Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

sábado, 24 de janeiro de 2015

1164 - Formas e cores, coisas e vida, assim é a fotografia

Dia desses, do nada, pintou uma ideia na cabeça. Tem tanta coisa por perto, em nossa casa, tão simples e com cores e formas tão belas que a gente nem percebe no dia a dia. Aí peguei a câmera fotográfica e saí pela casa à procura de coisas, cores, formas de vida, formas geométricas, ângulos, imagens, natureza, desenhos, enfim, qualquer coisa que parecesse interessante diante das lentes. 
O resultado dessa minha jornada um tanto quanto maluca e de quem não tinha o que fazer de mais importante naquele momento é o que trago para vocês logo abaixo. Tem coisas fáceis de identificar, outras talvez nem tanto, mas o que vale mesmo é apreciar as formas, as cores e a vida contida nas coisas que nos rodeiam. Observem atentamente os detalhes e descubram do que se trata.
Um grande abraço espinosense.





























quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

1163 - Os epítetos dos grandes jogadores de futebol

Algumas das mais interessantes contribuições da imprensa e das torcidas ao esporte, em especial o futebol, são os apelidos que elas dão aos jogadores, que os fazem entrar para a história com essa denominação. Alguns são gênios da bola ou craques consagrados, outros são personagens exóticos e outros categorizados por determinada qualidade. O importante é que esses apelidos os fazem conhecidos e idolatrados pelos apaixonados pelo futebol ao redor do mundo. 
Que tal conhecer algumas dessas lendárias figuras?

Ademir da Guia - "O Divino" (Um craque de elegância única, com um poder divino de jogar bola. Foi o destaque da famosa "Academia" do Palmeiras nos anos 60 e 70);


Ademir Menezes - "O Queixada" (O apelido veio por causa do seu queixo proeminente, mas era o seu faro de gol que encantava o público nas décadas de 40 e 50, defendendo o Vasco, o Fluminense e o Sport. Foi o artilheiro da Copa do Mundo de 1950, com nove gols);

Adriano - "O Imperador" (Forte atacante brasileiro, vendido ao Internazionale, de Milão, na Itália, onde ficou conhecido pelo apelido de L'Imperatore ("O Imperador"), em alusão ao imperador romano Adriano. Infelizmente, acabou precocemente a carreira pela falta de compromisso profissional);

Alfredo Di Stéfano - "A Flecha Loira" ("La Saeta Rubia", um dos maiores jogadores da história do futebol mundial, um dos gênios da bola antes de Pelé e Maradona. Fez história no Real Madrid e jogou por 3 seleções distintas: Argentina, Colômbia e Espanha. Marcou 676 gols);

Aloísio - "O Boi Bandido" (Atacante brasileiro, atualmente jogando na China, pelo Shandong Luneng. Seu apelido veio de uma homenagem da torcida do Figueirense, onde jogava, que apreciava sua raça e dedicação em campo);

Amarildo - "O Possesso" (Ganhou o apelido por ser considerado "endemoniado". Defendeu o Botafogo até se transferir para a Itália, onde jogou com sucesso pelo Milan, Fiorentina e Roma. Foi campeão do mundo pelo Brasil em 1962, substituindo ninguém menos que Pelé);


Baltazar - "O Cabecinha de Ouro" (Atacante do Corinthians nos anos 40 e 50 que se notabilizou pelos muitos gols de cabeça que fazia - 71 em 267 gols marcados. É o 2º maior artilheiro da história do clube paulista);

Carlos Alberto Torres - "O Capita" (Grande lateral-direito, capitão que levantou a taça de Campeão do Mundo pelo Brasil em 1970);

Dario - "O Peito de Aço" (Folclórico centro-avante brasileiro que balançava as redes adversárias com força e poder de finalização. Atuou por 16 clubes brasileiros. É o quarto maior artilheiro do futebol brasileiro com 926 gols e o segundo maior artilheiro da história do Atlético, com 211 gols marcados);

Didi - "O Folha Seca" (Um dos mais precisos e elegantes meio-campistas do Brasil, bicampeão com o Brasil nas Copas do Mundo de 1958 e 1962. Na Copa de 1958 foi eleito o melhor jogador, recebendo o título de "Mr. Football" ("Senhor Futebol") da imprensa europeia. Defendeu as cores do Fluminense e do Botafogo e, em uma curta passagem, do Real Madrid. O apelido veio da maneira diferente com que ele batia as faltas, usando um efeito surpreendente, com a bola caindo bem perto do gol adversário, como se fosse uma folha seca);

Diego Armando Maradona - "El Pibe de Oro", "La Mano de Dios" ("O Garoto de Ouro", um dos grandes gênios do futebol, com seus dribles desconcertantes, sua habilidade mágica, sua visão de jogo privilegiada, seu arranque poderoso e suas polêmicas constantes. Ganhou a alcunha de "A Mão de Deus" após fazer um gol de mão contra a Inglaterra, na Copa de 1986);


Donizete - "O Pantera" (Atacante que fez mais sucesso defendendo o Vasco da Gama, ganhou o apelido por imitar os passos de uma pantera ao comemorar os seus gols);

