Um dos maiores atletas da História do Esporte Brasileiro nos deixou nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026. Oscar Schmidt, o eterno cestinha do basquete, o "Mão Santa" morreu agora há pouco, aos 68 anos de idade.
O Pelé do Basquete Brasileiro não brilhou somente no Brasil, mas também em nível mundial. Começou ainda adolescente nas categorias de base do Palmeiras, chegando à Seleção Brasileira. No Sírio, foi destaque do time Campeão Mundial Interclubes e defendeu o Brasil na Olimpíada em Moscou.
Foi um dos maiores cestinhas do basquete mundial, jogando por um bom tempo na Itália. Retornou ao Brasil nos anos 1990, quando defendeu as cores de Corinthians e Flamengo, tornando-se o maior pontuador da História do Basquete, com 49.737 pontos, um recorde inacreditável. Jogando pela Seleção Brasileira de Basquete, participou de cinco Olimpíadas e tornou-se o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos. Uma das suas mais extraordinárias façanhas foi vencer, com seus companheiros de time, a fortíssima equipe dos Estados Unidos na final dos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis, em 1987, com o expressivo placar de 120 x 115. Um feito memorável, já que os EUA jamais haviam perdido em sua casa, ainda mais com mais de 100 pontos.
Oscar despediu-se da carreira profissional no dia 14 de maio de 2003, aos 45 anos de idade, em uma partida de seu time, Flamengo, contra a equipe do Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, após 30 anos de uma trajetória espetacular. Oscar não foi só um atleta diferenciado e iluminado, exemplarmente dedicado e humilde, mas também um ser humano notável, digno e generoso. O "Mão Santa", apelido que ganhou por sua incrível capacidade de colocar a bola na cesta, deixa um legado gigante como atleta profissional e como cidadão brasileiro. Ele deixa a esposa Maria Cristina Victorino e os filhos Felipe e Stephanie.
Descanse em paz, grande Campeão! Orgulho do Brasil!
Um grande abraço espinosense.
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