Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

68 - 8 de dezembro: 30 anos sem John Lennon

Há exatos trinta anos, o mundo ficava perplexo e atordoado com a notícia da morte de um dos mais famosos e talentosos artistas da música popular. O imbecil enlouquecido Mark David Chapman assassinou a tiros o cantor e compositor John Winston Lennon, líder e lenda viva da mais famosa banda de rock de todos os tempos, The Beatles. John e Yoko Ono, sua mulher, voltavam de um estúdio de gravação e estavam chegando à sua residência, no Edifício Dakota, em Nova Iorque.


Nascido na cidade de Liverpool, na Inglaterra, aos 9 de outubro de 1940, John teve uma infância conturbada, tendo sido criado pela sua tia Mary "Mimi" Smith, após a morte de sua mãe, Júlia, devido a um atropelamento por um policial bêbado. Só tempos depois reencontraria o seu pai, Alfred "Alf" Lennon, que trabalhava na Marinha Mercante e esteve ausente por quase toda a sua infância e adolescência. Em 1956, quando estudava na Quarry Bank Grammar School, fundou a sua primeira banda: "The Quarrymen", que mais tarde daria origem à lendária "The Beatles". Depois de conhecer o jovem James Paul McCartney, John começaria uma das mais criativas parcerias na música em todo o mundo.


Depois de explodir com os Beatles, já composto por ele e Paul, e com o ingresso de George Harrison e Ringo Starr, Lennon conheceu o grande amor de sua vida, Yoko Ono, que mais tarde desencadearia o término da banda. John viveu com Yoko uma paixão avassaladora que gerou um filho, Sean Taro Ono Lennon, hoje músico, assim como o primeiro filho de Lennon, Julian, com a primeira mulher, Cynthia Powell.


John e Yoko participaram de inúmeros protestos a favor dos trabalhadores e contra a Guerra do Vietnã, atraindo a ira do governo americano, do então presidente Richard Nixon, que pretendia deportá-lo dos Estados Unidos. Depois de muita luta, conseguiu o Green Card e se fixou na cidade de Nova Iorque. Vivia um amor esplendoroso e mágico com Yoko Ono, havia terminado de lançar o disco "Double Fantasy", quando a tragédia se consumou pelas mãos de um fã enlouquecido: cinco tiros de um revólver 38 tiraram a vida do gênio da música John Lennon.


Após a sua morte, foi criado um memorial chamado "Strawberry Fields Forever", no Central Park, em frente ao Edifício Dakota, onde morava.


Saudades...
Para se lembrar de John, clique aqui. E aqui. E aqui. E aqui. E aqui. E aqui. E aqui.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

67 - Um vigoroso NÃO à homofobia e à violência no futebol

As cenas de brutal violência e de desequilíbrio emocional de alguns jovens, exibidas nos principais jornais da televisão nos últimos dias, deixaram-me revoltado e perplexo. A terrível  imagem do jovem torcedor montes-clarense do Cruzeiro, Otávio Fernandes, de 19 anos, caído ao solo, desacordado, sendo massacrado impiedosamente por alguns vândalos e selvagens integrantes da torcida Galoucura do meu querido Clube Atlético Mineiro, encheu-me de indignação e revolta. Como puderam fazer aquilo com uma pessoa totalmente indefesa, levando-o à morte? Não consigo entender o por quê de tanta crueldade e violência. Horríveis imagens aqui.
O futebol é um dos mais cultuados esportes do mundo, gerando verdadeiros apaixonados por seus times do coração. Eu, inclusive. Nada mais bonito e emocionante. Todos nós temos o direito sagrado de torcer apaixonadamente pelo time que a gente escolher. De gozar os amigos quando o nosso time ganha, de ser sacaneado quando se perde. E de fazer isso em paz, sem violência, sem animosidade. Faz parte do espírito do futebol a alegria, a brincadeira, a gozação, a vaia. Mas violência, NÃO!

Notícias da guerra entre as torcidas aqui.

