Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

sábado, 9 de março de 2013

661 - 89 anos: parabéns pelo aniversário, minha Espinosa


Hoje, dia 9 de março de 2013, Espinosa chega aos seus 89 anos de emancipação política com muitos desafios a enfrentar. Mesmo com uma boa revigorada na economia nos últimos anos, causada pelo "boom" das confecções espalhadas pela cidade, o que se vê para um futuro mais próximo são as graves consequências que virão em função da falta de chuva na região e o castigo inclemente da seca.
Espero que o mês de março venha trazer a sagrada chuva em boa quantidade, para que as esperanças deste nosso povo batalhador se renovem e a alegria se espalhe por todos os cantos da cidade.
Parabéns, Espinosa! Que antes de querer algo em troca, o seu povo se disponha a trabalhar arduamente para fomentar o seu desenvolvimento, para proporcionar melhores condições de vida a todos os seus filhos, indistintamente.
Nada melhor do que mostrar as suas imagens para homenageá-la, esperando que todos nós nos esforcemos para que ela se torne a cada dia um lugar aprazível para se viver e criar os filhos. 
Um grande abraço espinosense.




























quinta-feira, 7 de março de 2013

660 - Essas mulheres guerreiras da Rua da Resina

Em quase todo o mundo, no dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher, data escolhida para se homenagear as mulheres pelas suas heroicas lutas sociais, econômicas e políticas, ocorridas em vários lugares e momentos da história da civilização.  E como merecem homenagens as mulheres!
São tantas delas importantes na minha vida! A começar por aquela, a mais importante, que concedeu-me a vida, minha mãe Juvercina Tolentino de Freitas, a Dona Zu, que infelizmente não mais está entre nós, mas certamente descansa em paz ao lado do Senhor.
Outra é a minha companheira de tantas batalhas, muitas vencidas, algumas perdidas, mas de muito mais momentos de alegria que tristeza, de ocasiões inesquecíveis de amor e de comoventes emoções (duas delas magníficas, quando nossos filhos chegaram a este mundo), minha esposa Cléa Márcia. E tantas outras mais: minha irmã Joana D´Arc, minhas avós Judith e Joana, minhas tias maravilhosas, as meninas com quem tive relacionamentos e que até hoje merecem todo o meu carinho e respeito, minhas sobrinhas, minhas cunhadas, minhas concunhadas, minha sogra Nininha, minhas amigas e colegas de trabalho, minhas professoras, minhas amigas de escola, de Rua da Resina e da vida.
Mas com toda a importância de todas elas, hoje eu quero homenagear algumas mulheres da Rua da Resina, exemplos supremos de batalhadoras incansáveis na dura edificação das suas famílias e que tem lugar reservado eternamente dentro do meu coração. Minha mãe, Minha avó "Madrinha" Judith, Dona Zulmira, Tia Lia, minha professora Dona Nair Meira, Dona Cida, Dona Noeme, Dona Nininha de Olavo, Dona Madalena, Dona Julinha, Dona Rita e Dona Cassionília, entre outras. Algumas já se encaminharam para o paraíso do Senhor, outras continuam a dura caminhada aqui na Terra, mas todas elas foram vitoriosas na difícil tarefa de gerar e criar os filhos, conduzindo-os ao caminho correto da honestidade e da dignidade. No fundo, todas elas são um pouquinho mães de todos nós da Rua da Resina. Que Deus as proteja!
Um grande abraço espinosense.
Minhas avós Judith (materna) e Joana (paterna)
Minha mãe, Dona Zu, e minha esposa, Cléa Márcia

Minha amada Tia Lia
Dona Noeme

Dona Cida
Dona Nair

Dona Madalena

659 - Fotografia, que ótima criação humana!