Éder Aleixo - "O Bomba" (Grande ponta-esquerda que fez sucesso no Atlético, no Grêmio e na maravilhosa Seleção Brasileira de 1982. Tinha uma "bomba" no seu pé esquerdo e era temido pelos adversários nas cobranças de falta);

Edílson - "O  Capetinha" (Campeão do mundo com o Brasil na Copa de 2002, o atacante baiano fez sucesso no Palmeiras e no Corinthians. Se notabilizou também pelas confusões em que se metia dentro e fora dos gramados, daí o apelido);

Edmundo - "O Animal" (Famoso atacante que fez sucesso atuando pelo Palmeiras e Vasco da Gama, entre outros. O apelido foi criado pelo narrador Osmar Santos, devido ao seu grande futebol e por seu temperamento forte e sua indisciplina em campo);

Émerson - "O Sheik" (Atacante polêmico, único jogador na história do futebol brasileiro a conquistar três títulos do Campeonato Brasileiro de Futebol por três times diferentes, em três anos consecutivos. Por ter atuado no Qatar, recebeu o apelido de Sheik);

Euller - "O Filho do Vento" (Veloz atacante que passou por Atlético, São Paulo, Palmeiras e Vasco da Gama, com muito sucesso. O apelido vem da sua impressionante velocidade em campo);


Eusébio - "O Pantera Negra" (Grande atacante moçambicano, artilheiro nato, que ficou famoso defendendo o Benfica e a Seleção Portuguesa. Na Copa do Mundo de 1966 levou Portugal à sua melhor colocação em copas, 3º lugar. Marcou incríveis 733 gols em 745 partidas oficiais na carreira);

Falcão - "O Rei de Roma" (Meio-campista de técnica apurada e estilo clássico, fez carreira de sucesso no Internacional antes de se transferir para o Roma da Itália, onde foi Campeão Italiano e recebeu essa homenagem de ser chamado de Rei de Roma. Ganhou muitos títulos na carreira jogando pelo Inter, entre eles os de Campeão Brasileiro em 1975, 1976 e 1979 e cinco estaduais gaúchos. Foi titular e destaque da maravilhosa Seleção Brasileira de 1982 comandada por Telê Santana);

Félix - "O Papel" (Goleiro titular da Seleção Brasileira na histórica conquista da Copa do Mundo do México em 1970, fez carreira jogando por Portuguesa e Fluminense. Por ser bem magro, leve e "voar" para defender as bolas chutadas contra o seu gol, ganhou o apelido de Papel);

Franz Beckenbauer - "Der Kaiser", "O Imperador" (Considerado o maior líbero da história, Campeão do Mundo pela Alemanha na Copa de 1974, como jogador, e na Copa de 1990, como treinador, Beckenbauer é uma lenda do futebol, com sua carreira consolidada no Bayern de Munique nos anos 60 e 70);

Garrincha - "O Anjo das Pernas Tortas", "A Alegria do Povo" (Manuel Francisco dos Santos, ou apenas Garrincha, foi um gênio da bola que encantou o mundo com seus dribles desconcertantes e seu futebol moleque e atrevido. Com suas pernas tortas, jogando pelo Botafogo, batia seus marcadores com facilidade incrível e fez, ao lado de Pelé, na Seleção Brasileira, uma parceria imbatível, conquistando os títulos mundiais de 1958 e 1962, este último com atuações memoráveis e gols especiais. Um gênio!);


Gérson - "O Canhotinha de Ouro" (Com uma precisão incrível no passe e nos lançamentos de longa distância, Gérson mostrou seu talento em passagens vitoriosas por Flamengo, Botafogo, São Paulo e Fluminense. Foi um dos líderes e peça fundamental do time Campeão do Mundo da Copa de 1970);

Heleno de Freitas - "O Príncipe Maldito" (Um personagem surreal do futebol. Advogado, culto, galã, ótimo jogador de futebol, Heleno se destacava tanto pela qualidade do seu futebol e por sua garra e vontade de vencer, quanto pela irascibilidade e pelo temperamento explosivo, que o fazia entrar em conflito com companheiros e ser expulso constantemente por atitudes violentas e inconvenientes em campo. Um craque atormentado, que, por ser mulherengo, contraiu sífilis e acabou a vida louco em um hospício em Barbacena aos 39 anos de idade. Pelo Botafogo, marcou 209 gols em 235 partidas, tornando-se o quarto maior artilheiro da história do clube. Na Seleção Brasileira fez 19 gols em 18 jogos);

Hernán Barcos - "O Pirata" (Atacante argentino, atualmente defendendo o Grêmio. Recebeu o apelido por comemorar os seus gols tapando um dos olhos);

Hernane - "O Brocador" (Atacante que se destacou no Flamengo antes de se transferir para o Al-Nassr, da Arábia Saudita. O apelido veio da forma devastadora de ele abrir defesas adversárias);

Jairzinho - "O Furacão da Copa" (Campeão do Mundo em 1970 com o Brasil, Jairzinho marcou gols em todas as sete partidas daquela Copa, fato inédito e jamais repetido. Notabilizou-se pela velocidade, força e poder de finalização, marcando 292 gols na carreira, 191 deles pelo Botafogo. Na Seleção foram 100 jogos com 40 gols marcados);