Coisa parecida acontece contra os homossexuais, também com extrema violência. Conforme o Dicionário Aurélio, homofobia é a aversão aos homossexuais ou ao homossexualismo. Não se exige de uma sociedade conservadora e majoritariamente católica a aceitação sem traumas de tão polêmica matéria. É aceitável que algumas pessoas discordem, repudiem e se sintam incomodadas com a visão de pessoas do mesmo sexo trocando carinhos e mantendo relações afetivas. Confesso-me ainda um pouco incomodado com isso. Não estou ainda totalmente preparado para presenciar, por exemplo, a troca de beijos entre pessoas do mesmo sexo. Por conta da minha conservadora criação, acho que me sentirei embaraçado. Mas temos que nos acostumar, pois a homossexualidade existe, sempre existiu e a tendência é de que mais e mais pessoas se revelem com a modernidade dos costumes. Uma das características mais acentuadas dos homossexuais é a extrema inteligência e o enorme talento para as artes. Assim, vários deles fazem parte da minha coleção de ídolos: Cazuza, Cássia Eller, Freddie Mercury, Renato Russo, Elton John, Ana Carolina, entre outros. Uma coisa é discordar ou se sentir incomodado. Outra coisa bem diferente e inaceitável é agredir as pessoas sem respeitar o direito sagrado à sua opção sexual. O que temos a fazer é respeitar as pessoas, conviver harmoniosamente com elas e repudiar veementemente toda e qualquer atitude de preconceito e homofobia. 
Que vivamos todos em paz e em harmonia, pois todos somos filhos de DEUS. Amém.

Para maiores informações sobre a homofobia, acesse aqui.
Para acessar o Programa "Brasil sem homofobia" do Governo Federal, acesse aqui.

domingo, 5 de dezembro de 2010

66 - Personalidades espinosenses - XARÁ DO BANCO DO BRASIL

Quando resolvi publicar aqui no meu blog pequenas entrevistas com espinosenses ilustres, um dos primeiros personagens que me vieram à mente foi Francisco Gomes da Rocha, bancário aposentado do Banco do Brasil, meu colega por vários anos em Espinosa. Popularmente conhecido como Xará, apelido carinhoso que ganhou na cidade, ele é uma das mais fascinantes figuras que eu já conheci. Dono de um carisma extraordinário, de uma inteligência extrema e sempre bem-humorado, Xará é aquele cara que não consegue atrair inimigos, convivendo harmoniosamente com todas as pessoas, de todos os grupos e classes sociais.
Nascido em Sete Lagoas-MG, veio para Espinosa ainda jovem para tomar posse como funcionário do Banco do Brasil, na década de 60. É curioso perceber que ele desempenhou toda a sua carreira em uma única agência, a de Espinosa, da posse à aposentadoria, conquistando o respeito e a admiração de colegas e munícipes, tornando-se merecidamente um genuíno cidadão espinosense.
A ele, o meu abraço e a amizade eterna. Que DEUS lhe dê muita saúde e vida longa.
Xará, fotografado na Avenida Dr. José Cangussu

Um dos mais interessantes personagens espinosenses

Xará: a descontração e o bom humor como virtude

PERFIL: XARÁ DO BANCO DO BRASIL

Nome completo: Francisco Gomes da Rocha
Local e data de nascimento: Sete Lagoas, aos 02 de outubro de 1943
Filiação: Francisco da Rocha Araújo e Raimunda Nascimento Cruz Araújo
Solteiro
Time do coração: Cruzeiro
O que mais gosta: reencontrar amigos que trazem boas lembranças e que lembram a família; sorrir, mesmo nas adversidades e tomar uma cervejinha em um lugar tranquilo, sem tumulto.
O que mais detesta: ser enganado.
O melhor de Espinosa: o povo espinosense, sua generosidade e calor humano.
O pior de Espinosa: estiagens prolongadas que geram desemprego e miséria.
Estilo de música: romântica.
Cantor favorito: Raimundo Fagner.
Música favorita: "Todas as Nossas Senhoras" de Roberto Carlos.

65 - É só alegria no futebol brasileiro

Ufa! Que bom que eu estava errado (ver postagem 48). Sinceramente, com a pífia e decepcionante campanha do meu GALO no campeonato brasileiro deste ano, entendia que a queda para a segunda divisão seria inevitável. Mas com a saída do Luxemburgo e a chegada do Dorival Júnior, as coisas melhoraram, o time se acertou, a reação aconteceu e conseguimos nos salvar da decapitação.


Para completar a minha imensa alegria, eis que ascendem, para a primeira divisão do Brasileirão, o glorioso Bahia e o nosso querido Ameriquinha, dos intermináveis Fábio Júnior e Euller. Muito bom!