Hoje, com toda a tecnologia disponível, é muito fácil registrar os bons (ou maus) momentos das nossas vidas com uma câmera fotográfica, nas reuniões de familiares e amigos ou em qualquer outro lugar. Ou até com o aparelho de telefone celular, tão comum hoje em dia. Não mais se usa filme fotográfico ou aquelas câmeras enormes de antigamente que eram dificílimas de carregar. E o trabalho que dava para revelar os filmes? E a famosa Rolleiflex, famosa câmera fotográfica que aparece na letra da música de um clássico da Bossa Nova, "Desafinado"? E a câmera que iria revolucionar a história da fotografia ao revelar o filme instantaneamente, a Polaroid? E a Xeretinha, que era descartável? Coisas do passado. A fotografia digital veio revolucionar e democratizar o acesso de uma grande massa de pessoas ao mundo das imagens. 
A fotografia, uma de minhas paixões, não apenas registra um momento qualquer de nossas vidas, mas imortaliza um instante, cria um laço sentimental com pessoas e com a nossa história de vida, denuncia abusos, glorifica gestos heroicos, transmite emoções e causa mudanças significativas na história de nações e pessoas em todo o mundo. 
Aqui estão algumas das mais importantes imagens da história:
A fotografia de um casal se beijando apaixonadamente na Times Square em 14 de agosto de 1945, transmitia a ideia do feliz reencontro após a guerra. Fotografia de Víctor Jorgensen.
No famoso Massacre da Praça da Paz Celestial (Tiananmen) em 1989, na China, um desconhecido cidadão impede a passagem dos tanques de guerra, numa demonstração de coragem e heroísmo. Fotografia de Stuart Franklin-Magnum.
Em 1993, a fotografia de uma menina quase à morte devido à fome no Sudão, espreitada por um abutre, chocou o mundo. Fotografia de Kevin Carter.
A menina Pham Thi Kim Phuc em fuga desesperada depois do bombardeio americano no Vietnã em 8 de junho de 1972. Fotografia de Nick Ut.
Thich Quang Duc, um monge budista, ateia fogo ao seu corpo em um protesto contra a perseguição religiosa empreendida pelo governo do Vietnã do Sul, em 1963. Fotografia de Malcolm Browne.
A imagem da intolerância e da imbecilidade do ser humano: bebedouros separados para brancos e negros no estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos em 1950. Fotografia de Elliott Erwitt-Magnum-Latinstock.  
Uma imagem marcante da luta da sociedade brasileira contra a ditadura militar, tirada na Passeata dos Cem Mil no dia 26 de junho de 1968, no Rio de Janeiro. Fotografia de Evandro Teixeira.
A incrível corrida do ouro no garimpo de Serra Pelada, no Pará, fotografada em abril de 1986. Fotografia de Sebastião Salgado.

A seguir uma breve história da fotografia, conforme a wikipedia.org.
Por volta de 350 a.C., aproximadamente na época em que viveu Aristóteles na Grécia antiga, já se conhecia o fenômeno da produção de imagens pela passagem da luz através de um pequeno orifício.
A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX. A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando, juntas ou em paralelo, ao longo de muitos anos.
O mais antigo destes conceitos foi o da câmara escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida por Leonardo da Vinci que a usava, como outros artistas no século XVI, para esboçar pinturas. Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado "Diorama". Após a morte de Niépce, Daguerre desenvolveu um processo com vapor de mercúrio, que reduzia o tempo de revelação de horas para minutos. O processo foi denominado daguerreotipia.
O britânico William Fox Talbor, desenvolveu um diferente processo denominado calotipo, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata, que posteriormente eram colocadas em contato com outro papel, produzindo a imagem positiva. À época, Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de fotografia. Porém, por demorar a anunciá-lo, não pôde mais ser reconhecido como seu inventor. 
No Brasil, o francês radicado em Campinas, Hércules Florence, conseguiu resultados superiores aos de Daguerre, pois desenvolveu negativos. Contudo, apesar das tentativas de disseminação do seu invento, ao qual denominou "Photographie" (foi o legítimo inventor da palavra), não obteve reconhecimento à época. Sua vida e obra só foram devidamente resgatadas em 1976, por Boris Kossoy. 
A fotografia se popularizou como produto de consumo a partir de 1888. A empresa Kodak abriu as portas com um impactante discurso de marketing, onde todos podiam tirar suas fotos, sem necessitar de fotógrafos profissionais, com a introdução da câmera tipo "caixão" e pelo filme em rolos substituíveis, criados por George Eastman.
A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Autocromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extrato de batata. O primeiro filme colorido moderno, o Kodachrome, foi introduzido em 1935, baseado em três emulsões coloridas. A maioria dos filmes coloridos modernos, exceto o Kodachrome, são baseados na tecnologia desenvolvida pela Agfacolor em 1936. O filme colorido instantâneo foi introduzido pela Polaroid em 1963, uma verdadeira revolução.


A grande mudança recente, produzida a partir do final do século XX, foi a digitalização dos sistemas fotográficos. A fotografia digital mudou paradigmas no mundo da fotografia, minimizando custos, reduzindo etapas, acelerando processos e facilitando a produção, manipulação, armazenamento e transmissão de imagens pelo mundo.
A imagem logo abaixo mostra uma pose de vários senhores engravatados, duas crianças e uma senhora em um lugar indeterminado de Espinosa. Esta foto foi-me cedida por Tim de Disson, a quem mais uma vez agradeço a gentileza. Se não me engano, o senhor de óculos parece ser Sêo Crispim Vieira, fotógrafo e comerciante espinosense que morava na Rua da Resina. Se alguém identificar esse pessoal, mande mensagens, por favor.
Um grande abraço espinosense.