Javier Zanetti - "Il Trattore", "O Trator" (O lateral-direito do Internazionali ganhou a alcunha pouco depois da sua transferência para a Itália, como reconhecimento pela sua força, persistência e resistência em campo);

Jorge Valdivia - "El Mago", "O Mago" (Jogador altamente técnico e habilidoso, o que lhe rendeu o apelido, fez carreira e fama no Palmeiras. Luta contra contusões frequentes, o que vem atrapalhando muito a sua carreira);

Juan Sebastián Verón - "La Brujita", "A Bruxinha" (Dotado de ampla visão de jogo, incrível precisão nos passes e uma facilidade imensa de comandar uma equipe, com raça e determinação, Verón construiu uma carreira vitoriosa com títulos conquistados na Itália, na Inglaterra e na Argentina. Foi fundamental na conquista da Libertadores de 2009 pelo Estudiantes sobre o Cruzeiro, em pleno Mineirão por 2 x 1. O apelido era em função das diabruras que ele fazia em campo);

Júlio César - "O Uri Geller" (O apelido vem do nome de um ilusionista israelense que fez enorme sucesso no Brasil na década de 70, com suas mágicas de entortar garfos e colheres. Entortar marcadores de forma espetacular, com dribles desconcertantes, era o que fazia então o ponta esquerda daquele time fantástico do Flamengo dos anos 80);

Juninho Pernambucano - "O Reizinho da Colina" (Ótimo meio-campista e exímio cobrador de faltas, Juninho se destacou no Vasco da Gama e no Lyon da França, onde comandou o time em seguidas conquistas do título francês. O apelido carinhoso veio da torcida vascaína);

Júnior - "O Maestro" (Lateral-esquerdo de um dos melhores times da história do Flamengo e titular da seleção de 1982 comandada por Telê Santana, Júnior ganhou a alcunha de Maestro pelo seu talento e liderança em campo);


Kaká - "Il Bambino D'Oro", "O Menino de Ouro" (Grande craque brasileiro, fez carreira no São Paulo antes de se transferir para a Europa, onde jogou no Milan e no Real Madrid. Foi Campeão do Mundo pelo Brasil na Copa de 2002. Eleito o melhor jogador do mundo em 2007, pela FIFA. O apelido diz tudo);

Kerlon - "O Foquinha" (Jogador revelado pelo Cruzeiro que ficou famoso por ter inventado o "drible da foca", que consiste em driblar os adversários carregando a bola com a cabeça);

Kléber - "O Gladiador" (Jogador vigoroso que atuou pelo Cruzeiro, Palmeiras, Grêmio e atualmente no Vasco. O apelido se deve à garra e luta demonstrada em campo);

Leônidas da Silva - "O Diamante Negro", "O Homem Borracha" (Notável atacante brasileiro, inventor da "bicicleta", defendeu as cores do Vasco, Botafogo, Flamengo e São Paulo, entre outros. Disputou as Copas de 34 e 38 pelo Brasil. Na de 1938 foi o artilheiro com 8 gols. Pelo seu imenso valor e elasticidade, ganhou os dois apelidos);

Lev Yashin - "O Aranha Negra" (Considerado o melhor goleiro de todos os tempos, o russo Yashin jogou toda a sua brilhante carreira no Dínamo de Moscou e ficou conhecido pelas suas defesas incríveis e pelo uniforme todo preto. Participou das Copas do Mundo de 1958, 1962, 1966 e 1970, defendendo a Seleção Soviética);

Lionel Messi - "La Pulga", "A Pulga" (Um dos maiores gênios da bola de todos os tempos, Messi dispensa comentários. É um craque consagrado que não se cansa de marcar gols, dar belas assistências e faturar títulos. O apelido vem da sua baixa estatura, do talento, da velocidade e da agilidade em campo que deixa os adversários coçando a cabeça);


Luís Fabiano - "O Fabuloso" (Atacante brasileiro que joga no São Paulo, depois de passagens pela França, Portugal e Espanha. Jogou também na Seleção Brasileira. Pela facilidade em marcar gols, ganhou da torcida tricolor o apelido);

Marcelinho - "O Pé de Anjo" (Expert na cobrança de faltas, com sua chuteira nº 36, Marcelinho ficou famoso com este apelido);

Marinho Chagas - "A Bruxa", "O Diabo Loiro", "O Canhão do Nordeste" (Ídolo do Botafogo, o exímio batedor de faltas, ótimo lateral-esquerdo e cabeludo irreverente, Marinho Chagas ficou famoso nacionalmente principalmente na disputa da Copa do Mundo de 1974 pelo Brasil);

Nílton Santos - "A Enciclopédia do Futebol" (Defendendo o Botafogo e a Seleção Brasileira (onde foi bicampeão mundial em 1958 e 1962), Nílton Santos ganhou o respeito e a imortalidade com esse apelido que faz juz à sua brilhante carreira); 

Oberdan Cattani - "A Fortaleza Voadora" (Goleiro palmeirense de grande estatura, agilidade e mãos enormes, Oberdan ganhou o apelido devido às suas muitas defesas arrojadas);