Mas a alegria não para por aí, pois a conquista do título pelo Fluminense, deixando o Cruzeiro a ver navios, mais uma vez morrendo na praia, também traz boas emoções. É só alegria!
Cabe registrar que o Cruzeiro, ao perder para o GALO por 4 x 3 em 23 de outubro, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, perdeu a chance de, além de se sagrar campeão nacional pela segunda vez, mandar o time atleticano de volta à segunda divisão. Por muito tempo os cruzeirenses terão pesadelos com o "matador" Obina, que marcou 3 gols neste jogo sensacional e inesquecível. 


Em 2011 a alegria continuará em ritmo alucinante, pois na pré-temporada ganharemos mais uma vez, pela 41ª, o campeonato rural em cima do nosso freguês maior. Logo após conquistaremos os títulos da Copa do Brasil, da Copa Sul-americana e do Campeonato Brasileiro, conquistando em dose tripla uma vaga na Copa Libertadores da América de 2012, que depois de ganhá-la, nos dará a chance de faturar o título de campeão mundial, em Abu Dhabi. É emoção demais para um apaixonado coração atleticano.

A máquina atleticana nos bons tempos:
Em pé: João Leite, Toninho Cerezo, Wantuir, Márcio, Alves e Valdemir,
Agachados: Marinho, Ângelo, Reinaldo, Paulo Isidoro e Ziza.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

64 - Informações do Censo 2010 sobre Espinosa

Começaram a ser divulgados os dados do Censo 2010 executado pelo IBGE.

Publico aqui alguns dados essenciais da nossa Espinosa. Maiores detalhes podem ser conferidos acessando o site do IBGE.

Área da unidade territorial: 1.869 km2
Bandeira oficial da cidade de Espinosa-MG

População:
1991:   37.594               Homens:   15.291
1996:   31.508               Mulheres:  15.822
2000:   30.978               Urbana:     18.023
2007:   31.322               Rural:        13.090
2010:   31.113               Eleitores:   24.211

Visão interna do Mercado Municipal em dia de feira

Economia:
Receitas orçamentárias:    26.137.819,00
Despesas orçamentárias:  21.696.330,00
Visão externa do Mercado Municipal em dia de feira

PIB (Produto Interno Bruto):
Agropecuária:   10.658,00
Indústria:           14.857,00
Serviços:           75.153,00
PIB per capita:    3.371,00
Avenida Minas Gerais, coração econômico da cidade

Escolas:                    Docentes:                  Matrículas:
Fundamental:  59     Fundamental:  357      Fundamental:  5.400
Pré-escola:     11     Pré-escola:       34      Pré-escola:        667
Médio:             4     Médio:             90      Médio:           1.395

Escola Estadual Comendador Viana, a mais bela escola da
cidade, com suas belas e enormes gameleiras

Escola Estadual Virgínio Cruz
Centros de saúde:
Federais:       0
Estaduais:      0
Municipais:   14
Privados:        4

Hospital Municipal Risoleta Tolentino Neves
Casamentos:  240
Separações:    14
Divórcios:       24
Igreja do Sagrado Espírito Santo
Igreja Matriz de São Sebastião, nosso padroeiro

Frota:
Motocicletas:    4.625
Automóveis:      1.716
Caminhonetes:      684
Motonetas:           318
Caminhões:          251
Ônibus:                  49
Micro-ônibus:          9

Praça Coronel Joaquim Tolentino

Praça Coronel Joaquim Tolentino

E então, espinosenses, estamos bem ou não? De acordo com esses novos dados do Censo 2010, evoluímos ou estamos estagnados na questão do desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida do nosso povo? Para refletir.

sábado, 27 de novembro de 2010

63 - O famoso Realmatismo Futebol e Cerveja

A pedido do meu grande amigo Robinho.

Lá pelo final dos anos 90, ao sentir uma dificuldade imensa em conseguir motivar e reunir o desinteressado pessoal de Espinosa para jogar futebol de salão e/ou futebol society na AABB, resolvi dar uma de "cartola" e criei um time, carinhosamente cognominado de Realmatismo Futebol e Cerveja. A idéia era simples: juntar uma dezena de amigos para praticar futebol, fazer novas amizades entre os times adversários e, claro, logo após as partidas, tomar uma cervejinha e bater aquele papo, na maior confraternização. E isso foi feito. Consegui juntar não só grandes amigos, mas grandes craques do futebol: Mílton, Galego, Robinho, Wagner, Fonso, Walter, Rubens, Célio e Alair.

