Espinosa, meu éden

Espinosa, meu éden

sexta-feira, 25 de julho de 2014

1021 - Apresentação da Orquestra Sinfônica de Montes Claros tocando Beatles

No início da noite da última sexta-feira, dia 18 de julho, uma parcela da população da cidade viveu uma experiência singular, uma apresentação inesquecível da Orquestra Sinfônica de Montes Claros tocando grandes sucessos dos eternos garotos de Liverpool, os Beatles. O local escolhido foi a Praça Pio XII, no Centro, também conhecida como Praça da Catedral. O público, de todas as idades, encheu a praça com muita ansiedade que, com o tempo, transformou-se em pura emoção. A orquestra regida pela maestrina Maria Lúcia Avelar apresentou ótimas performances, com o apoio do grupo vocal Dom Maior e a participação especial do trompista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Gustavo Trindade.
A apresentação gratuita foi promovida pela Cooperativa de Trabalho dos Médicos e Profissionais da Área da Saúde (SANCOOP) e pela UNIMED do Norte de Minas, em parceria com a Prefeitura de Montes Claros e a Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude, em função da comemoração do Dia do Cooperativismo.
Demorei um pouco para postar sobre este acontecimento, pois a falta de tempo e a agenda apertada me prejudicou um pouquinho. Mas nunca é tarde para se falar de coisas boas. Ver a praça lotada de idosos, adultos e crianças com o intuito de se embalar pelas músicas especiais dos Beatles só me deu a certeza de que ainda há esperança na busca da boa música no nosso país.
A propósito, é impressionante como anos e anos se passam e a música dos Beatles se perpetua, permanecendo intacta, revolucionária e atual, sempre gerando novas releituras de sua belíssima obra musical. Incrível como uma banda de rock que durou cerca de 10 anos apenas e que se dissolveu há mais de 40 anos, consegue atingir um público tão imenso e tão diversificado que a cada dia se renova espetacularmente. Isso só prova a genialidade de todos os seus talentosos integrantes: Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr.
Um grande abraço espinosense. 









quinta-feira, 24 de julho de 2014

1020 - Mais um título continental para o Atlético, a Recopa

Ufa! Já era esperado. Em se tratando de Atlético, não se poderia esperar outra coisa que não uma partida tensa e emocionante até o apito final. A torcida atleticana já está acostumada com esse sufoco, mas bem que o time poderia causar menos ansiedade e sofrimento aos apaixonados alvinegros de Minas Gerais.
O título inédito da Recopa Sul-Americana veio depois da suada e épica vitória por 4 x 3 sobre o Lanús da Argentina, após a derrota por 3 x 2 no tempo regulamentar. É o quarto título continental do Atlético, que já havia sido campeão da Conmebol por duas vezes, em 1992 (venceu o Olimpia do Paraguai) e 1997 (venceu o mesmo Lanús da Argentina), e a inesquecível conquista da Taça Libertadores da América no ano passado (venceu o mesmo Olimpia do Paraguai).
A Recopa Sul-Americana, que na realidade tem o nome de Recopa Santander Sudamericana 2014, é disputada anualmente e está na sua 21ª edição. É realizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol, a Conmebol. Participaram da presente edição o Atlético, vencedor da Copa Santander Libertadores, e o argentino Lanús, ganhador da Copa Sul-Americana de 2013.