Orlando - "O Pingo de Ouro" (Meia-esquerda habilidoso, ganhou a homenagem do jornalista José Araújo, que o elogiou depois de uma partida debaixo de chuva em que marcou 4 gols para o Fluminense contra o Bonsucesso);

Pelé - "O Rei do Futebol", "O Atleta do Século" (Precisa dizer alguma coisa do melhor jogador de todos os tempos? Dispensa comentários);


Pepe - "O Canhão da Vila" (Possuidor de um chute potente na perna esquerda, o atacante santista é o segundo maior artilheiro da história do clube da Vila Belmiro com 405 gols marcados em 750 partidas. Na Seleção Brasileira foram 22 gols);

Rafael Moura - "O He-Man" (O apelido do atacante, hoje no Internacional, veio pela semelhança com o personagem dos desenhos da TV);

Rivellino - "A Patada Atômica", "O Reizinho do Parque" (Jogador de rara técnica, passes e lançamentos precisos e um potente chute na habilidosa perna esquerda, Riva foi destaque na Seleção Brasileira Campeã do Mundo no México, em 1970. É grande ídolo no Corinthians e no Fluminense, clubes onde jogou no Brasil); 

Rob Rensenbrink - "Slangemens", "O Homem Cobra" (Craque daquele time fantástico da Holanda na década de 70, o Carrossel Holandês que encantou o mundo, Rensenbrink ganhou o apelido pelo corpo esguio e as fintas rápidas, desconcertantes e certeiras que dava nos adversários);

Romário - "O Baixinho", "O Gênio da Grande Área" (A baixa estatura não foi empecilho para que o atacante carioca se tornasse um dos melhores goleadores da história do futebol mundial, com inúmeras conquistas de títulos por clubes e seleções, entre elas a de Campeão Mundial na Copa de 1994); 


Ronaldo - "O Fenômeno" (Ganhou a homenagem na Europa, depois de fazer sucesso no Cruzeiro. PSV Eindhoven, Barcelona, Internazionale, Real Madrid e Milan foram os times que ele jogou por lá até voltar para o Brasil e para o Corinthians. Foi Bicampeão Mundial com a Seleção Brasileira, em 1994 e 2002);

Rondinelli - "O Deus da Raça" (Pela sua garra e raça sempre mostrada em campo, o zagueiro do Flamengo ganhou esta homenagem);

Santiago Silva - "El Tanque", "O Tanque" (Atacante uruguaio de pouca habilidade, mas de intenso vigor físico, daí o apelido);

Sebastián Abreu - "El Loco", "O Louco" (Atacante uruguaio que ganhou o apelido pelas brincadeiras malucas que fazia, ainda jovem, com os companheiros de time);

Sócrates - "O Doutor", "O Magrão" (A estatura alta e esguia lhe rendeu o apelido de Magrão. O diploma de médico, o de Doutor. Mas a fama mesmo veio do excelente futebol jogado pelo meio-campista que, principalmente com a camisa do Corinthians e da Seleção Brasileira, angariou o respeito e a idolatria de milhões de apaixonados pelo futebol. Foi um dos líderes da Democracia Corintiana, um marco na história do futebol brasileiro, em plena época da Ditadura Militar);

Stanley Matthews - "The Wizard of the Dribble", "O Mago do Drible" (O lendário ponta-direita inglês que deixou de jogar bola aos 50 anos de idade, ganhou o apelido de Mago do Drible pela sua habilidade e velocidade incríveis. Ganhou o título de "Sir" das mãos da Rainha Elizabeth);


Telê Santana - "O Fio de Esperança" (O corpo franzino, de quando defendia o Fluminense, levou a imprensa a assim apelidá-lo. O ponta-direita Telê, com muita técnica e habilidade, faria sucesso não só como jogador, mas se tornaria um dos mais celebrados treinadores da história do futebol brasileiro);

Tostão - "O Mineirinho de Ouro" (Craque do famoso time do Cruzeiro nos anos 60, o atacante Tostão também foi destaque da Seleção Brasileira Campeã do Mundo em 1970, o que lhe garantiu o merecido apelido);

Washington - "O Coração Valente" (O atacante artilheiro ganhou notoriedade pelos seus muitos gols e pela determinação e coragem de retornar aos gramados após um grave problema cardíaco);

Zico - "O Galinho de Quintino" (Um dos maiores craques do futebol brasileiro, artilheiro de várias competições, ganhador de inúmeros títulos, ídolo do Flamengo e da Seleção Brasileira, Zico é um exemplo de atuação tanto nos campos quanto na vida pessoal e profissional. Foi um dos líderes da maravilhosa Seleção Brasileira de Telê Santana na Copa do Mundo de 1982);

Zizinho - "O Mestre Ziza" (Zizinho foi o maior ídolo do Flamengo antes da Era Zico, com seu futebol de extrema qualidade que influenciou até o Rei Pelé, que o idolatrava. Foi o melhor jogador do Brasil na Copa de 1950).


Um grande abraço espinosense.