Em pé: Fonso, Wagner e Walter,
Agachados: Rubens, Eustáquio, Robinho e Alair.

A partir de então, providenciei a compra do uniforme (despesa dividida entre todos) e a criação do logotipo que mostrava em primeiro plano uma bola, em seguida uma garrafa de cerveja. Primeiro o futebol, depois a farra.
O engraçado de tudo era que, eu como dono do time, ficava responsável por tudo. Desde a responsabilidade de arrumar adversário, marcar a partida, avisar os companheiros, providenciar bola, quadra ou campo, árbitro (Orlando) e até a abertura do boteco da AABB nos dias e horário dos jogos. 
E ainda havia alguém sempre querendo me tirar do time titular. Vê se pode acontecer uma coisa dessas? (rs).

Em pé: Rubens, Wagner, Robinho, Mílton
Agachados: Fonso, Alair, Eustáquio e Célio.
Por um tempo não muito longo, mas inesquecível, fizemos partidas memoráveis e de altíssimo nível, contra fortíssimos adversários, quase todos de idade bem menor que a nossa. Mas a minha saída de Espinosa fez com que a turma se dispersasse, deixando o poderoso Realmatismo desaparecer. Mas ficou a saudade e as lembranças de momentos difíceis de esquecer.  A tristeza é de não ter uma fotografia de melhor qualidade para deixar registrado um timaço de futebol, tanto no futsal, quanto no society.
Foi um período dos mais prazerosos na minha vida, poder conviver com pessoas maravilhosas, por quem tenho enorme carinho e amizade e que sempre estarão em meu coração.

62 - A guerra contra o tráfico no Rio

Depois de mais de três décadas de complacência e aceitação do domínio dos traficantes nas comunidades dos morros da cidade maravilhosa, finalmente o governo decidiu combater duramente a criminalidade e o império do tráfico de drogas. Depois de anos e anos de convivência conturbada entre traficantes e moradores, eis que o poder público toma uma decisão que merece aplausos. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, com apoio do Ministro da Defesa, Nélson Jobim, inicia uma política de segurança pública que consiste na ocupação de comunidades do morro onde imperava o comando de bandidos, fazendo ali a implantação das UPPs-Unidades de Polícia Pacificadora, ferindo de morte a criminalidade carioca. A mais recente batalha está acontecendo nos últimos dias nas comunidades da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão, com a utilização de milhares de integrantes da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Polícia Federal, numa megaoperação conjunta que, até o momento, está-se saindo extremamente bem sucedida, ganhando enorme credibilidade junto à população carioca.

Foram disponibilizados pelo governo federal, 800 homens da Brigada de Paraquedistas do Exército, 2 helicópteros da Aeronáutica, 300 policiais da Polícia Federal, além de cerca de 10 blindados da Marinha que estão sendo fundamentais para o sucesso da intervenção nas favelas.
A atuação do secretário da Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame e do comandante geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, bem como de todos os oficiais e policiais envolvidos na operação merecem elogios. A atitude de retaliação dos traficantes de incendiar carros, ônibus e caminhões, tentando causar pânico na população, demonstra que eles acusaram o golpe desferido pelos agentes da segurança pública, contribuindo para que a população apóie as ações dos órgãos do governo, levando a crer em uma reviravolta jamais vista na capital fluminense, com o retorno da paz às comunidades instaladas nos morros da cidade.

É o que esperamos e torcemos para que se concretize, com a tranquilidade e paz finalmente voltando a ser rotina na mais bela cidade brasileira.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

