como ingerir altas doses de bebidas alcoólicas, consumir fezes de animais, ser abandonado embriagado em locais ermos e perigosos na madrugada e outras idiotices mais, como fazer simulações de atos sexuais diante de todos os colegas. 
Aqui em Montes Claros, atualmente um polo educacional, são constantes as ocorrências de trotes, com centenas de garotos e garotas perambulando pelos semáforos das principais avenidas da cidade, totalmente sujos de tinta, a pedir dinheiro aos transeuntes e motoristas, em uma demonstração idiota de total humilhação. Isso é o de menos. Há casos inacreditáveis na história dos trotes pelo país. Por exemplo, em 1831, o estudante Francisco da Cunha e Meneses foi covardemente morto a facadas e bengaladas na Faculdade de Direito de Olinda. Em 1973, calouros foram obrigados a comer grama misturada com urina no Curso de Agronomia da USP. Em 1980, por se recusar a ter o seu cabelo cortado, o estudante da Universidade de Mogi das Cruzes, Carlos Alberto Sousa, foi espancado e acabou morrendo. Em 1999, obrigado a entrar na piscina do centro acadêmico da Faculdade de Medicina da USP, mesmo sem saber nadar, o jovem estudante Edison Tsung Chi Hsueh acabou morrendo afogado. Em 2006, o estudante de administração Tiago Rosa Careta teve o pescoço e a cabeça queimados por um produto químico aplicado por veteranos da Universidade de Franca. Em 2009, na Santa Casa de Santa Fé do Sul (SP), a estudante Priscila Rezende Muniz teve uma parte do seu corpo queimada por conta de aplicação de creolina, gasolina e solvente, em um trote. São só alguns exemplos, em meio a muitos outros que ocorrem por todo o país e também pelo mundo. Uma triste demonstração de falta de inteligência e bom senso. A coisa é tão séria que em 2009 a Câmara Federal aprovou uma lei que pune o trote violento, com cancelamento da matrícula por um ano e pesadas multas ao estudante praticante de atos violentos e humilhantes contra os calouros.  
Nada contra a comemoração da vitória, normalmente depois de um longo e árduo período de esforço nos estudos. O corte de cabelo pelos colegas, o banho de lama, a pintura no corpo e as brincadeiras sem violência são aceitáveis e fazem parte do processo. O inaceitável são os abusos, os exageros, a humilhação, a violência gratuita.
Tanta coisa diferente e mais educativa poderia ser implementada pelas universidades para marcar o ingresso desse pessoal nessa nova fase da vida. Bons exemplos já existem no país e algumas instituições de ensino já baniram o trote ou o substituíram pelo trote solidário ou trote cidadão, que consiste na doação de sangue, na arrecadação de roupas e alimentos para doação, no plantio de árvores ou na prestação de trabalho comunitário em comunidades carentes.
Um boa iniciativa partiu da Fundação Educar DPaschoal que, desde 1999, organiza o Prêmio Trote da Cidadania (trotedacidadania.org.br), que objetiva estimular o envolvimento dos jovens universitários em ações saudáveis de recepção aos calouros e em empreender atitudes solidárias em prol da comunidade. Que outras iniciativas parecidas se espalhem pelo país.
Um grande abraço espinosense.




sábado, 9 de março de 2013

661 - 89 anos: parabéns pelo aniversário, minha Espinosa


Hoje, dia 9 de março de 2013, Espinosa chega aos seus 89 anos de emancipação política com muitos desafios a enfrentar. Mesmo com uma boa revigorada na economia nos últimos anos, causada pelo "boom" das confecções espalhadas pela cidade, o que se vê para um futuro mais próximo são as graves consequências que virão em função da falta de chuva na região e o castigo inclemente da seca.
Espero que o mês de março venha trazer a sagrada chuva em boa quantidade, para que as esperanças deste nosso povo batalhador se renovem e a alegria se espalhe por todos os cantos da cidade.
Parabéns, Espinosa! Que antes de querer algo em troca, o seu povo se disponha a trabalhar arduamente para fomentar o seu desenvolvimento, para proporcionar melhores condições de vida a todos os seus filhos, indistintamente.
Nada melhor do que mostrar as suas imagens para homenageá-la, esperando que todos nós nos esforcemos para que ela se torne a cada dia um lugar aprazível para se viver e criar os filhos. 
Um grande abraço espinosense.




























quinta-feira, 7 de março de 2013

660 - Essas mulheres guerreiras da Rua da Resina

Em quase todo o mundo, no dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher, data escolhida para se homenagear as mulheres pelas suas heroicas lutas sociais, econômicas e políticas, ocorridas em vários lugares e momentos da história da civilização.  E como merecem homenagens as mulheres!
São tantas delas importantes na minha vida! A começar por aquela, a mais importante, que concedeu-me a vida, minha mãe Juvercina Tolentino de Freitas, a Dona Zu, que infelizmente não mais está entre nós, mas certamente descansa em paz ao lado do Senhor.
Outra é a minha companheira de tantas batalhas, muitas vencidas, algumas perdidas, mas de muito mais momentos de alegria que tristeza, de ocasiões inesquecíveis de amor e de comoventes emoções (duas delas magníficas, quando nossos filhos chegaram a este mundo), minha esposa Cléa Márcia. E tantas outras mais: minha irmã Joana D´Arc, minhas avós Judith e Joana, minhas tias maravilhosas, as meninas com quem tive relacionamentos e que até hoje merecem todo o meu carinho e respeito, minhas sobrinhas, minhas cunhadas, minhas concunhadas, minha sogra Nininha, minhas amigas e colegas de trabalho, minhas professoras, minhas amigas de escola, de Rua da Resina e da vida.
Mas com toda a importância de todas elas, hoje eu quero homenagear algumas mulheres da Rua da Resina, exemplos supremos de batalhadoras incansáveis na dura edificação das suas famílias e que tem lugar reservado eternamente dentro do meu coração. Minha mãe, Minha avó "Madrinha" Judith, Dona Zulmira, Tia Lia, minha professora Dona Nair Meira, Dona Cida, Dona Noeme, Dona Nininha de Olavo, Dona Madalena, Dona Julinha, Dona Rita e Dona Cassionília, entre outras. Algumas já se encaminharam para o paraíso do Senhor, outras continuam a dura caminhada aqui na Terra, mas todas elas foram vitoriosas na difícil tarefa de gerar e criar os filhos, conduzindo-os ao caminho correto da honestidade e da dignidade. No fundo, todas elas são um pouquinho mães de todos nós da Rua da Resina. Que Deus as proteja!
Um grande abraço espinosense.
Minhas avós Judith (materna) e Joana (paterna)
Minha mãe, Dona Zu, e minha esposa, Cléa Márcia

Minha amada Tia Lia
Dona Noeme

Dona Cida
Dona Nair

Dona Madalena