No primeiro confronto, realizado no Estádio La Fortaleza, em Lanús, Argentina, o Atlético levou a melhor e venceu por 1 x 0, gol de Diego Tardelli aos 20 minutos do segundo tempo, depois de ótimo passe de Guilherme.
Ontem, no jogo decisivo realizado no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, completamente lotado, o Atlético passou por maus bocados no primeiro tempo, depois de abrir o placar logo no início, aos 6 minutos, através de uma cobrança de pênalti de Diego Tardelli, que entrou para a história do clube ao anotar o seu centésimo gol com a camisa alvinegra. Mas a alegria durou pouco e logo adiante, aos 8 minutos, em uma desatenção incrível da defesa atleticana, o Lanús chegou ao empate com um belo gol de Ayala, camisa 16, um dos destaques da partida. E a coisa ficou ainda pior aos 25 minutos, quando o "tanque" Santiago Silva completou rebote do goleiro Víctor após cobrança de falta da esquerda e passou à frente no placar, 2 x 1, complicando a situação até então confortável. Com este resultado, no agregado das duas partidas, 2 x 2, o jogo iria para a prorrogação e, persistindo o empate, acabaria sendo decidido nas cobranças de pênaltis. Mas o Atlético reagiu e, depois de rápida troca de passes no ataque, Marcos Rocha cruzou com extrema competência para Maicosuel estufar as redes de Marchesín e decretar o empate tranquilizador aos 36 minutos de jogo. E assim terminou o primeiro tempo, como sempre, com emoção à flor da pele.




O intervalo seria crucial para que o técnico Levir Culpi arrumasse a disposição tática do Atlético, que sofria uma marcação forte do Lanús, que estava melhor na partida e chegava sempre com perigo ao gol de Víctor.
O segundo tempo foi de tensão absoluta, com o Atlético meio perdido, com dificuldades para conseguir conter os rápidos ataques da boa equipe argentina. Se no primeiro jogo o Lanús se mostrou um tanto frágil, neste segundo confronto a equipe surpreendeu com um esquema tático eficiente, com marcação forte e rápidas trocas de passes em direção ao ataque, dificultando ao máximo a vida do Atlético, que sentiu a pressão do adversário. 
Depois de passe perfeito de Diego Tardelli, Ronaldinho quase marcou, depois de dar um leve toque tirando do goleiro, mas Acosta chegou a tempo de desviar a bola para escanteio. Foi a melhor chance de o Galo matar o jogo e confirmar o título. Mas como não existe jogo tranquilo e sossegado para o Atlético, o impossível aconteceu aos 48 minutos do segundo tempo, quando Acosta tocou para as redes, depois de rebote de Víctor, decretando a vitória do Lanús por 3 x 2, deixando a imensa Massa Atleticana presente ao estádio completamente atordoada. Inacreditável!
Prorrogação. Tensão. Sofrimento. Ansiedade. Medo. O que poderia de mais ruim acontecer?
Mas o Atlético tinha Luan, o pequenino atacante que havia substituído o ídolo Ronaldinho Gaúcho e que sempre aparece nos momentos mais difíceis, um jogador iluminado. Aos 13 minutos do primeiro tempo da prorrogação, ele tenta o cruzamento pela esquerda e a bola desvia em Gómez e vai descansar serena no fundo do gol de Marchesín, para delírio dos atleticanos no Mineirão e em todo o mundo. O título estava garantido depois deste gol que empatava a partida. Será? Será mesmo assim? Perguntavam-se os fanáticos atleticanos. Em se tratando de Atlético, só se pode comemorar alguma coisa uns 10 minutos depois do apito final do árbitro, já que coisas inexplicáveis e misteriosas costumam acontecer. E aconteceu o imponderável, só que de maneira positiva. Aos 6 minutos do segundo tempo extra, uma incrível indecisão na defesa do Lanús fez com que Ayala cabeceasse contra o próprio gol e anotasse o gol da confirmação do título atleticano. Não havia mais tempo para surpresas desagradáveis. Galo Campeão! Ricardo está feliz lá em cima e eu também, aqui.
Um grande abraço espinosense.






Atlético 4 x 3 Lanús
Motivo: segundo jogo da final da Recopa
Data: 23-07-2014, quarta-feira
Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Roberto Silvera (URU)
Assistentes: Miguel A. Nievas (URU) e Nicolas Taran (URU)
Público: 54.786 pagantes
Renda: R$ 5.732.930,000
Gols: Diego Tardelli (6m/1ºT), Ayala (8m/1ºT), Santiago Silva (25m/1ºT), Maicosuel (36m/1ºT), Acosta (47m/2ºT), Luan (12m/1ºT da prorrogação) e Ayala (contra, 7m/2ºT da prorrogação).
Cartões amarelos: Pierre, Réver e Diego Tardelli (ATL), Somoza, Gómez, Braghieri, González, Acosta e Ayala (LAN).
Cartão vermelho: Acosta (Lanús).