61 - Personalidades espinosenses: GALDINO D´OS CARDEAIS

Existem pessoas que, mesmo sem perceber, fazem parte da vida de muitas outras, influenciando-as positivamente e gerando emoções e alegrias que marcam profundamente alguns períodos de suas vidas. Certamente, uma dessas pessoas é o talentoso músico Galdino. Nascido em Porteirinha, mudou-se para Espinosa aos 14 anos, onde fincou raízes e construiu família. Casado com Laurinda,  tem cinco filhos. Por muito tempo, ele foi o guitarrista do excelente grupo musical Os Cardeais, do saudoso Lourinho, que reinou absoluto e com enorme sucesso e credibilidade por todo o norte de Minas e sudoeste da Bahia, fazendo apresentações e shows com extrema qualidade e competência. Ao lado do chefe Lourinho, do tecladista Joãozinho, do saudoso baixista Devar, do baterista Canichane e dos vocalistas Niltinho e Osmar, Galdino proporcionou a mim e a milhares de espinosenses, momentos de extrema felicidade e alegria, principalmente nos bailes de carnaval no Clube dos Cem, no Espigão e no Mercado Municipal.  
Hoje ele é integrante do Grupo Musical Toque de Classe, ao lado do tecladista Paulo Tito e do vocalista Niltinho (ex-companheiro d´Os Cardeais). Recentemente, eles gravaram um DVD durante um show no salão de festas da AABB-Espinosa. Galdino trabalha também como professor de música no Programa AABB-Comunidade, uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil e a Prefeitura de Espinosa, atendendo a crianças carentes da nossa comunidade.  
Sou fã incondicional d´Os Cardeais e de Galdino desde a juventude, quando assistia, embasbacado, às suas performances com a guitarra. Em certo momento, já adulto, comprei um violão e tentei aprender a tocar, frequentando as suas aulas de música por, aproximadamente, um mês, à noite. Mas o horário coincidente com o futebol de salão na AABB atrapalhou e a falta de talento e de dedicação contribuíram para  a minha desmotivação, desaguando na minha desistência de me tornar um guitarrista do rock´n´roll.
Extremamente tímido e humilde, Galdino relutou um pouco em me conceder esta pequena entrevista, talvez sem se dar conta da sua grande importância para a cultura da nossa cidade e para a vida de milhares de espinosenses que, debaixo dos acordes da sua guitarra, viveram momentos inesquecíveis de amor e felicidade.
A todos os integrantes d´Os Cardeais e a ele, em particular, o meu respeito, admiração e agradecimento por tudo. Valeu!     

Galdino em seu trabalho no ensino de música aos participantes
do Programa AABB-Comunidade em Espinosa

Galdino na AABB-Espinosa, onde ensina música a meninos carentes

Galdino, ex-guitarrista do conjunto musical Os Cardeais,
atualmente membro da banda Toque de Classe, em Espinosa

DVD do Grupo Musical Toque de Classe

PERFIL: GALDINO D´OS CARDEAIS

Nome completo: Galdino Marceno de Brito
Local e data de nascimento: Porteirinha, 15 de junho de 1952
Filiação: Herculano Marceno de Brito (In memoriam) e Ângela Nogueira Soares (In memoriam)
Casado com Laurinda Lima de Sá Brito
Filhos: Dênis (31 anos), Fábio (29 anos), Ângela (27 anos), Érica (24 anos) e Elane (21 anos)
Time do coração: Cruzeiro
O que mais gosta: tocar e trabalhar com música
O que mais detesta: bebidas, drogas, falsidade, mentiras, pessoas de dupla personalidade
O melhor de Espinosa: a amizade, o trabalho que realiza, a certeza de não possuir inimigos
O pior de Espinosa: as drogas e a prostituição infantil
Estilo de música: MPB, música clássica, rock
Cantores preferidos: Fagner, Elis Regina, Caetano Veloso, Gilberto Gil
Músicas preferidas: "Carinhoso", "Moça", "O bêbado e o equilibrista"

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

60 - Personalidades espinosenses: LUIZÃO DA RESINA

Irmão da minha mãe, Tio Luiz, conhecido como Luizão da Resina, é uma figura excepcional. Durante muito tempo exerceu a profissão de alfaiate, ali no casarão onde mora até hoje e onde passou a vida ao lado da minha saudosa avó "Madrinha" Judith, sua mãe. Infelizmente, teve sérios problemas com o alcoolismo e chegou a ter uma perna amputada por problemas de saúde. Mas se recuperou muito bem e hoje, aposentado, é uma das últimas grandes personalidades da tão famosa Rua da Resina. Sempre gostou muito de compor músicas, formular charadas e contar casos e foi nosso grande incentivador no voleibol que, por longo tempo, jogamos no Rio São Domingos e no lote em frente à casa de "Sêo" Juca Cruz.
Atualmente faz a alegria das pessoas que passam pela Rua da Resina, distribuindo balas às crianças e uma cachacinha aos seus amigos apreciadores de uma boa caninha.
A ele, o meu reconhecimento e carinho pelos muitos anos de boa convivência. Ele foi e é uma referência para dezenas de garotos que passaram ali, na Resina, os seus maravilhosos anos de infância e adolescência.


