Em tempos idos, na nossa amada Espinosa, havia uma grande turma de aficionados por futebol de salão que frequentava constantemente o clube criado por Sidney Castro, o Toca de Craques. Ali se reunia com frequência e entusiasmo não só quem gostava do esporte, mas também os que adoravam, como eu, de um saboroso bate-papo regado a uma cervejinha gelada. Inadvertidamente, alguns mais radicais, papa-hóstias ou hipócritas, costumam nos chamar pejorativamente de cachaceiros, denominação correta para quem fabrica as famosas e apreciadas aguardentes brasileiras.
Ali, no clube espinosense localizado na Rua Álvaro Cruz, jogamos muita bola e fizemos muitas farras. Na sua quadra de cimento fui Campeão defendendo o Atletiquinho, jogando ao lado dos amigos Madurinho, Inga, Marinho (In memoriam) e Racini. E fui também Campeão jogando pelo time da AABB, juntamente com os amigos Dim, Tonhão, Tiãozinho e Alair. Ali vivi muitos momentos alegres e prazerosos no esporte. E muitos outros mais nas rodas de resenha, após as peladas, os jogos de campeonato e as partidas que fazíamos pelos campos da região com o time da Toca dos Craques capitaneada pelo craque de bola Sidney.
| Em pé: Adson, Claudão, Walter, Beto, Guim, Dego, Tonhão e Ricardo (Tu): Murilo, Tarcísio, Eustáquio, Dai, Alair, Rubens, Paulinho, Sidney e Jorginho. |
Revirando meus arquivos fotográficos hoje, reencontrei estas duas velhas imagens de quando o papo rolava solto na mesa cheia de cerveja, enquanto as esposas colocavam o papo em dia e a meninada se esbaldava na piscina e no parquinho. Boas recordações. Por isso é que adoro fotografias. Elas nos levam de volta no tempo e nos fazem rememorar pessoas e situações vivenciadas em paz e harmonia. As imagens são de setembro de 1990.
Na primeira fotografia, consegui identificar minha esposa Cléa Márcia conversando com Dedé e tomando uma Brahma, com a pequena Maíla ao lado. Na mesa ao fundo estão Carlinhos, Paulinho, eu (de costas com a camisa da Alemanha), Luciano Gatão, Mazinho (de costas), Tonhão e Quites. Na segunda fotografia aparecem eu conversando com Nívio, à época ainda gerente da agência local do Bradesco. No lado direito, sentado no muro, está Valdomiro. No lado esquerdo aparecem, em pé, Lelo e Mílton, enquanto na mesa estão sentados o finado Orlando e uma pessoa que me lembro bem, mas não consegui recordar o nome. Talvez alguém dessa época possa me fornecer o nome dele, que morou por um curto período em Espinosa.
Um grande abraço espinosense. Especialmente para o amigo Sidney que não vejo há algum tempo.
Um grande abraço espinosense. Especialmente para o amigo Sidney que não vejo há algum tempo.


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