Atlético (MG): Víctor, Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Emerson Conceição; Pierre, Leandro Donizete, Maicosuel (Guilherme), Ronaldinho Gaúcho (Luan) e Diego Tardelli (Dátolo); Jô.
Técnico: Levir Culpi.

Lanús: Agustín Marchesín; Carlos Araújo (Melano), Gustavo Gómez, Diego Braghieri e Maximiliano Velásquez; Leandro Somoza, Diego González e Jorge Ortiz (Pasquini); Lautaro Acosta, Santiago Silva e Victor Ayala.
Técnico: Guillermo Barros Schelotto.

  
A história da Recopa

O argentino Boca Juniors é quem mais venceu o torneio, com quatro conquistas. São Paulo, Olimpia, Liga de Quito e Internacional venceram por duas vezes. Confiram os vencedores:

Ano       Campeão                             Vice-campeão
1989  -  Nacional (Uruguai)              Racing Club (Argentina)
1990  -  Boca Juniors (Argentina)    Atlético Nacional (Colômbia)
1991  -  Olimpia (Paraguai)              *
1992  -  Colo Colo (Chile)                Cruzeiro (Brasil)
1993  -  São Paulo (Brasil)                Cruzeiro (Brasil)
1994  -  São Paulo (Brasil)                Botafogo (Brasil)
1995  -  Independiente (Argentina)  Vélez Sarsfield (Argentina)
1996  -  Grêmio (Brasil)                    Independiente (Argentina)
1997  -  Vélez Sarsfield (Argentina) River Plate (Argentina)
1998  -  Cruzeiro (Brasil)                  River Plate (Argentina)
2003  -  Olimpia (Paraguai)              San Lorenzo (Argentina)
2004  -  Cienciano (Perú)                 Boca Juniors (Argentina)
2005  -  Boca Juniors (Argentina)    Once Caldas (Colômbia)
2006  -  Boca Juniors (Argentina)    São Paulo (Brasil)
2007  -  Internacional (Brasil)          Pachuca (México)
2008  -  Boca Juniors (Argentina)    Arsenal (Argentina)
2009  -  Liga de Quito (Equador)     Internacional (Brasil)
2010  -  Liga de Quito (Equador)     Estudiantes (Argentina)
2011  -  Internacional (Brasil)          Independiente (Argentina)
2012  -  Santos (Brasil)                     Universidad de Chile (Chile)
2013  -  Corinthians (Brasil)             Sâo Paulo (Brasil)
2014  -  Atlético (Brasil)                   Lanús (Argentina)
* Em 1991 o Olimpia foi declarado campeão por ter conquistado no ano anterior a Libertadores e a Sul-Americana. Entre 1999 e 2002 a competição foi suspensa.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

1019 - Faleceu Binha em Espinosa

Infelizmente mais uma notícia triste nos chega de Espinosa. O professor aposentado Alcides Francisco Filho, conhecido carinhosamente na cidade como Binha, faleceu às 4 horas do último domingo, dia 20 de julho, devido a um câncer no pulmão. Seu sepultamento aconteceu no mesmo dia no Cemitério Municipal de Espinosa, por volta das 18 horas, com a presença dos familiares e amigos.
Binha deixa saudades no coração dos que o conheceram, com seu jeito tranquilo e gentil. Deixa a esposa Neuza e os filhos Gabriel, Samuel e Sarah, a quem expresso os meus mais sinceros sentimentos de tristeza e pesar. Que Deus o receba de braços abertos no seu reino!
Um grande abraço espinosense.

OBS: Agradecimentos a Almerindo Santos pelas informações e pela segunda foto aqui publicada.