1162 - Os talentos musicais das ruas

É muito comum ver, na história da música, artistas de pouco talento fazerem um estrondoso sucesso. Isso se deve às jogadas de marketing da indústria musical que abrem o caminho do sucesso para alguns menos dadivados com o talento, por força do famoso e maldito "jabá" e talvez devido a um rostinho bonito ou coisa parecida. Mas o que acontece normalmente com essas figuras é que em pouco tempo elas desaparecem tão rapidamente como chegaram ao estrelato. Sem a verdadeira arte, não há sustentação.
Na contramão dessa tendência, infelizmente, muitos artistas de enorme talento se perdem na estrada pela falta de oportunidades e de apoio. Isso pode ser observado pelas ruas e bares das grandes cidades, com apresentações de excelente qualidade de desconhecidos músicos e cantores. 
Este que aparece no vídeo abaixo é Carlos Cobain, artista de rua, em uma performance visceral da música "Black", um dos clássicos do Pearl Jam.
Um grande abraço espinosense. 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

1161 - 33 anos sem Elis

Ela continua insuperável. Ela permanece insubstituível. Ela segue imbatível na divina arte brasileira de cantar. Passados 33 anos desde a sua trágica e precoce saída de cena, vítima de uma parada cardíaca, a cantora Elis Regina segue sem substituta à altura no concorrido cenário feminino da música brasileira. Mesmo depois de tanto tempo, ainda não apareceu ninguém que possa sequer ameaçar o seu reinado de melhor cantora do Brasil de todos os tempos.
Elis faz falta, e como faz! Sua técnica perfeita, sua dicção estupenda, sua afinação desconcertante e sua facilidade de colocar o coração e a alma nas interpretações fizeram a muitos, como eu, arrepiar os cabelos e me emocionar profundamente só em vê-la cantar. Elis é divina, única, eterna.



Neste carnaval ela será o tema da escola de samba paulista Vai-Vai, que apresentará no Sambódromo o trabalho do carnavalesco Alexandre Louzada e o samba "Simplesmente Elis - A Fábula de Uma Voz na Transversal do Tempo", composição de Zeca do Cavaco, Zé Carlinhos e Ronaldinho FDQ.
Ainda bem que o seu talento e a sua importância na música brasileira não foram esquecidos neste nosso país de memória tão curta. Elis jamais poderá ser esquecida, pois ela foi e continua sendo a melhor de todas. Elis é ímpar, incomparável, imortal em meu coração. Viva Elis!
Um grande abraço espinosense.

Simplesmente Elis - A Fábula de Uma Voz na Transversal do Tempo
Zeca do Cavaco, Zé Carlinhos e Ronaldinho FDQ

Reluziu, seu canto ecoou no meu Brasil
Cantora igual jamais se ouviu
Saracura a cantar, bem mais feliz
Simplesmente Elis
Carnaval, a Bela Vista está em festa
Qua qua ra qua qua
Vem viajar, a hora é esta
Mergulhando na emoção
Encontrei inspiração
Que linda voz, salve a rainha
Fiz louvação em aquarela
Na passarela hoje tem arrastão
Upa neguinho, na estrada é demais
Vou à romaria como nossos pais
De um falso brilhante eu fiz fantasia
Maria Maria
Águas de março a rolar
Trem azul vai passar, um sonho mais lindo
Na batucada da vida, um samba no Bexiga
Vai amanhecer
A cantar a dor o amor, o bêbado e a equilibrista
A voz do povo diz que o show de todo artista
Tem que continuar
Glória fino da bossa com Jair, só alegria
Hoje retrato em preto e branco na folia
A grande estrela deste meu país





domingo, 18 de janeiro de 2015

1160 - O Jogo de Saias na AABB Montes Claros

Férias, tempo de diversão, descontração e muitas brincadeiras. Foi nesse espírito descontraído que a turma de peladeiros masters da AABB Montes Claros resolveu revelar o seu senso de humor e alegria em uma partida de confraternização realizada nesta manhã de domingo. A brincadeira consistiu na disputa de uma partida de futebol society em que os veteranos jogadores atuaram vestidos de mulher, com vestidos, saias, perucas e até maquiagem, em um verdadeiro festival de humor.
Sob um sol escaldante de janeiro, os atletas se desdobraram na disputa pela bola, dificultada pelas vestimentas pouco apropriadas, até que o árbitro Betão Apito Rosa, devidamente vestido da cabeça aos pés na cor rosa, decretasse o final da partida, mas não da brincadeira. A banda de metais capitaneada por Ivo Cândido entrou em ação, tocando marchinhas de carnaval e alegrando jogadores e a torcida presente. Depois disso tudo, nada melhor que muita cerveja gelada para esfriar e animar a cabeça da galera.
Um grande abraço espinosense.
    

sábado, 17 de janeiro de 2015

1159 - Boa sorte e obrigado, Don Diego Tardelli!