Recebi e-mail de minha amiga Luciana Maria Ramos Cruz Silva, identificando alguns personagens da fotografia acima, de acordo com informações da sua irmã Zélia. Assim, estão na foto Dona Olíbia do Cartório, Sêo José Figueiredo, Sêo Crispim Vieira (em pé), senhor não identificado, Sêo Osvaldo Mascate, o jovem Juracy Barbosa, Sêo Teotônio Barbosa (nosso poeta), criança não identificada e Sêo Juvenal Ribeiro da Cruz. Pelos senhores presentes na foto, imagino que tenha sido tirada na Rua Dom Lúcio. 
À Luciana, o meu agradecimento pela relevante colaboração. 

658 - Encontros Memoráveis da Música: Renato Russo e Cássia Eller

Um encontro musical mágico e histórico. É realmente uma pena que eu não tenha conseguido encontrar imagens desta parceria na Internet, que parece não ter se concretizado em nenhum palco, mas infelizmente apenas em estúdio. Mas se esta música já me emocionava cada vez que a ouvia só com a versão da Legião Urbana, não posso conter as lágrimas de emoção ao ouvir Renato Russo e Cássia Eller cantando juntos esta criação maravilhosa da canção brasileira. Quanta falta fazem esses dois artistas especiais na minha vida! A letra diz tudo: "Aonde está você agora, além de aqui, dentro de mim?" ou "Já que você não está aqui, o que posso fazer é cuidar de mim". Simplesmente maravilhoso. 
Um grande abraço espinosense.

Vento no Litoral

De tarde quero descansar
Chegar até a praia e ver
Se o vento ainda está forte e vai
Ser bom subir nas pedras, sei
Que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando tudo embora...

Agora está tão longe, vê
A linha do horizonte me distrai
Dos nossos planos é que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntos na mesma direção
Aonde está você agora
Além de aqui, dentro de mim?

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você está comigo o tempo todo
E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua e se entregar é uma bobagem
Já que você não está aqui
O que posso fazer
É cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos
Lembra que o plano era ficarmos bem?
Ei, olha só o que eu achei: cavalos-marinhos...

Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando tudo embora...

domingo, 3 de março de 2013

657 - Reabertura do Campo Society da AABB-MOC

Depois de mais de dois meses interditado para a recuperação do gramado, neste domingo a Associação Atlética Banco do Brasil promoveu a reabertura do Campo Society José Geraldo Sindeaux Araújo com a realização de duas partidas amistosas.
A primeira teve como protagonistas as equipes masters da AABB-MOC e do Pentáurea Clube, com o resultado final de 2 x 1 para o time visitante. Cássio fez o gol da vitória do Pentáurea, enquanto Eustáquio fez o único gol da AABB.
No segundo confronto, se enfrentaram as equipes da AABB-MOC e da OAB, com vitória da equipe abebeana por 7 x 3.
Para promover o congraçamento entre os associados, peladeiros participantes e os convidados, aconteceu uma cervejada logo após os jogos.
Um grande abraço espinosense.


Aqui embaixo você confere o Plano Diretor do clube apresentado pela diretoria capitaneada pelo presidente Mauro de Almeida Rodrigues em janeiro deste ano, com previsão de construção do novo prédio do bar e do salão de jogos, além de um novo campo society com grama sintética:

656 - A Confraria da Leitura, um oásis de cultura em Espinosa

Em uma cidade quase que completamente carente de projetos culturais e onde inexiste a diversidade cultural, com raríssimas iniciativas para proporcionar oportunidades de acesso à arte, a criação, em Espinosa, de um clube de leitura e debate de ideias, vem nos encher de alegria e esperança. 
Uma legião de mulheres espinosenses, qualificadas profissionais da educação, criaram a "Confraria da Leitura", um espaço para a confraternização, a aquisição e debate de conhecimentos através da leitura e a criação de propostas culturais para o desenvolvimento da cidade de Espinosa. Uma iniciativa para ser bastante comemorada.
As participantes se encontram uma vez por mês para trocar ideias e debater o conteúdo de um livro anteriormente escolhido. Os encontros se dão nas residências das participantes, em sistema de rodízio.
Quero aqui, com muita alegria, parabenizar todas as meninas participantes do projeto, em especial às minhas amigas Izabel Cristina e Júnia Tanúsia, por quem tenho enorme respeito, carinho e admiração, pelas suas brilhantes competências profissionais. Espero que mais iniciativas da espécie se espalhem pela cidade, que precisa urgentemente de uma revolução cultural.
Um grande e esperançoso abraço espinosense. 