No aniversário de 50 anos de Espinosa, o primeiro na fila da direita


segunda-feira, 21 de julho de 2014

1018 - Max Min Clube e OAB homenageiam Ricardinho

Um domingo de cortar o coração e fazer derramar lágrimas pela face. Uma mistura de tristeza absoluta e alegria relativa. Tristeza absoluta pela ausência do nosso inesquecível Ricardinho. Alegria relativa pela confirmação da sua divina arte de conquistar bons e fiéis amigos.
Neste domingo em que se completaram dois meses da precoce partida de Ricardinho, os seus amigos do Max Min Clube e da OAB - Ordem dos Advogados do Brasil, se uniram para lhe prestar uma belíssima homenagem. 
Os seus parceiros do futevôlei, liderados pelo Hilsomar e pelo Frederico, realizaram um torneio para homenageá-lo nas dependências do Max Min. Fomos muitíssimos bem recebidos. E não foi só. Outra imensa demonstração de carinho e respeito a ele se concretizou neste domingo, nos deixando bastante emocionados. A quadra de futevôlei foi batizada com o seu nome, em uma cerimônia que contou com a presença do presidente do clube, Charles Caldeira Veloso, do Diretor de Futevôlei, Hilsomar Geraldo Avelino Moreira, e de vários atletas da modalidade. Não houve como segurar a emoção.
Após vários e disputados confrontos, a dupla formada por Decão e Gerinha acabou ficando com o título de campeão. A dupla Hilsomar e Jômerson ficou em segundo lugar e a dupla Leozinho e Careca, em terceiro. Um dos vencedores, Decão, é mais do que um amigo de Ricardo. Além de sócio no escritório de advocacia é quase um irmão seu, o que aumentou ainda mais a nossa alegria. 
Em outra homenagem que nos emocionou muito, também nos levando às lágrimas, os seus amigos do futebol, integrantes das equipes do Max Min e da OAB, fizeram uma partida de futebol society. Antes do início da partida, fomos presenteados com dois quadros contendo as camisas utilizadas por Ricardinho em ambos os times, as de número 10, imortalizadas por eles. O presidente da OAB em Montes Claros, Álvaro Guilherme Ribeiro Matos, estava presente e nos fez a entrega. Em mais uma atitude de carinho e extrema consideração, todas as camisas do uniforme da OAB tinham o nome de Ricardinho registrado nas costas.
Por mais que as homenagens nos tenham feito chorar, dada a dor que ainda nos aperta o coração, ficamos deveras felizes e honrados pela deferência e queremos agradecer de coração ao presidente do Max Min, Charles, ao Hilsomar, ao Fred, ao Álvaro Guilherme, ao Albano, enfim, a todos os parceiros de futevôlei, a todos os colegas da OAB, a todos os companheiros do clube, fiéis amigos do nosso filho Ricardinho.
Recebam o nosso agradecimento sincero, o nosso abraço apertado, a nossa gratidão eterna e a certeza de que, lá de perto de Deus, ele estará torcendo por todos vocês que compartilharam da sua amizade. O nosso muito obrigado e fiquem com Deus!
Um grande abraço espinosense.

Os troféus do torneio

O seu grande amigo Decão com o uniforme do torneio

Abertura do torneio de futevôlei



Descerramento da placa em sua homenagem










Encerramento do torneio de futevôlei

Leozinho e Careca, terceiros colocados

Hilsomar e Fred, organizadores do torneio

Hilsomar e Jômerson, vice-campeões

Os campeões Decão e Gerinha

Hilsomar, Cléa, Charles, Eustáquio e Fred

Os participantes do torneio

Os campeões Gerinha e Decão

Homenagem da OAB e do Max Min





Entrega da camisa do Max Min pelo Albano


Entrega da camisa da OAB pelo Álvaro Guilherme

Os amigos e companheiros de Ricardinho, da OAB e do Max Min




Time da OAB



O nome de Ricardinho nas camisas da OAB