Não havia como ser diferente. Não há como lutar contra a força descomunal da grana. Assim, finalmente, foi oficializada a transferência do atacante atleticano Diego Tardelli Martins para o novo eldorado do futebol, a China. Por 5,5 milhões de euros, cerca de R$ 16,7 milhões, o Chandong Luneng contratou o atual camisa 9 da Seleção Brasileira de Futebol.
Tardelli vai deixar saudades no Atlético. Ele chegou ao clube em 9 de Janeiro de 2009, estreando contra o maior rival, o Cruzeiro, em um torneio de verão no Uruguai, já mostrando o seu apurado faro de gol. O Atlético foi derrotado por 4 x 2, mas Tardelli deixou a sua marca, com os seus dois gols. Fez mais um no outro jogo e saiu como artilheiro do torneio. No Campeonato Mineiro, também foi artilheiro, com 16 gols marcados e levou para casa os prêmios de melhor atacante e de craque da competição, conquistando logo de cara a adoração da torcida. Veio o Campeonato Brasileiro e Tardelli continuou se destacando, conseguindo a artilharia, com 19 gols, ao lado de Adriano do Flamengo. Ao final do ano, foi o recordista de gols na temporada, ganhando o Prêmio Arthur Friedenreich, de artilheiro do ano.


O ano de 2010 não foi tão proveitoso, com a ocorrência de algumas contusões e desempenho mediano, mas mesmo assim marcou 25 gols. No ano de 2011 foram apenas 7 jogos e 6 gols até a transferência para o Anzhi, da Rússia, que encerrou, momentaneamente, a sua história com a camisa do Galo. A despedida se deu na partida contra o IAPE (MA), pela Copa do Brasil, em 2 de março de 2011, com vitória do Atlético por 8 x 1.
Tardelli disse que voltaria para completar a sua história no Atlético e o fez em 2013, para alegria da Massa Atleticana. Chegou nos braços da torcida e não decepcionou, muito pelo contrário. 
Ao lado de Ronaldinho Gaúcho, Bernard, Víctor e cia. ele devolveu o orgulho ao torcedor atleticano, há muito tempo frustrado por campanhas medíocres, ao ajudar o clube a ganhar o maior título da sua história, a Copa Libertadores da América. Ganhou também o Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil e a Recopa Sul-Americana, recolocando o Atlético no caminho das conquistas importantes.


Na intensa rivalidade entre os maiores times de Minas, jogador que faz gols no adversário torna-se um deus, uma lenda. E Diego Tardelli, definitivamente, é um dos maiores nomes do clássico em todos os tempos, marcando nada menos que 9 gols e se igualando a Nílson, Paulo Isidoro e Lauro como o 6º maior artilheiro do Atlético em clássicos contra o Cruzeiro, ultrapassando Éder Aleixo, Nívio e Dario, que fizeram, cada um, 8 gols. Um desses gols importantíssimos aconteceu na decisão da Copa do Brasil no final do ano passado, na vitória sobre o rival Cruzeiro, que valeu a taça de campeão.


Próximo de completar 30 anos (nasceu em 10 de maio de 1985 em Santa Bárbara d´Oeste-SP), o atacante de 1,79 m e 72 kg deixa a torcida triste com a sua partida, mas completamente orgulhosa e agradecida pelo seu excelente desempenho com a camisa alvinegra. Foram 5 títulos conquistados, 219 partidas jogadas e 110 gols marcados. O centésimo gol, que gerou uma placa em sua homenagem entregue pelo clube, aconteceu na final da Recopa, vencida pelo Atlético no ano passado.


Ao Diego Tardelli, o reconhecimento pelo ótimo trabalho realizado no Atlético e o desejo de que ele seja bastante feliz em seu novo clube, com muita sorte, sucesso e felicidade, sempre ao lado da sua esposa Vanessa e seus filhos Dieguinho e Pietra. Vá com Deus, campeão!
Um grande abraço espinosense.

Títulos conquistados no Atlético Mineiro:
Campeonato Mineiro: 2010 e 2013
Copa Libertadores da América: 2013
Recopa Sul-Americana: 2014
Copa do Brasil: 2014

Vitórias: 112
Empates:  50
Derrotas:  57
Gols: 110

Gols em 2009: 42
Gols em 2010: 25
Gols em 2011: 6 
Gols em 2013: 18
Gols em 2014: 19

Gols de Tardelli contra o Cruzeiro: 9 gols
Atlético 2 x 4 Cruzeiro – 2 gols - 2009 (Torneio de Verão)
Cruzeiro 2 x 1 Atlético – 1 gol - 2009 (Campeonato Mineiro)
Cruzeiro 3 x 4 Atlético – 3 gols - 2011 (Campeonato Mineiro)
Atlético 3 x 0 Cruzeiro – 1 gol - 2013 (Campeonato Mineiro)
Cruzeiro 2 x 3 Atlético – 1 gol - 2014 (Campeonato Brasileiro)
Cruzeiro 0 x 1 Atlético – 1 gol - 2014 (Copa do Brasil)

Maiores artilheiros da história do Atlético:
1º: Guará – 26 gols
2º: Reinaldo e Ubaldo – 16 gols
4º: Lucas – 15 gols
5º: Tomazinho – 10 gols
6º: Diego Tardelli, Nílson, Paulo Isidoro, Guilherme e Lauro – 9 gols
11º: Éder Aleixo, Dario e Nívio – 8 gols