Publico, na íntegra, a ata de criação da "Confraria da Leitura" logo abaixo:
Aos trinta e um dias do mês de janeiro de dois mil e treze, na residência da professora Izabel Cristina Soares Ribeiro Muniz, às 8:30 horas, foi criada a "CONFRARIA DA LEITURA", nome escolhido através de uma votação. Foram sugeridos vários nomes, tais como: "Clube de Leitoras", "Prosa e Verso", "Carpiem Die", "Da Raiz", "Vip". Com a maioria dos votos, ficou "Confraria da Leitura", indicado pela professora Júnia Tanúsia Antunes Meira. A ideia de criar um grupo de mulheres leitoras foi da professora de Língua Portuguesa Izabel Cristina, que convidou algumas pessoas para reuni-las com o objetivo de discutir a criação dele. Estavam presentes: Izabel Cristina Soares Ribeiro Muniz, Júnia Tanúsia Antunes Meira, Luana Matos Leal, Kátia Soares Ribeiro Carvalho, Maria Edna Gomes Aires, Eliana Gomes, Valéria Oliva, Carla Cristina Botelho Brito Mendes, Ezenilda Alves Tolentino e Marineide Rocha. Foi explicado sobre a finalidade da "Confraria da Leitura", que tem como objetivos principais: promover o hábito da leitura e estudo sociabilizando as impressões e opiniões acerca das obras lidas e ainda suscitar a discussão sobre a cultura local, apontando ideias e elaborando projetos culturais para apreciação dos órgãos competentes do Município. Em um clima de descontração, amizade e confiança, todas apoiaram a idealização e filosofia do grupo e passou-se a discutir sobre o funcionamento do mesmo. Após várias opiniões e sugestões, ficou acertado:
  1. Os encontros serão realizados em residências dos membros, revezando sempre que possível;
  2. Os assuntos debatidos, quando pessoais, deverão ser sigilosos;
  3. Todas têm direito de dar opiniões e sugestões e participar ativamente dos debates;
  4. Todas deverão ler o livro indicado e aprovado pelo grupo no prazo de até o próximo encontro;
  5. O próximo encontro é marcado em reunião anterior.
Ficou acertado que no próximo encontro serão escolhidos os membros da diretoria para melhor distribuição dos trabalhos. Foi sugerida a leitura de "50 Tons de Cinza". A professora Izabel Cristina agradeceu a presença e a adesão de todas, em especial à parceria da professora Júnia Meira, pelo apoio para que a ideia fosse colocada em prática. Comentou também que o grupo está aberto às novas leitoras e justificou a ausência de algumas mulheres que não puderam comparecer.         

655 - 60 anos de glórias. Parabéns ao meu ídolo Zico

Um dos mais espetaculares jogadores de futebol da história, o maior ídolo da imensa massa de fanáticos torcedores do Clube de Regatas do Flamengo, um dos mais talentosos camisa 10 do mundo, Arthur Antunes Coimbra, o meu ídolo Zico, completa neste domingo o seu sexagésimo aniversário.
É uma pena para nós atleticanos que ele tenha participado de um dos melhores times da história do Flamengo, que venceu o Campeonato Brasileiro de 1980 em cima da gente, com uma derrota no Mineirão por 1 x 0, gol de Reinaldo, e com uma vitória no Maracanã lotado, por 3 x 2, com gols de Zico e Nunes (2). Mas isso não faz a menor diferença na admiração que tenho por um dos mais qualificados craques de futebol que eu já vi jogar e que tenho como um dos meus maiores ídolos, não só pelas suas performances encantadoras nos gramados do mundo, mas pela sua trajetória de dignidade e correção na vida pessoal e profissional. Sou atleticano, sofremos muito com alguns gols marcados por ele contra nós, mas sou muito fã de Zico.
Como apaixonado praticante e torcedor de futebol, queria possuir apenas um mínimo da sua capacidade técnica, da sua genialidade, da sua privilegiada visão de jogo, dos passes precisos, das jogadas geniais que acabavam inapelavelmente nas redes adversárias, das faltas cobradas com maestria nos ângulos da meta rival, dos dribles mágicos, enfim, do futebol-arte do Galinho de Quintino. Se eu sempre tive fascinação pela camisa 10, isso se deve em grande parte ao genial Zico.
Então, ao Zico, parabéns pela brilhante carreira e que a sua genialidade dentro e fora dos campos nos faça companhia por um longo tempo ainda. É o desejo de um humilde fã atleticano.
Um grande abraço espinosense.