Luizão na esquina mais famosa da cidade

Luizão na esquina das ruas Coronel Domingos Tolentino
 e Artur Bernardes, no centro 

Luizão em frente ao casarão onde mora, na Rua da Resina

Luizão em companhia do fiel amigo Tim de Dudu
PERFIL: LUIZÃO DA RESINA

Nome completo: Luiz Alves Nogueira Tolentino
Local e data de nascimento: Espinosa, aos 25 de agosto de 1933
Filiação: Gedor Nogueira Tolentino (In memoriam) e Judith Alves Tolentino (In memoriam)
Solteiro
Time do coração: Cruzeiro
O que mais gosta: brincar com a meninada, serenatas, música
O que mais detesta: poluição dos rios, sujeira nas ruas, rivalidade política
O melhor de Espinosa: os rios, as barragens, os amigos, o esporte
O pior de Espinosa: a degradação dos rios, a destruição da natureza
Estilo musical: sertanejo, valsas, samba-canção
Cantores preferidos: Orlando Silva, Nélson Gonçalves, Cascatinha e Inhana
Músicas preferidas: "O João de Barro", "Bodas de prata", "Índia"

59 - Final do Campeonato Interno de Futebol Society AABB-Montes Claros

Aconteceram neste domingo, dia 07 de novembro, as finais do Torneio Interno de Futebol Society da AABB-Montes Claros.
Na categoria Aspirantes, o time do Centro Odontológico tornou-se campeão ao derrotar o time do Stilo Inox, nos pênaltis, após empate no tempo normal e na prorrogação, por 0 x 0. O melhor goleiro foi Luizão, o artilheiro foi Felipe e o destaque do torneio foi Cirilo.
Na categoria Titulares, a equipe d´O Boticário sagrou-se campeã ao bater a equipe do Banco do Brasil por 3 x 0, com gols de Andrezinho e Heberth Halley (2). Ricardo terminou a disputa como artilheiro, o melhor goleiro foi Claudinho e o destaque da competição foi o craque Heberth Halley. Veja reportagem aqui.
Banco do Brasil: Zé Roberto, Élcio (Miro, Geremias), Tiãozinho e Marcão; Tiago, Eustáquio e Ricardo; Alberto.
O Boticário: Eduardo, Coca , Arley e Andrezinho (Ede); Rond, Heberth Halley e Silvano; Mica.

Algumas imagens das finais da competição:
Cobrança de pênalti do Centro Odontológico

Cobrança de pênalti do Stilo Inox

Equipe do Banco do Brasil, vice-campeã:
Zé Roberto, Ricardo, Tiãozinho, Tiago, Alberto e Marcão;
Alexandre, Geremias, Élcio, Eustáquio e Miro.

Equipe d´O Boticário, campeã:
Eduardo, Ede, Paulinho, Mateus, Silvano e Léo Braga;
Coca, Heberth Halley, Mica, Rond e Andrezinho.

Bilú, Luiz Manna, Alysson, Tiãozinho, Cléa e Eustáquio
na cerimônia de entrega de troféus e medalhas.

Entrega do troféu de vice-campeão Aspirantes ao goleiro
Claudinho (centro), da equipe do Stilo Inox, por Tiãozinho e Carlão.

Entrega do troféu, pela vice-presidente Rose Durães
e pelo Eustáquio, ao atleta campeão Coca, da equipe
de Titulares d´O Boticário

Entrega do troféu de vice-campeão, categoria Titulares, ao atleta
Eustáquio, da equipe do Banco do Brasil, pela vice-presidente
Rose Durães e pelo diretor Carlos Sebastião (Tiãozinho)

Entrega do troféu de campeão, categoria Aspirantes, ao
atleta Luiz Manna, do Centro Odontológico

Entrega da medalha de artilheiro, categoria Titulares,
ao Ricardo, por sua mãe Cléa

Entrega da medalha de destaque, categoria Titulares,
ao craque Heberth Halley, por Eustáquio

Confraternização ao final do torneio na AABB