Prêmios conquistados defendendo o Atlético:
2009 - Craque do Campeonato do Troféu Globo Minas
2009 - Artilheiro do Troféu Globo Minas
2009 - Melhor atacante do Troféu Globo Minas
2009 - Prêmio Friedenreich
2009 - Bola de Prata da Revista Placar (Melhor Atacante)
2009 - Bola de Prata da Revista Placar (Artilheiro do Brasileiro)
2009 - Chuteira de Ouro da Revista Placar (Artilheiro da Temporada)
2009 - Melhor atacante do Troféu Craques do Brasileirão
2009 - Troféu Rei do Gol do Troféu Craques do Brasileirão (Artilheiro do Brasileiro)
2009 - Troféu Guará de melhor atacante
2009 - Troféu Guará de craque do ano
2009 - Melhor atacante do Troféu Telê Santana
2009 - Craque do Troféu Telê Santana
2010 - Melhor atacante do Troféu Globo Minas
2013 - Bola de Prata da Revista Placar (Melhor Atacante)
2013 - Troféu Guará de melhor atacante
2014 - Ídolo da Galera do Troféu Globo Minas
2014 - Melhor jogador da Recopa Sul-Americana
2014 - Melhor jogador da Copa do Brasil
2014 - Melhor atacante do Troféu Craques do Brasileirão
2014 - Bola de Prata da Revista Placar (Melhor Atacante)
2014 - Troféu Armando Nogueira

1158 - Oscar 2015: os indicados

Depois da premiação do Globo de Ouro dias atrás, agora é a hora de a famosa Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgar os concorrentes ao prêmio máximo do cinema mundial. Os postulantes ao Oscar foram divulgados nesta quinta-feira.
Entre os filmes que receberam mais indicações, estão "O Grande Hotel Budapeste" e "Birdman", ambos com nove indicações, "O Jogo da Imitação", com oito indicações, e "Sniper Americano" e "Boyhood", estes com seis. Confira:

O GRANDE HOTEL BUDAPESTE - 9 indicações
Trilha Sonora Original - Alexandre Desplat
Edição - Barney Pilling
Maquiagem - Frances Hannon e Mark Coulier
Figurino - Milena Canonero
Direção de Arte - Adam Stockhausen e Anna Pinnock
Fotografia - Robert Yeoman
Roteiro Original - Wes Anderson e Hugo Guinness
Direção - Wes Anderson
Filme - Wes Anderson, Scott Rudin, Steven Rales e Jeremy Dawson

BIRDMAN - 9 indicações
Direção - Alejandro G. Iñárritu
Filme - Alejandro G. Iñárritu, John Lesher e James W. Skotchdopole
Ator Coadjuvante - Edward Norton
Atriz Coadjuvante - Emma Stone
Fotografia - Emmanuel Lubezki
Mixagem de Som - Jon Taylor, Frank A. Montaño e Thomas Varga
Edição de Som - Martín Hernández e Aaron Glascock
Ator - Michael Keaton
Roteiro Original - Alejandro G. Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris, Jr. e Armando Bo

O JOGO DA IMITAÇÃO - 8 indicações
Trilha Sonora Original - Alexandre Desplat
Ator - Benedict Cumberbatch
Atriz Coadjuvante - Keira Knightley
Direção - Morten Tyldum
Filme - Nora Grossman, Ido Ostrowsky e Teddy Schwarzman
Design de Produção - Maria Djurkovic e Tatiana Macdonald
Edição - William Goldenberg
Roteiro Adaptado - Graham Moore

O Brasil estará presente na festa do Oscar 2015 na disputa de Melhor Documentário, com o filme "O Sal da Terra", documentário sobre o conceituado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado, produzido por seu filho, Juliano Ribeiro Salgado, por David Rosier e pelo diretor alemão Wim Wenders.
A esperada entrega do Oscar aos melhores do cinema em 2014 será realizada no dia 22 de fevereiro no Dolby Theatre at Hollywood and Highland Center, em Los Angeles, Califórnia, tendo este ano o ator Neil Patrick Harris como mestre de cerimônias. Esta será a 87ª edição do evento, que será transmitida ao vivo para mais de 225 países.


Confira alguns dos indicados:

Melhor Filme:
"American Sniper"
"Boyhood — Da Infância à Juventude"
"O Jogo da Imitação"
"Selma"
"A Teoria de Tudo"
"Birdman"
"O Grande Hotel Budapeste"
"Whiplash — Em Busca da Perfeição"

Melhor Ator:
Steve Carell, "Foxcatcher"
Benedict Cumberbatch, "O Jogo da Imitação"
Eddie Redmayne, "A Teoria de Tudo"
Michael Keaton, "Birdman"
Bradley Cooper, "American Sniper"

Melhor Atriz:
Felicity Jones, "A Teoria de Tudo"
Julianne Moore, "Para Sempre Alice"
Rosamund Pike, "Garota Exemplar"
Reese Witherspoon, "Livre"
Marion Cotillard, "Dois Dias, Uma Noite"

Melhor Diretor:
Wes Anderson, "O Grande Hotel Budapeste"
Morten Tyldum, "O Jogo da Imitação"
Alejandro González Innaritu, "Birdman"
Richard Linklater, "Boyhood"
Bennett Miller, "Foxcatcher"

Melhor Roteiro Original:
"O Grande Hotel Budapeste" - Wes Anderson e Hugo Guinness
"Birdman" - Alejandro G. Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris, Jr. e Armando Bo
"Boyhood" - Richard Linklater
"O Jogo da Imitação"
"Foxcatcher" - Max Frye and Dan Futterman
"O Abutre" - Dan Gilroy

Melhor Roteiro Adaptado:
"American Sniper" - Jason Hall
"O Jogo da Imitação" - Graham Moore
"Vício Inerente" - Paul Thomas Anderson
"A Teoria de Tudo" - Anthony McCarten
"Whiplash — Em Busca da Perfeição" - Damien Chazelle

Melhor Fotografia:
"Birdman" - Emmanuel Lubezki
"'O Grande Hotel Budapeste" - Robert Yeoman
"Ida" - Lukasz Zal e Ryszard Lenczewski
"Mr. Turner" - Dick Pope
"Invencível" - Roger Deakins

Melhor Atriz Coadjuvante:
Patricia Arquette, "Boyhood"
Keira Knightley, "O Jogo da Imitação"
Emma Stone, "Birdman"
Meryl Streep, "Caminhos da Floresta"
Laura Dern, "Livre"

Melhor Ator Coadjuvante:
J.K Simmons, "Whiplash — Em Busca da Perfeição"
Ethan Hawke, "Boyhood"
Edward Norton, "Birdman"
Mark Ruffalo, "Foxcatcher"
Robert Duvall, "O Juiz"

Melhor Filme Estrangeiro:
"Ida" (Polônia)
"Leviatã" (Rússia)
"Tangerines" (Estônia)
"Timbuktu" (Mauritânia)
"Relatos Selvagens" (Argentina)

Melhor Animação:
"The Boxtrolls"
"Operação Big Hero"
"Como Treinar o Seu Dragão 2"
"The Tale of the Princess Kaguya"

Efeitos Especiais:
"Interestelar"
"Planeta dos Macacos"
"X-Men: Dias do Futuro Esquecido"

Melhor Figurino:
"Birdman"
"O Grande Hotel Budapeste"
"Ida"
"Mr. Turner"
"Invencível"

Melhor Montagem:
"O Jogo da Imitação"
"Boyhood"
"O Grande Hotel Budapeste"
"Whiplash — Em Busca da Perfeição"
"American Sniper"

Melhor Canção Original:
"Everythin is Awesome" - Shawn Patterson ("Lego, o Filme")
"Glory" - John Stephens e Lonnie Lynn ("Selma")
"Grateful" - Diane Warren ("Beyond the Lights")
"I’m not Gonna Miss You" - Glen Campbell e Julian Raymond ("Glen Campbell...I´ll be Me")
"Lost Stars" - Gregg Alexander e Danielle Brisebois ("Mesmo se Nada Der Certo")

Melhor Documentário:
"CitizenFour" - Laura Poitras, Mathilde Bonnefoy e Dirk Wilutzky
"Finding Vivian Maier" - John Maloof e Charlie Siskel
"Last Days in Vietnam" - Rory Kennedy e Keven McAlester
"O Sal da Terra" - Wim Wenders, Juliano Ribeiro Salgado e David Rosier
"Virunga" - Orlando von Einsiedel e Joanna Natasegara


Na contra-mão da qualidade, o Prêmio Framboesa de Ouro, que ironicamente premia os piores desempenhos, divulgou, nessa quarta-feira, os atores, filmes e diretores indicados aos prêmios de piores do ano de 2014. Confira abaixo:

Pior Filme:
"Kirk Cameron's Saving Christmas"
"O Apocalipse"
"Hércules"
"As Tartarugas Ninja"
"Transformers 4"

Pior Ator:
Kirk Cameron - "Kirk Cameron's Saving Christmas"
Nicholas Cage - "O Apocalipse"
Kellan Lutz - "Hércules"
Seth MacFarlane - "Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola"
Adam Sandler - "Juntos e Misturados"

Pior Atriz:
Drew Barrymore - "Juntos e Misturados"
Cameron Diaz - "Mulheres ao Ataque" e "Sex Tape - Perdido na Nuvem"
Melissa McCarthy  - "Tammy"
Charlize Theron - "Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola"
Gaia Weiss - "Hércules"

Pior Ator Coadjuvante:
Mel Gibson - "Os Mercenários 3"
Kelsey Grammer - "Os Mercenários 3", "Legends of Oz", "Think Like a Man Too", "Transformers 4"
Shaquille O'Neal - "Juntos e Misturados"
Arnold Schwarzenegger - "Os Mercenários 3"
Kiefer Sutherland - "Pompeia"

Pior Atriz Coadjuvante:
Cameron Diaz - "Annie"
Megan Fox - "As Tartarugas Ninja"
Nicola Peltz - "Transformers 4"
Susan Sarandon - "Tammy"
Brigitte Ridenour - "Kirk Cameron's Saving Christmas"

Pior Diretor:
Michael Bay - "Transformers 4"
Darren Doane - "Kirk Cameron's Saving Christmas"
Renny Harlin - "Hércules"
Jonathan Liebesman - "As Tartarugas Ninja"
Seth MacFarlane - "Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola"